Capítulo 12 – Azincourt

Escrito por: | em 15/09/2010 | Adicionar Comentário |

O PODCAST:

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Nota: Este podcast contém Spoilers.

O LIVRO: 

Título: Azincourt.

Autor: Bernard Cornwell

Uma mistura de história e ficção, “Azincourt” acompanha a trajetória de Nicholas Hook, um arqueiro inglês, desde sua vida razoavelmente pacata como guarda caça, até se tornar um ventenar, participando de uma das mais grandiosas batalhas da história, travada pelos ingleses contra os franceses, no dia de São Crispim em 1415: A batalha de Azincourt.

Edições utilizadas:

– Cornwell, Bernard. Azincourt. Tradução: Alves Calado. Rio de Janeiro: Record, 2009.

A EQUIPE:

Comentários por: Danielle Toste, Eric Torres, Juliana Morais, Gustavo Domingues;

Edição por: Gustavo Domingues;

Comentário em audio: Jagunço;

Comentário por e-mail: João Uberti;

A AVALIAÇÃO:

 

AVALIAÇÃO Dani Eric Gustavo Juliana Média
Trama 3,00 5,00 4,00 4,00 4,00
Personagens 2,00 4,00 5,00 4,00 3,75
Escrita 3,00 4,00 4,00 3,00 3,50
Leitura 2,00 5,00 5,00 5,00 4,25
Média 2,50 4,50 4,50 4,00 4,00

AS REFERÊNCIAS

Trilha Sonora:

Artista: Butterfly Tea – Album: Feeries;

Artista: JT Bruce – Album: Universica

Artista: Mad Mav – Album: Bloody Fingers

Videos Mencionados:

Armas estranhas da idade média

Armaduras da idade média

Poder do arco inglês

Velocidade do Arco Inglês

Outras referências:

Entrevista com Bernard Cornwell por Marina Avila;

Vencedores do bolão dos podcasts: NerdExpress.

PROXIMO EPISÓDIO

O Capítulo 13 será sobre o livro: “O Iluminado” de Stephen King.

Comentários, dúvidas, sugestões: contato [arroba] grifonosso.com



Categorias: Podcast
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Dani Toste

Advogada, jogadora de RPG, viciada em internet, amante de de livros, séries, música e filmes. Acha que o Lewis Carrol é um gênio, é obcecada pelos livros da Alice que considera os melhores do mundo.

21 Comentários sobre Capítulo 12 – Azincourt

  1. Gilberto Dorneles da Rocha

    Muito bom o livro, apesar de eu ver os mesmos problemas já citados no começo do podcast.
    Algumas correções sobre armas/armaduras medievais que eu gostaria de fazer:
    Sobre armaduras de placas: elas não aposentaram escudos por faze-lo inútil, mas pelo fato de que com uma arma de uma mão, é quase impossível causar algum dano em alguém dentro de uma, logo, se alguém fosse de espada e escudo para uma batalha, e um cavaleiro visse ele, o cavaleiro podia deitar o abelhinha nele sem risco de se machucar, por isso que todos usavam armas de duas mãos, e não só cavaleiros de armadura.

    Sobre cota de malha, ela é uma boa armadura, não tão boa quanto uma armadura de placas, mas apesar dela apenas transformar um golpe em contusão, o laudel por baixo dela diminuia significamente o dano causado, tanto é que comumente legionários romanos usavam lorica segmentata(avó da armadura de placas), e os centuriões usavam lorica hamata(cota de malha), e não só centuriões, mas vikings, templários, cavaleiros em geral etc…
    Vídeo com testes em uma cota de malha:
    http://www.youtube.com/watch?v=P_yTQUvJRf0

    Sobre o programa que coloca guerreiros exóticos um contra o outro, o nome é “Deadliest Warrior”, não tem nenhuma consistência história, e a maioria dos testes e “peritos” são de mentira, mas mesmo assim, o show é muito bom se você desligar seu cérebro ou não tiver um conhecimento elevado de guerra.

    Sobre flecha que faz vomitar, provavelmente no sistema digestivo pode fazer isso, mas é possível também no sistema respiratório de isso acontecer.

    Sobre a besta, ela estava puxada, mas não com virote, ela estava demorando porque precisava colocar o virote na besta, que mesmo com a besta carregada, de nada adianta atirar com ela sem um virote, e seria impossível carregar uma besta com um virote nela num saco, pois o virote cairia.

  2. Gustavo Domingues

    Olá Gilberto,

    Nossa, seu comentário me deleitou. Obrigado pelas observações.
    Realmente, eu concordo com o que você falou sobre as armaduras, as armas de uma mão eram inúteis contra placas bem feitas, faz mais sentido pensar desta forma. Imagino que contra placas de armadura gótica com ranhuras até armas pesadas como machados de duas mãos não penetrariam as placas em si.

    Quanto à cota de malha: Eu gosto dela, mas acho muito superestimada por alguns historiadores, e exageros sempre me irritam. O vídeo do post de flechas atravessando malha é de “Butted Mail” uma malha com alternância de anéis diferentes e mais leve usada geralmente em coifas, mas achei uns de testes com “Riveted Mail” a cota tradicional mais resistente:
    http://www.youtube.com/watch?v=bqagYSP3PGs
    http://www.youtube.com/watch?v=6fMUx7FvMG0

    Vi alguns vídeos de Deadliest Warrior depois que você comentou, é realmente abominável para alguem com um mínimo de conhecimento histórico, mas é um entretenimento melhor do que a média.

  3. Andre V.H

    Hey, saiu o cast, q bom!

    Sou novato em Cornwell, por enquanto só li ‘O Rei do Inverno’ (d’As crônicas de Artur) e, pelo podcast me pareceu que Azincourt é mais fraquinho, especialmente no que se refere à escrita.

    Não tenho tantos parâmetros pra comentar o estilo do B.C. mas pelo pouco que vi ele me agrada bastante. Nas Cronicas de Arthur minha única reclamação é referente aos capítulos enormes e com poucas pausas, como eu andava sem tempo pra ler e odeio parar no meio de um capítulo eu acabava deixando o livro de lado e demorei muito pra terminar mas a escrita em si é muito boa.

  4. Felipe Nunes

    Muito bom o podcast, menos a Dani, que é uma chata! =P

    Brincadeiras a parte, Azincourt é legalzinho, bem pior que “Crônicas Saxônicas” e “Crônicas de Arthur”, mas um dos melhores livros solo. A questão dos estupros não me incomodou muito, considerei como parte da guerra, assim como existem as descrições das batalhas.

    O livro me decepcionou um pouco, pois estava esperando algo como a trilogia do graal, arco decidindo batalhas de maneira absurda, como em Créci, mas vi muita descrição de como ele é foda e menos ação, o “Arqueiro” me deixou muito mais impressionado com o arco.

  5. Renan MacSan

    Wow! Finalmente saiu! Por favor não demorem tanto pra gravar da próxima vez.

    Então… sobre Azincourt, na minha opinião, é um dos piores de Cornwell, só fica atrás de Stonehenge, o pior, e olha que já li 19 livros dele. Sim, algumas descrições realmente cansam e o fato dele idolatrar os arqueiros também enche o saco. Até porque quem é fã dele já sabe disso tudo pelo A Busca do Graal.

    E indo contra vocês: A Busca do Graal pra mim é a melhor trilogia e o personagem que mais gosto é o Thomas de Hookton (Vexille), sou minoria; Alguém falou que nessa trilogia a gente só sabe o que o Thomas sabe… não está certo, várias vezes vemos o que os “vilões” estão fazendo, e algumas outras pessoas.

    O Cornwell realmente tem uma fórmula e sempre usa elementos dela pra construir sua narrativa, mas não deixa de ser um dos meus autores preferidos. Porém não é sempre assim, o livro Stonehenge usa uma narrativa BEM diferente. Pra começar o personagem principal não é guerreiro, de forma nenhuma é um “superhomem”, pelo contrário, só se ferra. E talvez tenha sido isso que me tenha feito não gostar tanto do livro, além de descrições em demasia.

    Quanto aos estupros que vocês comentaram, hehehe, não me incomodou, até porque isso era super comum em todas as épocas da humanidade, desde o início, se algum grupo invadia uma cidade inimiga era estupro na certa, seria até estranho se o Cornwell não falasse disso. No século passado que isso passou a mudar de uma forma geral. Até no Brasil, nos poucos conflitos que tivemos com nossos vizinhos latinomaericanos, também houve estupros de ambos os lados.

  6. Mallu Araujo

    Nossa, finalmente consegui parar e ouvir esse capítulo e o 11°.

    Muito bom os dois, embora não tenha lido os livros e provavelmente não vá ler o próximo. Também estou na época de TC e sem tempo nenhum.

    Sempre tive muita vontade de ler Cornwell, já que todo mundo fala super bem e me atrai essa mistura de estória/história, agora esse capítulo foi um estimulo a mais, com certeza lerei Azincourt e outros dele.

    Gostei do Gustavo contando a história do livro, seria legal se os outros também fizessem de vez em quando.
    Também gostei da Dani com o payback dela, dando nota baixa pro livro para se vingar das notas baixas dadas aos livros do Lewis Carroll uahuahuahuah

    Brincadeiras a parte, adorei o podcast, a edição estava excelente e a trilha sonora fenomenal. Espero pelo próximo episódio e que ele não demore tanto.

    Abraços,
    Mallu.

  7. Marcus Radomille

    Poxa achei que vcs tinha parado com o cast!! Não recebo mais via Google Reader. Vou me atualizar ! Parabens e sucesso!

  8. Viviani

    Como sempre, adorei o cast. Embora o acompanhe a pouco tempo, já ouvi todos os episódios e acho muito bacana o trabalho de vocês.
    Inclusive foi por causa do grifonossocast que fiquei morrendo de vontade de ler O Hobbit!

    Azincourt também me interessou, porém não tanto, pois o personagem principal é um homem (para variar). Nada contra, mas parece que os livros de ação SÓ tem personagens masculinos como principais. Seria legal ver algo diferente. :)

    A edição e a trilha sonora estão maravilhosas e os comentários são muito envolventes. Também gosto bastante porque trás várias curiosidades de fora do livro, mas que têm a ver com ele.

    Enfim, parabéns e boa sorte com as monografias e o exame da OAB!
    Beeeijos,
    Vivi

    P.S.: Como adoro o podcast, ele está lá no meu blog, na seção de Blogs Parceiros, para que mais pessoas ainda se interessem e escutem. :D

  9. Munir

    Opa! Dessa vez me atrasei.
    “Você não precisa gastar um “feat” para usar essa arma” kkkkkkkk Ri muito! Parabéns, cada vez melhor.

  10. Cris Drovas

    Boa noite, bom dia…sei lá, varia. Por coincidência, ganhei esse livro de presente uns tempos atrás e assim que o terminei e logo após ouvir o podcast, vim postar meu comentário.

    Ótimo episódio, embora seja estranho ouvir o Gustavo conduzindo o podcast. Mas no final, a experiência foi bem interessante. Semelhante a Dani, não me apego muito a narrativa de Cornwell, embora me interesse pelo assunto.
    Um autor brasileiro que tem um estilo bem parecido, embora não tão conhecido assim é Leonel Caldela. Recomendo “O Caçador de Apóstolos”.

    Minha parte favorita do livro foi a batalha debaixo da terra. Realmente criativa. E quanto aos estupros, são realmente exagerados, embora tenha visto descrições de sexo tão incomodas quanto em “As Brumas de Avalon”.

    Resumindo, no quadro-geral uma nota variando entre 5/6. Vale a pena, embora não seja o meu favorito. E sobre o próximo podcast só comento uma coisa: o Jack Nicholson é um cara muito sinistro. Muito sinistro mesmo.

    Abraços.

  11. Guto Vissoci

    Salve, camaradas leitores!
    Fico contente que o podcast quando finalmente consegui alcançar vcs foi esse sobre o Cornwell. Esse cara é um dos meus autores favoritos, não obstante as eventuais repetições ou tramas e personagens reciclados.
    Gustavo e eric, vcs que curtem mais esse cara, já leram alguma coisa do Sharpe? Gosto de tudo que o Cornwell escreveu, inclusive o Stonehenge, mas de longe o meu personagem favorito é o Capitão Richard Sharpe. Sei que nos livros dele o Cornwell foge da temática medieval, mas ainda assim sobra aventura nas guerras napoleônicas. Os livros dele, em alguns momentos, parecem seguir um roteiro padrão, mas, mesmo assim, não há nada melhor do que o momento em que o herói fica frente à frente com o tranqueira que o sacaneou no começo e tem sua vingança.
    Abraço galera, e até o próximo

  12. Felipe C

    huuum,
    uma ideia, gostaria de ver uma tabela com todas as notas…
    pq notas são muito relativas a questão de opinião ai com tabela de Podcast X Nota assim fica mais facil avaliar um pelo outro…

    comentarios gigantes =x
    estou lendo e ouvindo os podcast antes de comentar.

    Abraço e muito Sucesso!

  13. Eric Torres

    Guto,

    Cheguei a olhar As aventuras de Sharpe na livraria cultura, mas ainda não consegui ler.

    Parece bem interessante o tema, só que ainda acho que os outros livros (com exceção do Stonehenge e o condenado)são melhores. E aqui falo principalmente das Crônicas Saxônicas, que foi a coleção mais marcante pra mim.

  14. Ivan

    Olá
    que tal se vocês desses uma arrumadinha na página de vocês no Last FM ?

    http://www.lastfm.com.br/music/Grifo+Nosso

    obrigadis

    • Dani Toste

      Ivan,

      Cara, eu não sei quem criou essa página, não me lembro de ter sido eu nem tenho nenhuma confirmação de cadastro guardada.

      Se eu descobrir como fazer login eu tento dar uma arrumada.

      Abraços

  15. Ivan

    Dani,
    essa página é criada automaticamente, a medida que os ouvintes que utilizam os plugins, e tem cadastro, da LASTFM ouvem músicas ou podcasts, ou outros áudios.
    Pode ser útil para vocês medirem a audiência de vocês, gostos, programas mais ouvidos etc , é uma página tipo wiki.

  16. Dani Toste

    Ivan, me manda um e-mail com instruções (dani arroba grifonosso.com)

  17. Ivan

    Pronto, missão dada, missão cumprida.
    E-mail enviado, desejo que seja útil.

  18. Luan

    Muito bom! Eu estava a procura de podcasts sobre livros e cai de para-quedas aqui. Gostei bastante, esperando pelo próximo…

  19. Rafael Jacauna

    Primeiro numero que ouço do podcast grifonosso e lhes digo, gostei muito.

    Gostei do livro também, e como gostei muito do livro, seus comentários me ajudaram a notar os exageros recorrentes, porém isto não me incomoda, eu gosto deste estilo de repetição “pertinente” das capacidades.

    Sou professor de história,e na pós graduação os contos de Corwell se encaixam bem nos livros que leio e nos que já li. Por isso lhes digo, tirando os romances e os exageros recorrentes é bem próximo de uma verdade de fatos.

    Alguns exageros sobre a inquisição, e sobre a maldade dos franceses, mas tudo esta bem factual e afável ao se ler, ao menos para mim que me considero capaz de “filtrar” quando necessário realidade de ficção.

    A descrição dos padres é bem típico do descontrole da própria igreja sobre os sacerdotes, e naõ chega a ser MUITO exagerado nem tão contraditório contraditório a fatos históricos.

    Nick para mim, sempre foi esquizofrênico xD.

    Bom sem mais delongas parabéns, irei baixar os outros programas. Abraço.

    Ps: nesta época, como já li em vários livros acadêmicos, ser ateu é algo inexistente. A possibilidade de não acreditar em Deus é totalmente impensável. Só disse isto porque se vc escuta Deus, então você realmente escuta Deus.

  20. Juan de Las nieves

    Caramba, em todos, todos os episódios a nota da Dani na leitura é sempre a mais baixa, Ou ela é muito exigente, ou tem menos capacidade de ler livros que os outros integrantes. Talvez você deva ler só Ya Dani.

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