Continuando a história do mais popular RPG de todos os tempos, passamos para a evolução de Dungeons & Dragons 3ªEdição: O Dungeons & Dragons 3.5.
Qual é o sopro deste dragão?! Atômico?
No meio de 2003 a Wizards of the Coast lançou uma edição tão revisada e carregada de erratas da 3ª edição, que resolveu chamá-la de 3.5. Além das modificações das erratas, a “nova” edição expandia os livros do Mestre e dos Monstros, com conteúdo extra e muitas modificações, apesar de haver muito material não modificado reeditado. Todas as modificações ainda eram compatíveis com a 3ª edição, agindo como uma errata colossal.
Agora paladinos invocavam suas montarias do nada e podiam envia-las de volta para o nada quando não precisassem mais, evitando dores de cabeças com jogadores que esquecem de desmontar para entrar na taverna ou na masmorra. Monges, bardos, bárbaros e rangers tiveram grandes modificações para tornar estas classes mais atraentes.
Nesta época também chegou Eberron, adicionando bazilhões de raças jogáveis.
Magias e talentos tiveram muitas modificações, criando novos e alterando os efeitos dos antigos. Perícias visivelmente menos úteis ou menos utilizadas foram unidas com outras ou renomeadas. Monstros passaram à ganhar talentos e perícias como jogadores, tornando-os muito mais personalizáveis mas complicando a vida dos mestres. A parte de combate é ainda mais focada na utilização de miniaturas e mapas.
Curiosamente muitas modificações feitas não se tornaram populares, o que fez muitos jogadores adotarem regras caseiras para alterar o que não lhes aprazia.
A edição 3.5 trouxe consigo as tendências que cresciam dentro do jogo, mas o futuro reservava surpresas muito maiores.
Surpresas do tipo que pulam na sua frente e estapeiam a sua cara.
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