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	<title>Grifo Nosso &#187; Eric Torres</title>
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	<description>Quatro estudantes de direito numa especie de clube do livro, discutindo obras nao juridicas.</description>
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	<itunes:summary>O podcast Grifo Nosso e uma especie de clube do livro. 

Danielle Toste, Eric Torres, Gustavo Domingues e Juliana Morais leem o mesmo livro e comentam sobre a historia e os altos e baixos da trama. Quatro aspectos do livro sao avaliados: trama, personagens, escrita e leitura.</itunes:summary>
	<itunes:author>Grifo Nosso</itunes:author>
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	<itunes:subtitle>Um clube do livro em formato de podcast</itunes:subtitle>
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		<title>Grifo Nosso &#187; Eric Torres</title>
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		<title>Criadores de Mundos: Dan Brown</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 21:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Torres</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dan Brown]]></category>
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		<description><![CDATA[As fórmulas de sucesso não costumam variar entre diversas opções. Além das clássicas tramas escolares entre adolescentes com algum tipo de poder sobrenatural, posso colocar também na lista uma heresia bem trabalhada. Muito simples, basta contestar algum ponto essencial da religião dominante, colocar um simbologista de Harvard e uma teoria da conspiração e pronto: mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As fórmulas de sucesso não costumam variar entre diversas opções. Além das clássicas tramas escolares entre adolescentes com algum tipo de poder sobrenatural, posso colocar também na lista uma heresia bem trabalhada. Muito simples, basta contestar algum ponto essencial da religião dominante, colocar um simbologista de Harvard e uma teoria da conspiração e pronto: mais de 80 milhões de livros vendidos e o sorriso contente ai de baixo:</p>
<p><center><div id="attachment_1368" class="wp-caption alignnone" style="width: 237px"><img class="size-full wp-image-1368   " title="dan_brown" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/dan_brown.jpg" alt="Dan Brown" width="227" height="249" /><p class="wp-caption-text">Dan Brown</p></div></center></p>
<p>No que foi a heresia mais pop da época, Dan Brown ofendeu Jesus, a Igreja e o Grande Arquiteto do Universo, e não teve suas <span id="more-1367"></span>tripas imediatamente dilaceradas. Mas até que foi algo previsível. Em tempos politicamente corretos é difícil empalar ou queimar um infiel (no ocidente, claro), sendo bem mais fácil xingar muito no twitter.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1373" title="tweet" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/tweet.jpg" alt="" width="439" height="243" /></p>
<p>O grande sucesso de Dan Brown foi sem dúvida <em>O Código Da Vinci, </em>lançado em 2003 e adaptado para o cinema em 2005/2006. Embora de menor expressão, também lançou <em>Ponto de Impacto</em>, <em>Fortaleza Digital, Anjos e Demônios</em> e <em>O Símbolo Perdido</em>.</p>
<p>Toda a estória de Dan Brown é baseada no suspense. Por meio de teias de tramas conspiratórias suas narrativas são construídas, o que até aqui posso dizer que chega a ser bom, se não pecasse em alguns pequenos detalhes. Por exemplo, parece bem interessante escrever sobre uma sociedade secreta qualquer que esconde algum conhecimento que pode mudar o mundo. Somam-se alguns personagens igualmente razoáveis e temos um livro. Agora, pra que terminar com uma revelação de novela da Televisa, do tipo <em>Carlos Daniel, preciso te contar antes de morrer, você é meu filho bastardo?</em></p>
<p>Acho que os clichês são o grande problema em Dan Brown. Por outro lado eu reitero, as estórias dele são cativantes de se ler, a narrativa flui bem e a leitura é agradável. Todo o aspecto histórico por traz dos livros é bem interessante, apesar das imprecisões que as vezes ocorrem. Faz parte da criação razoável o trabalho com fatos alternativos, desde que não sejam tão absurdos a ponto de comprometer a qualidade final do livro.</p>
<p><em>O Codigo da Vinci</em> tem a estória que eu acho mais sólida e bem trabalhada. É nela que se questiona a divindade/imortalidade de Jesus Cristo e Robert Langdon, o simbologista de Harvard, ganha prestígio. Dan Brown sempre gostou de assuntos referentes à religião, por isso desejava reacender a discussão sobre a fé. E que tática melhor do que começar pelo aspecto mais fundamental do Cristianismo? Tá certo que não foi um impulso para ganhar mais fiéis e a apatia da religião não mudou muito&#8230;</p>
<p>No geral, os livros de Dan Brown estão longe das melhores obras, mas ainda assim é uma leitura boazinha. Recomendado para todos os meninos bonitos com medo de padres, sem dúvida.</p>
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		<title>Conn Iggulden: a primeira coluna do império é sempre a espada</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 03:15:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Torres</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um pouco diferente das conquistas de hoje, o sabor nostálgico de uma vitória banhada a sangue com o misticismo conduzindo todas as decisões sem dúvida deixa a leitura de uma romance histórico interessante. Claro, não estou dizendo que hoje não há violência ou misticismo, mas sim que o homem ficou mais interiorizado e excessivamente lamurioso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um pouco diferente das conquistas de hoje, o sabor nostálgico de uma vitória banhada a sangue com o misticismo conduzindo todas as decisões sem dúvida deixa a leitura de uma romance histórico interessante. Claro, não estou dizendo que hoje não há violência ou misticismo, mas sim que o homem ficou mais interiorizado e excessivamente lamurioso, e isto parece ter retirado algo da diversão das narrativas em ambientes mais recentes (Odin acharia tudo uma vergonha, afinal somente hoje nós temos vampiros indecisos cujo máximo de poder não vai além de uma intriguinha novelesca).</p>
<p><center><div id="attachment_1161" class="wp-caption aligncenter" style="width: 170px"><a href="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/o-imperador2.jpg"><img class="size-full wp-image-1161" title="Conn Iggulden" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/o-imperador2.jpg" alt="Conn Iggulden" width="160" height="205" /></a><p class="wp-caption-text">Conn Iggulden</p></div></center></p>
<p>Naturalmente em Conn Iggulden ficamos com a primeira opção. Na mesma linha de Bernard Cornwell,  o autor desenvolve seu mundo em períodos históricos muito bem delimitados, com riqueza de detalhes e uma especial atenção para as batalhas. Sim, aqui o poder nasce de um monte de corpos jogados em um campo de batalha, na mais clássica forma de <span id="more-1131"></span>se forjar um império.</p>
<p>O autor tem duas grandes séries na bagagem, “O Imperador” e “O Conquistador”, bem como outros livros não tão famosos por aqui, como “O livro perigoso para garotos” e “O livro perigoso dos heróis”. Creio que a mais marcante é a tetralogia “O imperador”, a qual resume bem o estilo de Conn Iggulden. Não vou colocar spoilers, mas apresentar o autor é também apresentar sua obra prima, então aqui segue um pouco do seu mundo.</p>
<p>Há alguns meses comprei o primeiro livro desta série, que traz a vida de Júlio César, mostrando suas conquistas e a ascensão através da nobreza romana. Após a leitura dos dois primeiros capítulos imediatamente comprei os outros três livros, pois seria impossível ficar com minha biblioteca sem eles.</p>
<p>No primeiro livro da série, intitulado &#8221; Os Portões de Roma”, Conn Iggulden mostra Júlio César ainda novo, com um espírito de criança, mas já forte. De maneira bem linear a estória vai expondo vários personagens, sem a preocupação de focar unicamente no jovem Júlio.</p>
<p><center><div id="attachment_1143" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/gladiador-23.jpg"><img class="size-medium wp-image-1143" title="gladiador 2" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/gladiador-23-300x258.jpg" alt="Onde esta quem vós chamais de Chuck Norris?" width="300" height="258" /></a><p class="wp-caption-text">Onde está quem vós chamais de Chuck Norris?</p></div></center></p>
<p>No decorrer  dos capítulos é possível perceber um fortalecimento dos personagens graças ao contato cada vez mais constante com uma sociedade ansiosa pelo poder. E aqui há uma riqueza que atrai os amantes da história romana, pois o autor descreve tudo com detalhes assustadores, a ponto de o leitor realmente acreditar que todo o narrado realmente aconteceu.</p>
<p>Claro que Conn Iggulden não se prende completamente aos fatos. Basta uma pesquisa para descobrir que certos personagens não existiram, ou que alguns fatos são inverídicos. No entanto, o contexto em que eles são colocados faz os livros de História parecerem um sacrilégio. Imagino que se todos os praticantes de quiromancia tivessem essa capacidade de criação todos nós acreditaríamos que dente de ouro é algo bonito, ou sei lá em coisa pior. Enfim&#8230;</p>
<p>No primeiro livro não são trazidas tantas batalhas, e as que o autor colocou não se delongam em páginas e páginas descrevendo os mínimos detalhes. Este é ainda um aspecto bem positivo e torna a leitura agradável, sem deixar impacientes os leitores mais apressados.</p>
<p>Evidentemente nos próximos livros as batalhas se intensificam, acompanhando o período de turbulências do final do período da república romana. Estamos aqui diante de um épico que pode ser comparado com as Crônicas Saxônicas, tanto com a exaltação da força dos personagens como com o mesmo dilema que cegou Aquiles: a fama e o poder.</p>
<p>E assim também acontece com a série “O Conquistador”. Pela olhada passageira que dei, já que os três livros só chegaram em casa hoje, é outra coleção promissora. Esta traz Gengis Khan, figura lendária da Ásia que fez um império enorme. Pra fazer isto, somente com guerra e uma correta administração do poder, tudo escrito com sangue nas páginas do livro. Não tem o mesmo brilho de Júlio César, o que claramente se reflete no livro, mas não deixa de ser um grande romance.</p>
<p>Conn Iggulden pode ser colocado no mesmo patamar de Bernard Cornwell ainda que tenha menos livros publicados. Mas podemos esperar muita coisa para os próximos anos&#8230; Como ele virá em agosto para a Bienal do Livro de São Paulo, pode ser que ele fale algo sobre saga seguinte (em princípio, o quarto livro da coleção &#8220;O Conquistador&#8221;, com lançamento previsto para setembro).</p>
<p>Bem, resumindo, para os apreciadores de romances históricos, adoradores de Odin ou de Ares que sempre queimam um coração de cavalo em seus altares domésticos, sem dúvida este é um autor cujos livros não podem decepcionar.</p>
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		<title>Quatro pernas bom, Duas pernas ruim</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 14:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Torres</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Introdução]]></category>
		<category><![CDATA[A Revolução dos Bichos]]></category>
		<category><![CDATA[George Orwell]]></category>
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		<description><![CDATA[Há muito tempo estamos acostumados com fábulas, as típicas tramas de animais falantes com uma lição de moral no fim&#8230;Ah sim&#8230;quem tudo quer tudo perde, a necessidade é a mãe de todas as invenções&#8230; e por aí vai.  

Aqui a situação não é outra, afinal do próprio nome “a revolução dos bichos” já dá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Há muito tempo estamos acostumados com fábulas, as típicas tramas de animais falantes com uma lição de moral no fim&#8230;Ah sim&#8230;quem tudo quer tudo perde, a </span><span style="color: #000000;">necessidade é a mãe de todas as invenções&#8230; e por aí vai.</span><a href="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/revolucao-dos-bichos.jpg"><span style="color: #000000;"> </span></a><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="text-align: center;"><a title="Imagem Original" href="http://cogdogblog.com/wp-content/uploads/2009/06/animal-farm.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-634" title="revolucao dos bichos" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/revolucao-dos-bichos.jpg" alt="" width="274" height="200" /></a></p>
<p>Aqui a situação não é outra, afinal do próprio nome “a revolução dos bichos” já dá para associar alguma coisa. Para dar uma luz, segue <span id="more-603"></span>um trecho do livro:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><span style="color: #008000;">&#8220;Será isso, apenas, a ordem natural das coisas? Será esta nossa terra tão pobre que não ofereça condições de vida decente aos seus habitantes? Não, camaradas, mil vezes não! O solo da Inglaterra é fértil, o clima é bom, ela pode oferecer alimentos em abundância a um número de animais muitíssimo maior do que o existente. Só esta nossa fazenda comportaria uma dúzia de cavalos, umas vinte vacas centenas de ovelhas &#8211; vivendo todos num com uma dignidade que, agora, estão além de nossa imaginação. Por que, então, permanecemos nesta miséria? Porque quase todo o produto do nosso esforço nos é roubado pelos seres humanos. Eis aí, camaradas, a resposta a todos os nossos problemas. Resume-se em uma só palavra &#8211; Homem. O homem é o nosso verdadeiro e único inimigo. Retire-se da cena o Homem, e a causa principal da fome e da sobrecarga de trabalho desaparecerá para sempre.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;">(A Revolução dos Bichos, </span><span style="color: #000000;">George Orwell)</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Excelente livro para bolcheviques&#8230;só não vale querer comê-lo! A moral é claro, fica para o podcast&#8230;</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Menino do Pijama Listrado</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 23:17:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Introdução]]></category>
		<category><![CDATA[Citação]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Nazismo]]></category>
		<category><![CDATA[O Menino do Pijama Listrado]]></category>

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		<description><![CDATA[A Segunda Guerra tem sido o palco para o desenvolvimento de muitas estórias, boa parte delas sob uma visão adulta, do soldado em campo de batalha e seu desafio em sair vivo e voltar para casa.
De igual modo tem acontecido com o anti-semitismo nazista, em que o judeu é retratado como combatente e perseguido.

Mas, trocando-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Segunda Guerra tem sido o palco para o desenvolvimento de muitas estórias, boa parte delas sob uma visão adulta, do soldado em campo de batalha e seu desafio em sair vivo e voltar para casa.</p>
<p>De igual modo tem acontecido com o anti-semitismo nazista, em que o judeu é retratado como combatente e perseguido.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-339" style="border: black 2px solid;" title="Imagem" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Imagem1-270x300.jpg" alt="Imagem" width="170" height="189" /></p>
<p style="text-align: left;">Mas, trocando-se o foco, como seria a percepção a partir de uma criança alemã, ainda ingênua e sem ter contato profundo com o caos da intolerância nazista? <span id="more-327"></span></p>
<p style="text-align: left;">Já indicando os caminhos para a resposta, segue um curioso trecho  do livro:</p>
<blockquote style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><span style="color: #339933;">“E um pensamento final passou pela cabeça de seu irmão, enquanto ele observava as centenas de pessoas na distância prosseguindo com seus assuntos, e era o fato de que todos eles – os meninos pequenos, os meninos grandes, os pais, os avôs, os tios, as pessoas que vivem sozinhas nas ruas da vida e não parecem ter parentes – usavam as mesas roupas: um conjunto de pijama cinza listrado com um boné cinza listrado na cabeça”</span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: right">(O Menino do Pijama Listrado. John Boyne)</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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