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	<title>Grifo Nosso &#187; Gustavo Domingues</title>
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	<itunes:summary>Danielle Toste, Eric Torres, Gustavo Domingues e Juliana Morais leem o mesmo livro e falam sobre ele. Quatro aspectos do livro sÃ£o avaliados: trama, personagens, escrita e leitura.</itunes:summary>
	<itunes:author>Grifo Nosso</itunes:author>
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	<itunes:subtitle>Um clube do livro em formato de podcast</itunes:subtitle>
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		<title>O Poderoso Chefão</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 08:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Você vêm, no dia do casamento de minha filha e pede que eu mate?&#8221; A frase acima é uma das mais memoráveis do livro de Mario Puzo, O Poderoso Chefão (The Godfather), que revolucionou a história da literatura&#8230;logo após seu filme sair e revolucionar o cinema, apesar do filme ter originado do livro. O Poderoso Chefão conta a história da família Corleone, centrando-se em Don Vito Corleone, um imigrante italiano originalmente chamado de Vito Andolini, mas que mudou seu sobrenome &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2012/01/o-poderoso-chefao/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Você vêm, no dia do casamento de minha filha e pede que eu mate?&#8221;</p>
<p>A frase acima é uma das mais memoráveis do livro de Mario Puzo, O Poderoso Chefão (The Godfather), que revolucionou a história da literatura&#8230;logo após seu filme sair e revolucionar o cinema, apesar do filme ter originado do livro.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-7497" title="the_godfather_and_bouna_sera_by_donvito62-d337kw6" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/the_godfather_and_bouna_sera_by_donvito62-d337kw6-495x371.png" alt="" width="495" height="371" /></p>
<p>O Poderoso Chefão conta a história da família Corleone, centrando-se em Don Vito Corleone, um imigrante italiano originalmente chamado de Vito Andolini, mas que mudou seu sobrenome após chegar ao EUA em homenagem à cidade italiana de Corleone. A história se passa principalmente entre os anos 40 e 50 em Nova York.</p>
<p><span id="more-7418"></span></p>
<p>A família Corleone é uma das famílias mafiosas de Nova York, tendo grande lucro com jogo, prostituição e &#8220;taxas de proteção&#8221; típicas de milícias. A parte mafiosa da família é formada principalmente por Don Vito, o chefe metódico e calmo, Sonny, o primogênito de temperamento explosivo, Michael, o talentoso filho do meio, Fredo, o relutante caçula e Tom Hagen, o inteligente filho adotado.</p>
<p>Michael, de certa forma, é o personagem principal da trama, voltando da Itália onde combateu com os Aliados e encontrando sua família submersa em negócios e tensões com as outras famílias mafiosas de NY. Mais precisamente, a família Tattaglia pressiona o grande traficante Virgil Sollozzo à tentar convencer a família Corleone à proteger o comércio de heroína da família Tattaglia com seus contatos políticos. Don Vito abomina o tráfico de drogas e teme perder suas influências políticas se às utilizar para encobrir o comércio de entorpecentes, e desta forma acaba se negando à fazer a vontade de Sollozzo. Uma guerra das famílias mafiosas logo se instaura e Michael terá de assumir um lugar que até então rejeitava após o afastamento de Don Vito, quando a impetuosidade de Sonny se mostra um problema e Fredo não demonstra nenhuma vontade de assumir a chefia da família, Michael terá de garantir a superioridade da família Corleone.</p>
<p>O Poderoso Chefão não é apenas um clássico por sua adaptação cinematográfica ter sido magistralmente executada, pois cada frase do livro faz você respirar aquela atmosfera de tensão, crime e morte que permeia a vida dos Corleone, mostrando que uma vida criminosa pode ser abastada, mas nunca é tranquila. Sabendo disso, Michael, um mafioso relutante, luta contra a natureza da família e em favor de sua própria ética o máximo que pode, até ser confrontado com um motivo maior, escolher entre a aniquilação de sua família ou abraçar o &#8220;chefão&#8221; que existe escondido dentro dele.</p>
<div id="attachment_7498" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-7498" title="the_godfather-1" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/the_godfather-1-495x371.jpg" alt="" width="495" height="371" />
<p class="wp-caption-text">Michael, Don Vito, Sonny e Fredo</p>
</div>
<p>A narrativa se estende por longos períodos de tempo se atendo apenas aos acontecimentos importantes. A guerra mafiosa pode parecer lenta, mas com o tempo se entende que se trata de um xadrez de dominação e sangue debaixo dos radares das autoridades, sendo que grandes movimentos só são feitos quando existe garantia da ausência de retaliação, tanto de mafiosos inimigos como do estado.</p>
<p>Os personagens parecem bidimensionais, com poucas características, mas se desenvolvem ao longo dos anos ao invés de serem totalmente apresentados inicialmente. Este artifício de Puzo mostra uma excelente noção de personalidade, mostrando amadurecimento e profundidade conforme o leitor conhece os personagens, afinal, não se sabe tudo sobre uma pessoa conversando em uma única noite. Com exceção de Sonny, o filho burro que foi feito para ser um canhão solto (em sentidos bastante bizarros), um maníaco que age exacerbando cada sentimento, com um arco de história próprio completamente dispensável.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-7499" title="The-Godfather" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/The-Godfather-495x371.jpg" alt="" width="495" height="371" /></p>
<p>O Poderoso Chefão foi um livro bem pensado e muito bem executado, trazendo uma visão da vida criminosa mais romântica e inteligente do que a maioria de outras obras do gênero retratam. O Poderoso Chefão é um divisor de águas tão grande que foi uma das poucas vezes que a realidade imitou a ficção, mudando as máfias italianas do mundo inteiro (não digo o modo como vemos a máfia, digo a <a href="http://www.theage.com.au/entertainment/movies/why-hollywood-is-married-to-the-mob-20100913-158dl.html" target="_blank">máfia</a> mesmo), fazendo com que tais criminosos passassem á considerar conceitos como honra e família acima de dinheiro e poder, transformando-os de rufiões violentos para criminosos requintados, em seus ternos caros, fazendo reuniões para discutir os negócios da família em suas mansões.</p>
<p>O Poderoso Chefão é uma obrigação para todo amante de livros , assim como o filme é uma obrigação para cinéfilos que se prezem. E se você é descendente de italianos como eu: Leggerlo ora, dannazione!</p>
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		<title>O Último Desejo</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 08:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review: Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Andrzej Sapk]]></category>
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		<description><![CDATA[O Último Desejo &#8211; A Saga do Bruxo Geralt de Rívia &#8211; Livro 1, conta a história do famigerado Geralt de Rívia, um &#8220;bruxo&#8221;, e também um mutante, treinado e alterado desde a mais tenra idade para caçar os monstros que assolam seu mundo. O livro de Andrzej Sapkowski traz um mundo de fantasia obscura, repleto de ambiguidade e humor negro, povoado por criaturas tradicionais de mitologias européias (principalmente eslavas mas até mesmo gregas e germânicas) e sem os moldes de &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2012/01/o-ultimo-desejo/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Último Desejo &#8211; A Saga do Bruxo Geralt de Rívia &#8211; Livro 1, conta a história do famigerado Geralt de Rívia, um &#8220;bruxo&#8221;, e também um mutante, treinado e alterado desde a mais tenra idade para caçar os monstros que assolam seu mundo. O livro de Andrzej Sapkowski traz um mundo de fantasia obscura, repleto de ambiguidade e humor negro, povoado por criaturas tradicionais de mitologias européias (principalmente eslavas mas até mesmo gregas e germânicas) e sem os moldes de contos de fadas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-7462" title="Geralt" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Geralt.jpg" alt="" width="434" height="600" /></p>
<p>A história começa com mais um dos &#8220;serviços&#8221; de Geralt sendo realizado em uma cidade (curiosamente é a introdução do primeiro jogo  The Witcher) onde ele acaba gravemente ferido. Ao se recuperar de seu ferimento em um templo Geralt descansa e medita enquanto é visitado por um velho amigo e se lembra de suas aventuras. Esta é a forma de amarrar as aventuras de Geralt, que foram publicadas originalmente em forma de contos na revista &#8220;Fantastyka&#8221;, sendo que o primeiro desses contos foi em 1986, ainda quando Sapkowski era apenas um tradutor da revista.</p>
<p><span id="more-7457"></span></p>
<p>As viagens de Geralt lembram os contos de Conan, o bárbaro, de Robert E. Howard, que Sapkowski inclusive é fã, de forma que suas aventuras envolvem violência, inteligência e por vezes sexo selvagem. De certa forma eu achei curioso como Geralt resolve seus problemas: Ou ele mata, ou ele conversa ou ele faz sexo com eles (Conan não costumava conversar).</p>
<p>A narrativa de Sapkowski é rápida e bem humorada, sem grandes lapsos de tempo transcorridos entre uma cena e outra mas também sem detalhar excruciantemente o que o protagonista faz em seu tempo livre. A histórias se complementam e fornecem muitas informações à respeito de Geralt, o homem polido e frio, que se distancia da humanidade quando é agredido e à abraça com sofreguidão para ser amado. Sapkowski tem grande mérito em seu linguajar e invenções, pois os nomes próprios de personagens e cidades soam legítimos e seus monstros são variados e bem elaborados.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-7465" title="wiedzmin-2-zabojcy-krolow-nowa-okladka_4b7c" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/wiedzmin-2-zabojcy-krolow-nowa-okladka_4b7c-495x321.jpg" alt="" width="495" height="321" /></p>
<p>Por vezes, ao ler o Último Desejo, me lembrava do Caça-Feitiço de Joseph Delaney, por haver um protagonista se utilizando de superstições e &#8220;mandingas&#8221; para dar conta de determinados monstros, como é o caso de Geralt, que prepara um ramo de acônito no caso de encontrar algum lobisomem em uma floresta que passava. Mas além de ser mais antigo, o bruxo é muito mais violento que o Caça-feitiço, carregando duas espadas, uma de prata e outra  forjada de ferro meteórico, para dar cabo das crias das trevas.</p>
<p>Geralt em si é o que pode se considerar um protagonista &#8220;estiloso&#8221;, sua aparência é marcante mas não feia, sua habilidade com esgrima é bem característica e ricamente detalhada, seu sucesso com as mulheres é inquestionável (farejo uma Mary Sue). Além da perícia com armas, Geralt conta com magias e poções, além do controle absoluto do próprio corpo, para caçar os monstros. Alias, algumas vezes eu entendo que a praticidade seja sacrificada pelo &#8220;estilo&#8221; do personagem, que carrega suas espadas nas costas, local notoriamente horrível para se carregar uma espada, sacrificando ângulo e força no saque, e por carregar uma arma que não se associa aos caçadores, pois a espada é uma arma de guerreiro, de soldado, uma lâmina grande que mantém seu inimigo afastado e serve para aparar golpes, sendo que caçadores usam lanças e arcos. Mas esta é uma reclamação de cunho prático, e como Sapkowski sabe que ambientação supera verossimilhança, não é bem colocada em um mundo de fantasia, até porque o autor entende bastante disso, sendo um renomado entusiasta dos jogos de RPG, tendo inclusive escrito seu próprio livro do tema, <em>Oko Yrrhedesa.</em></p>
<p>O Último Desejo é o primeiro dos sete livros sobre Geralt (oito se contarmos o &#8220;Coś się kończy, coś się zaczyna&#8221;). A saga de Geralt deu origem à quadrinhos, um livro de RPG, um jogo de cartas (TCG), um filme para a TV, um seriado e dois jogos de computador. Recentemente, Sapkowski está escrevendo romances históricos.</p>
<div id="attachment_7463" class="wp-caption aligncenter" style="width: 342px"><img class="size-full wp-image-7463" title="O-Ultimo-Desejo" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/O-Ultimo-Desejo.jpg" alt="" width="332" height="500" />
<p class="wp-caption-text">Capa brasileira</p>
</div>
<p>No Brasil a tradução está à encargo de Tomasz Barcinski, o zeloso(<a href="http://www.grifonosso.com/2011/04/lancamento-do-mes-o-ultimo-desejo-a-saga-do-bruxo-gerald-de-rivia-vol-i/">muito zeloso</a>) tradutor que traduziu direto do polonês, evitando que uma dupla tradução vinda do inglês perdesse muita substância. A tradução têm pontos que eu pessoalmente mudaria, mas é um trabalho detalhista e feito com muito esmero. A capa do livro é bela, mas as informações contidas nela são questionáveis, como a quantidade de livros vendidos, mas vi que existe um padrão pois aparentemente as capas em espanhol também são assim. Senti falta de um bestiário ao fim do livro, soube pelo tradutor que o próprio autor o dissuadiu de fazer um , pois contando todos os livros haveriam monstros demais, mas apesar disso muitos monstros ficam mais à cargo da imaginação do leitor do que á tradução, pois eu mesmo imaginava uma quiquimora como uma aranha gigante (um salve para a Laracna e Ungoliant) e descobri que ela é <a href="http://witcher.wikia.com/wiki/Kikimore">assim</a>.</p>
<p>Recomendo fortemente o livro, li ele em um único dia (ajuda se você estiver no hospital) e fiquei ansiando por mais ao fim.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Old Man Logan</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 07:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Old Man Logan é um arco de história de oito edições na revista contínua Wolverine, mas mais tarde foi lançada como uma série única com edição de luxo. A série foi escrita por Mark Millar e desenhada por Steve  McNiven. A história se passa cinquenta anos no futuro, cinquenta anos após os vilões do mundo da Marvel decidirem se juntar em um único golpe colossal e derrubar todos os heróis do mundo, estratégia inteligente se formos lembrar que devemos ter pelo &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/12/old-man-logan/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Old Man Logan é um arco de história de oito edições na revista contínua Wolverine, mas mais tarde foi lançada como uma série única com edição de luxo. A série foi escrita por Mark Millar e desenhada por Steve  McNiven.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-7332" title="oml" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/oml-495x375.jpg" alt="" width="495" height="375" /></p>
<p><span id="more-7331"></span></p>
<p>A história se passa cinquenta anos no futuro, cinquenta anos após os vilões do mundo da Marvel decidirem se juntar em um único golpe colossal e derrubar todos os heróis do mundo, estratégia inteligente se formos lembrar que devemos ter pelo menos dez vilões para cada herói. Wolverine foi um dos atacados e o único sobrevivente dos X-men graças à seu fator de cura, e desde então ele desistiu da vida de heróis, abdicando inclusive de todo e qualquer tipo de violência, e decidiu só viver como um agricultor com sua nova esposa Maureen e seus filhos, Scotty e Jade. Logan (como Wolverine só atende agora) vive em Hulkland, um dos quatro enormes distritos nos quais o estados Unidos foi dividido entre quatro seres super poderosos, Dr. Destino, Hulk (que tomou seu território do Abominação), o Rei do Crime (que tomou seu território do Magneto) e o Caveira Vermelha, que se tornou o novo e auto proclamado presidente dos Estado Unidos.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-7334" title="Old_man_Logan_by_Ronin1984" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Old_man_Logan_by_Ronin1984-495x752.jpg" alt="" width="495" height="752" /></p>
<p>Logan está endividado com a família Hulk (que, seguindo a tradição estereotipada dos caipiras americanos é incestuosa, violenta e canibal) e aceita uma parceria em um serviço com o único sobrevivente dos Vingadores, Gavião Arqueiro, que sobreviveu graças ao fato de ser subestimado pelos vilões como um humano normal e teve apenas seus olhos arrancados, mas continua um exímio arqueiro que depende só dos sons produzidos pelos adversários. Logan e Clint (nome verdadeiro do Gavião Arqueiro) atravessam todo o território devastado das províncias vilanescas para chegar com um pacote em Nova York, e isto os fará mergulhar no passado de uma forma escura e cruel, bastante atípico das histórias da Marvel.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-7335" title="OldManLogan_super" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/OldManLogan_super-495x709.jpg" alt="" width="495" height="709" /></p>
<p>Logan está em um estado de amargura perpétua e se concentra todo o tempo para não quebrar o próprio voto de não violência, mergulhando frequentemente em visões e pesadelos mostrando o que aconteceu naquele dia do passado quando os heróis foram derrotados e fez com que ele deixasse de lutar para sempre. Clint se tornou muito mais fodástico depois de cego, um tanto quanto irônico para o Gavião Arqueiro (Hawkeye no original), mas não deixou de ser mulherengo e vagabundo.</p>
<div id="attachment_7333" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-7333" title="old-man-logan-credit-marvel-comics_786_poster" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/old-man-logan-credit-marvel-comics_786_poster-495x705.jpg" alt="" width="495" height="705" />
<p class="wp-caption-text">Melhor releitura do Gavião Arqueiro que já vi</p>
</div>
<p>Millar faz um trabalho excelente, com seu típico misto de diálogos carregados de emoção e imagens repletas de uma violência muito mais brutal do que o que se esperaria de um personagem com garras. Muitas vezes Millar deixa o texto de lado e faz com que Steve McNiven conte a história visualmente, o que ele faz com maestria.</p>
<p>Old man Logan é um dos melhores trabalhos da Marvel de ultimamente, leitura obrigatória para Marvelmaníacos e Dcnautas.</p>
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		<title>The Battle Rages on: Kindle Fire vs Nook se torna DC vs Marvel</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 07:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todos que apreciam um bom livro e uma boa tecnologia estão à par do Tablet lançado recentemente pela Amazon intitulado Kindle Fire, pois é o próximo passo na escala da evolução do e-reader homônimo. O principal atrativo do Kindle como Tablet é seu preço camarada, cerca de 200 dólares, em face de monstros como o iPad e o Galaxy, que giram em torno de 600 doletas cada. Apesar de humilde em suas configurações, o Kindle se tornou a pretensão de mais &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/11/the-battle-rages-on-kindle-fire-vs-nook-se-torna-dc-vs-marvel/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos que apreciam um bom livro e uma boa tecnologia estão à par do Tablet lançado recentemente pela Amazon intitulado Kindle Fire, pois é o próximo passo na escala da evolução do e-reader homônimo. O principal atrativo do Kindle como Tablet é seu preço camarada, cerca de 200 dólares, em face de monstros como o iPad e o Galaxy, que giram em torno de 600 doletas cada.</p>
<div id="attachment_7262" class="wp-caption aligncenter" style="width: 318px"><img class="size-full wp-image-7262" title="kindle-fire" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/kindle-fire.jpg" alt="" width="308" height="434" />
<p class="wp-caption-text">Que belezinha&#8230;(pedreiro on)</p>
</div>
<p>Apesar de humilde em suas configurações, o Kindle se tornou a pretensão de mais da metade dos americanos que pretendem comprar um tablet, porque a maioria não está nem aí para vídeo conferências tirar fotos com seu caderninho eletrônico, jogar Angry Birds e outras bobeiras, querem apenas ler um bom livro, revistas em quadrinhos ou navegar na internet. Com isso a Apple finalmente se sente ameaçada em sua hegemônica fatia de mercado que envolve 70% das vendas de tablets. Mas um dos maiores atrativos, para pessoas como eu, é que o Kindle Fire virá com mais de 100 Graphic Novels e quadrinhos completos da DC, com exclusividade de formato digital para alguns títulos que ainda serão lançados.</p>
<p><span id="more-7260"></span></p>
<p>Por outro lado a Barnes &amp; Noble, a maior rede de livrarias físicas dos EUA, e já inserida no mercado de e-readers com o Nook, viu nos tablets baratos uma chance e também lançou seu Nook Tablet, 50 dólares mais caro que o Kindle Fire mas consideravelmente melhor. Ao saber do contrato exclusivo da DC com a Amazon a Barnes reagiu tirando todos os quadrinhos da DC das prateleiras sob o pretexto de &#8220;se não podemos vender a versão digital, não venderemos a física&#8221; e adicionou mais uma empresa à equação, a arqui-inimiga da DC, Marvel Comics, que fez uma aliança(contrato, mas acho aliança mais dramático) com a Barnes para conteúdo exclusivo para o Nook(quero ver a Amazon tirar os produtos da Marvel do site).</p>
<div id="attachment_7263" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-7263" title="marvel-nook-tablet" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/marvel-nook-tablet-495x715.jpg" alt="" width="495" height="715" />
<p class="wp-caption-text">Oh coisa linda&#8230;(pedreiro on)</p>
</div>
<p>O mais divertido é o fato de por trás da DC estar a Warner Bros e por trás da Marvel a Disney, dois gigantes do entretenimento que se digladiam ferozmente e agora acharam mais um campo de batalha no mundo dos tablets.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-7264" title="Avengers_vs_JLA" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Avengers_vs_JLA-495x490.jpg" alt="" width="495" height="490" /></p>
<p>Em teoria, os consumidores deveriam ganhar com a disputa, pois os concorrentes tentariam baixar seus preços, mas neste caso se tornou algo que eu vejo e detesto no mundo dos jogos eletrônicos (Video Games), que é a batalha por exclusividade, em que o consumidor não pode avaliar apenas o produto pura e simplesmente, mas têm de prever tudo que ele pode querer eventualmente no futuro, pois pode não estar disponível para o sistema que ele escolheu.</p>
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		<title>Y: O Último Homem</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 07:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mangás e Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Brian K. Vaughan]]></category>
		<category><![CDATA[Last Man]]></category>
		<category><![CDATA[O Último Homem]]></category>
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		<category><![CDATA[Pia Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Vertigo]]></category>
		<category><![CDATA[Y]]></category>

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		<description><![CDATA[Y: O Último Homem é uma HQ que foi lançada pelo selo Vertigo da Dc nos EUA em 60 edições, aqui no Brasil apenas dois encadernados foram lançados pela Opera Graphica e mais um pela Panini, que detém os direitos da linha Vertigo desde 2009. Y conta a história de Yorick Brown e Ampersand (seu macaco prego) os únicos sobreviventes da &#8220;praga&#8221; instantânea (e espontânea) que exterminou todos os seres com o cromossomo Y da face da Terra, fossem humanos, &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/11/y-o-ultimo-homem/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Y: O Último Homem é uma HQ que foi lançada pelo selo Vertigo da Dc nos EUA em 60 edições, aqui no Brasil apenas dois encadernados foram lançados pela Opera Graphica e mais um pela Panini, que detém os direitos da linha Vertigo desde 2009.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-7206" title="Y-The-Last-Man-Wallpaper" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Y-The-Last-Man-Wallpaper-495x371.jpg" alt="" width="495" height="371" /></p>
<p>Y conta a história de Yorick Brown e Ampersand (seu macaco prego) os únicos sobreviventes da &#8220;praga&#8221; instantânea (e espontânea) que exterminou todos os seres com o cromossomo Y da face da Terra, fossem humanos, animais ou organismos de qualquer espécie.  Yorick então passa à viajar por este mundo parcialmente morto em busca de sua mãe, que trabalha na Casa Branca e da noite para o dia vira uma das mulheres mais poderosas do mundo, sua irmã Hero(seus pais gostavam de nomes Shakesperianos) e principalmente sua namorada Beth, que estava envolvida em trabalho antropológico com aborígenes na Australia. Yorick estava pedindo sua namorada em casamento pelo telefone quando a &#8220;praga&#8221; atingiu o mundo, então ele está decidido à ouvir a resposta dos lábios dela.</p>
<p><span id="more-7199"></span></p>
<p>Yorick viaja não só pelos EUA, mas por todo o mundo, passando pela Austrália, Japão e China principalmente. Acompanhado de seu macaco, da Dra.Mann, uma geneticista especializada em clonagem que pretende salvar a humanidade clonando Yorick, e 355, uma agente de uma divisão secreta do governo americano designada para manter a segurança de Yorick e de Ampersand em sua viajem.</p>
<div id="attachment_7208" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-7208" title="Y_The_Last_Man_42_1024x768" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Y_The_Last_Man_42_1024x768-495x371.jpg" alt="" width="495" height="371" />
<p class="wp-caption-text">Você vai aprender à amar este macaco&#8230; ou morrer tentando.</p>
</div>
<p>A história do namoro de Yorick é apenas uma desculpa para não manterem o ultimo homem do mundo trancado e seguro, até porquê não conseguiriam, pois Yorick é um &#8220;artista da escapada&#8221;, ou sea, um mestre em abrir fechaduras e algemas e escapar de cordas e camisas de força. Mas esta viagem o leva para um mundo sem machos, e devo dizer que é um mundo com muito mais violência do que a maioria das pessoas espera, pois esta violência é inerente ao ser humano, não apenas aos homens.</p>
<p>Em todo lugar as mulheres tentam se recompor substituir os trabalhos majoritariamente masculinos, pois a maior parte dos trabalhos braçais é feita por homens, sejam estivadores, lavradores, lixeiros ou pecuaristas, as mulheres se descobrem no poder político absoluto, mas também tendo que se atolar até os joelhos em lama (ou coisa pior) para fazerem serviços essenciais que nunca foram reivindicados por elas até então. De certa forma a história faz uma graça com as ideias feministas de igualdade quando elas têm a mais absoluta igualdade social (com a completa obliteração do sexo oposto) e se vêem em uma posição desconfortável de poder, pois algumas delas terão de fazer o trabalho sujo e desagradável também, quando o exército de advogadas, professoras, corretoras, modelos, secretárias e prostitutas têm de assumir completamente a indústria de produção e serviços essenciais.</p>
<div id="attachment_7209" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-7209" title="y_the_last_man-207145" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/y_the_last_man-207145-495x371.jpg" alt="" width="495" height="371" />
<p class="wp-caption-text">Agente 355</p>
</div>
<p>O planeta parece estar com os dias contados, pois cada vez que o ciclo de vida máximo de algum animal passa já se sabe que eles estão em extinção, pois não há machos (e portanto não há acasalamento) por anos. Existe ainda guerra civil, e até mesmo um grupo de &#8220;Amazonas&#8221; é formado para extirpar completamente a lembrança e a idolatria direcionada aos homens do passado. É curioso as pequenas implicações que o mundo sem homens trás, pois as diferenças e tensões raciais ainda existem. Um dos principais arcos de história mostra uma unidade militar de Israel (o país que mantém o maior número de contingente feminino do mundo) tentando capturar Yorick para a sobrevivência de sua nação.</p>
<p>Y é uma série longa, que mostra que não seria tão divertido ser o último homem da terra quanto a maioria dos homens gosta de imaginar, pois para cada vinte mulheres que querem fazer sexo com você ainda vai ter uma louca para te matar, e esta é uma razão muito grande para os três bilhões de habitantes que restam no planeta. E é ainda mais difícil ser um homem fiel neste mundo maluco cheio de gangues e milícias estupradoras.</p>
<div id="attachment_7207" class="wp-caption aligncenter" style="width: 406px"><img class="size-large wp-image-7207 " title="0" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/0-495x711.jpg" alt="" width="396" height="569" />
<p class="wp-caption-text">Não parece divertido</p>
</div>
<p>Yorick é uma atração à parte, pois ele é tão bem humorado quanto Peter Parker e tão humanista quanto Clark Kent, evoluindo como um personagem que começa bem intencionado mas termina completamente maduro, apesar de continuar corrigindo as frases de todo mundo devido à sua formação em letras. O desenvolvimento de 355 e da Dra. Mann também mostram a atenção aos detalhes do autor, pois até a aparência dos personagens muda radicalmente na história que leva anos.</p>
<p>SPOILER!!!</p>
<p>O fim pode parecer broxante, mas é imensamente gratificante em face do amadurecimento dos personagens:  Yorick era um desempregado falastrão quando pediu sua namorada em casamento, e quando finalmente encontra ela, após quatro anos de busca e castidade, descobre que ela pretendia terminar com ele naquela mesma ligação que ele usou para pedi-la em casamento antes que ela caísse por conta da praga. Apesar de Beth querer ficar com Yorick ao fim ele desiste de ficar com ela mesmo após todo o esforço, pois agora ela queria ficar com &#8220;Yorick, o último homem da face da Terra&#8221;, mas ela não queria &#8220;Yorick, o graduado em Letras e desempregado&#8221;. Esta é minha parte predileta da história, porque eu sinceramente me identifiquei pois eu faria todo o esforço e ainda tomaria a mesma decisão que ele ao fim (que é um pouco mais complexa do que este spoiler).</p>
<p>FIM DO SPOILER!!!</p>
<p>Y é uma série muito bem escrita, mas também absurdamente bem desenhada por Pia Guerra, cujo trabalho foi escolhido pela qualidade e não pelo fato de ser mulher. A história é cheia de humor e ação bem pontuados, com arcos bem definidos e um planejamento estruturado que mostra um fim pensado desde o mais tenro princípio.</p>
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		<title>Shadowrun</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 07:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
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		<description><![CDATA[Vigie a retaguarda Atire certo Conserve munição E nunca faça acordos com um dragão Este é o mote inicial de Shadowrun o RPG que mistura Gibson com Tolkien. &#160; O ano é 2072, e o mundo que conhecemos acabou. Sim, porquê o apocalipse Maia estava correto, em 2012 o mundo acabou, ou melhor, o mundo que conhecíamos, porque em 2012 a magia despertou no mundo novamente, e tudo que achávamos lendas se tornaram realidades. Começou com minorias de civilizações pouco avançadas mas com &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/11/shadowrun/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vigie a retaguarda</p>
<p>Atire certo</p>
<p>Conserve munição</p>
<p>E nunca faça acordos com um dragão</p>
<p>Este é o mote inicial de Shadowrun o RPG que mistura <a href="http://www.grifonosso.com/2011/10/review-neuromancer/" target="_blank">Gibson</a> com <a href="http://www.grifonosso.com/2009/10/capitulo-02-o-hobbit/" target="_blank">Tolkien</a>.</p>
<div id="attachment_7151" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-7151" title="shadowrun_2007_vista_sunset" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/shadowrun_2007_vista_sunset-495x371.jpg" alt="" width="495" height="371" />
<p class="wp-caption-text">Seattle 2072</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ano é 2072, e o mundo que conhecemos acabou. Sim, porquê o apocalipse Maia estava correto, em 2012 o mundo acabou, ou melhor, o mundo que conhecíamos, porque em 2012 a magia despertou no mundo novamente, e tudo que achávamos lendas se tornaram realidades. Começou com minorias de civilizações pouco avançadas mas com muito misticismo passaram à ter uma influência inédita sobre a sociedade moderna, então veio a primeira geração dos nascidos da magia: No começo pareciam apenas crianças deformadas, mas, estranhamente, lembravam seres mitológicos&#8230; elfos e anões. Criaturas das florestas mutaram também, surgindo unicónios, mantícoras e até mesmo dragões entre outras criaturas míticas. A segunda geração mágica trouxe orcs e trolls nascidos de humanos, e então eles já estavam integrados na sociedade moderna, principalmente como marginais.</p>
<p><span id="more-7150"></span></p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-7152" title="Shadowrun_Suspects_Wallpaper_by_KlausScherwinski" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Shadowrun_Suspects_Wallpaper_by_KlausScherwinski-495x278.jpg" alt="" width="495" height="278" /></p>
<p>Mas junto com o desenvolvimento da magia houve um desenvolvimento combativo e predatório, o da tecnologia, sendo que órgãos e partes mecânicas são uma realidade presente e comum. Já existe também uma realidade virtual dentro da internet, capaz de ser projetada diretamente no cérebro dos que à acessam apenas com um cabo inserido em um implante temporal, e adivinha como é chamada esta realidade? Matrix, exatamente como o filme, mas o termo antecede tanto o filme como o RPG, que foi publicado originalmente em 1989.</p>
<p>Os governos do mundo foram fragmentados com guerras civis, tanto por divisões de raças como de etnias (como as tribos ameríndias que criaram nações próprias). Por conta da fraqueza dos governos restantes o mundo acaba dominado por mecorporações, que são super empresas internacionais que chegam à contar como um estado próprio, dando até a &#8220;nacionalidade&#8221; da empresa para seus empregados, tratando-os como bens que podem ser negociados e roubados de outras corporações (que diferença de hoje em dia&#8230;.). A atividade mais perigosa é o &#8220;Shadowrun&#8221;, pois é assim que é chamado o ato de trabalhar como um mercenário para corporações, em geral envolvido em espionagem industrial e sabotagem.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-7153" title="agents" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/agents-495x371.jpg" alt="" width="495" height="371" /></p>
<p>Os jogadores deste cenário adotam os &#8220;Shadowruners&#8221; como personagens. Encarnando hackers, xamãs, soldados, magos e samurais urbanos tentando viver na selva das megalópoles que cobrem o mundo, com criaturas místicas pululando por todo lado, assassinos e gangues em cada esquina e empresas de segurança privada, que assumiram todo o policiamento das cidades, patrulhando as ruas escuras e perigosas.</p>
<p>O sistema de Shadowrun é bastante completo, mas também complexo (apesar de usar apenas dois dados de seis lados): Criar uma ficha é simples, em geral se resume em distribuir cento e cinquenta pontos em atributos, perícias e outras características. Em geral os jogadores se tornam usuários de magia, hackers ou os chamados &#8220;samurais urbanos&#8221; que são pessoas com melhorias cibernéticas que lhes dão grande vantagem em combate(no melhor estilo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=i6JTvzrpBy0" target="_blank">Deus Ex: Human Revolution</a>).</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-7155" title="Seattle2072Right1600x1200" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Seattle2072Right1600x1200-495x371.jpg" alt="" width="495" height="371" /></p>
<p>Shadowrun trás uma quantidade tão grande de ambientação que gerou mais de quarenta romances, quatro jogos de video game, dois jogos colecionáveis de cartas, um jogo de miniaturas, brinquedos e incontáveis influências em mídias populares (até mesmo em séries como Battlestar Gallactica).</p>
<p>Shadowrun era publicado originalmente pela FASA Studios, mas hoje pertence à Catalyst Lab, no Brasil ele foi publicado pela Devir Livraria, mas só até a terceira edição, sendo que a Ediouro lançou alguns de seus romances por aqui (leitura obrigatória para fãs, recomendo fortemente e pretendo fazer reviews em breve).</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-7154" title="SR4A1680x1050" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/SR4A1680x1050-495x309.jpg" alt="" width="495" height="309" /></p>
<p>Gustavo, Mago Bélico e Shadowruner do Metroplexo de Seattle.</p>
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		<title>Flashpoint, o ponto do recomeço.</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 09:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mangás e Quadrinhos]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem acompanha o universo DC está à par do &#8220;reboot&#8221; realizado no mês de setembro deste ano, onde toda a linha de revistas foi reiniciada e o universo refeito, saindo Batman 1 e Superman 1 novamente e outras cinquenta revistas (literalmente), e esta reconstrução é chamada de &#8220;New 52&#8243; por conta do número de revistas mensais que passaram à sair. Mas mais do que reiniciar o mundo do nada, a DC deu uma explicação para isso, ela fechou o número &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/11/flashpoint-o-ponto-do-recomeco/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem acompanha o universo DC está à par do &#8220;reboot&#8221; realizado no mês de setembro deste ano, onde toda a linha de revistas foi reiniciada e o universo refeito, saindo Batman 1 e Superman 1 novamente e outras cinquenta revistas (literalmente), e esta reconstrução é chamada de &#8220;New 52&#8243; por conta do número de revistas mensais que passaram à sair. Mas mais do que reiniciar o mundo do nada, a DC deu uma explicação para isso, ela fechou o número que corria das revistas com a série Flashpoint.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-7103" title="flashpoint-1_02" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/flashpoint-1_02-495x750.jpg" alt="" width="382" height="578" /></p>
<p>Flashpoint é uma série que correu ao longo de 60 revistas, sendo 5 delas as principais que podiam ser lidas e já sintetizariam toda a série, sendo que as demais apenas complementariam a série. A história começa com Barry Allen (o Flash original, o homem mais rápido do munso) sendo jogado em uma dimensão em que seus poderes não funcionam e sua mãe está viva. Barry descobre que tudo nesta dimensão está muito alterado, Bruce Wayne morreu no assalto que mataria seus pais e Thomas, o seu pai, foi quem sobreviveu e assumiu a identidade de Batman, mas ele é um homem que mata os criminosos sem piedade e é o mais temido de seu mundo. Aquaman e a Mulher Maravilha tiveram histórias completamente diferentes, que em determinado momento se encontram e os dois decidem casar-se e unirem Atlantis (o reino submarino do Aquaman) e Temiscira (a ilha das amazonas e reino da Mulher Maravilha) para guiar a humanidade com suas sabedorias milenares.</p>
<p><span id="more-7041"></span></p>
<div id="attachment_7106" class="wp-caption aligncenter" style="width: 366px"><img class="size-full wp-image-7106" title="wonder-woman-and-the-furies" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/wonder-woman-and-the-furies.jpg" alt="" width="356" height="540" />
<p class="wp-caption-text">Mulher Maravilha nas ruínas de Londres</p>
</div>
<p>Ocorre que, as grandes mudanças do mundo se dão quando a mãe de Diana (Mulher Maravilha) é morta durante seu casamento com Arthur (Aquaman) por um atlante, o que inicia uma rixa, que mais tarde escala para uma guerra entre os atlantes e as amazonas. Durante um ataque atlante às amazonas a ilha de Temiscira é afundada, o que leva as amazonas à invadirem o Reino Unido e à transformá-lo na Nova Temiscira. Os atlantes inundam a Europa ocidental inteira tentando com isso afundar o reino unido, mas este é salvo por uma das fúrias(guerreiras sobre humanas juramentadas às amazonas) que, sendo uma geomante, ergue  todo o Reino muitos metros acima do nível do mar.</p>
<div id="attachment_7107" class="wp-caption aligncenter" style="width: 384px"><img class="size-full wp-image-7107" title="flspea_cv1_rgb" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/flspea_cv1_rgb.jpg" alt="" width="374" height="576" />
<p class="wp-caption-text">Aquaman, nunca achei que gostaria dele até esta série</p>
</div>
<p>Meu deus, onde está o Super Homem?! Neste mundo a nave que trazia o Super ainda bebê caiu no meio de metrópolis, matando dezenas de pessoas. O kryptoniado foi removido para uma instalação super secreta do governo comandada pelo general Lane(pai da Lois Lane, uma desculpa para fazê-la conhecer o Super) onde ele é testado e usado para  tentar replicar seus poderes fenomenais em um humano, o que gera o Subject Zero (Cobaia Zero), um soldado com os poderes kryptoniados alterados, que também é chamado de &#8220;Projeto Super Homem&#8221;.</p>
<div id="attachment_7108" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-7108" title="flsp_psm_cv3-674x1024" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/flsp_psm_cv3-674x1024-495x752.jpg" alt="" width="495" height="752" />
<p class="wp-caption-text">Kal-El(que neste mundo nunca foi chamado de Clark Kent) luta contra Zero para defender Lois.</p>
</div>
<p>A guerra entre as Amazonas e os Atlantes engolfa todo o mundo: sendo que Cyborgue é um super agente do governo americano que tenta encerrar a guerra, Lois Lane faz parte da resistência à ocupação no Reino Unido, Deathstroke é um capitão pirata navegando as águas da Europa afundada, o Capitão Marvel está dividido em seis crianças que possuem cada uma um de seus poderes e precisam gritar Shazam ao mesmo tempo para invocá-lo, mas neste mundo ele se chama Capitão Planet&#8230;quero dizer, Captain Thunder.</p>
<div id="attachment_7111" class="wp-caption aligncenter" style="width: 475px"><img class="size-full wp-image-7111" title="flashpoint-vol-2-20110705111841567-000" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/flashpoint-vol-2-20110705111841567-000.jpg" alt="" width="465" height="709" />
<p class="wp-caption-text">Vai Planetaaaaa!</p>
</div>
<p>Barry consegue reproduzir o acidente em que recebeu seus poderes de Flash graças à ajuda de Thomas Wayne, o Bat-Man, que quer refazer a realidade em que seu filho sobreviveu em seu lugar. O Flash é o único personagem que têm memórias da outra realidade (vou me desmentir, pois Booster Gold também têm, mas ele não é importante), sendo que este mundo mergulhado em guerra e que têm tantos de seus amigos mortos não pode ser o certo, ou não deve. Com o tempo ele descobre que tudo está ligado à ele e seu poder  de voltar no tempo (usando a Força da Velocidade, uma energia imaterial que controla toda a velocidade da existência) e um certo &#8220;efeito borboleta&#8221; (expressão cunhada pelo escritor Ray Bradbury em seu conto &#8220;A Sound of Thunder&#8221;, que diz que um viajante do tempo que pisa em uma borboleta no passado pode acabar com civilizações inteiras no futuro).</p>
<div id="attachment_7109" class="wp-caption aligncenter" style="width: 391px"><img class="size-full wp-image-7109" title="flashpoint-02" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/flashpoint-02.jpg" alt="" width="381" height="576" />
<p class="wp-caption-text">Reproduzir acidentes nunca é uma coisa segura</p>
</div>
<p>Flashpoint pode parecer apenas mais um<a href="http://www.grifonosso.com/2011/09/superman-entre-a-foice-e-o-martelo/" target="_blank"> mundo alternativo</a>, mas ela têm um ótimo argumento e uma história muito bem amarrada por trás de si, com histórias alternativas plausíveis e um ótimo motivo para tudo que está acontecendo. Ela foi um ótimo ponto de partida para o &#8220;New 52&#8243; e trouxe muita coisa boa que vai ser mantida no &#8220;reboot&#8221;. Sempre gostei muito do Flash, mas depois desta série ganhei um novo respeito por ele, e sabe porquê? Porquê ele fez o Batman chorar:</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-7110" title="batman cries" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/batman-cries-495x792.jpg" alt="" width="495" height="792" /></p>
<p>Recomendo fortemente para todos os fãs de Hqs, leitura obrigatória para fãs da Dc.</p>
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		<title>Neuromancer</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 09:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review: Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos anos 80, William Gibson tornou-se conhecidos como o pai da literatura Cyberpunk, que procurava extremizar a ira da rebeldia &#8220;punk&#8221; contra o “sistema” num futuro próximo, um século 21 que se imaginava dominado pela informática e por grandes empresas privadas (ou megacorporações). Neuromancer é um romance de 1983 e o primeiro da Trilogia Spraw, seguido por &#8220;Count Zero&#8221; e &#8220;Monalisa Overdrive&#8221;. Esta edição da editora Aleph se chama Neuromancer 25 pois comemora os vinte e cinco anos da série. &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/10/review-neuromancer/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos anos 80, William Gibson tornou-se conhecidos como o pai da literatura Cyberpunk, que procurava extremizar a ira da rebeldia &#8220;punk&#8221; contra o “sistema” num futuro próximo, um século 21 que se imaginava dominado pela informática e por grandes empresas privadas (ou megacorporações).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-7043" title="Neuromancer_25" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Neuromancer_25-495x690.jpg" alt="" width="396" height="552" /></p>
<p>Neuromancer é um romance de 1983 e o primeiro da Trilogia Spraw, seguido por &#8220;Count Zero&#8221; e &#8220;Monalisa Overdrive&#8221;. Esta edição da editora Aleph se chama Neuromancer 25 pois comemora os vinte e cinco anos da série. A história segue o protagonista Case, um Hacker (Chamados de Cowboys do Ciberespaço na série) de renome, traído e envenenado por empregadores anteriores e incapaz de se conectar à Matrix novamente. É isto mesmo, os acessos são feitos por conexões implantadas cirurgicamente no sistema neural das pessoas, um conceito utilizado mais tarde pelo filme Matrix(que também utilizou o nome matrix, que em Neuromancer se refere à Internet).</p>
<p>Conhecemos Case desempregado e drogado, tentando fazer sua conexão voltar à funcionar com cirurgias em clínicas ilegais de Chiba City, um Spraw do Japão que abarca toda a ilha de Honshu. Mas as coisas começam à mudar, pois alguém viu talento em Case e está decidido à patrocinar sua recuperação para que realize uma missão em seu nome, e este é só o inicio para uma espiral insandecida de conspirações, espionagem industrial e ação para a vida de Case.</p>
<p><span id="more-7031"></span></p>
<div id="attachment_7044" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-7044" title="matrix-neuromancer1" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/matrix-neuromancer1.jpg" alt="" width="450" height="338" />
<p class="wp-caption-text">A Matrix pela visão de um usuário</p>
</div>
<p>Não se pode falar muito à respeito do enredo sem estragar muitos momentos de surpresa que ele traz (muito bem feitos por sinal), mas tenho muito à falar à respeito do cenário que Gibson criou para contar sua história, pois seu mundo, assim como a Terra Média, está mais para protagonista do que o próprio Case.</p>
<p>O mundo revelado em Neuromancer é um retrofuturismo <a href="http://www.grifonosso.com/2011/04/distopia-um-cenario-prolifico-da-literatura/" target="_blank">distopiano</a>, um futuro do pretérito, algo que é parcialmente futurista e parcialmente datado, um futuro que poderia ter acontecido. O mundo é caracterizado pelos Spraws, megalópoles tão monstruosamente grandes que chegam à cobrir estados inteiros, ou mesmo pequenos países (prefiro o termo Metroplexo de Shadowrun). O mundo é praticamente dominado por empresas privadas, sendo que os governos têm pouco poder, com agentes de segurança com partes biônicas conhecidos como samurais urbanos(ou Razor Girls para algumas mulheres, como é o caso de Molly, a parceira de Case) espalhados por toda parte.</p>
<p>Umas das maiores características que Gibson preveu foi a feroz globalização, pois inúmeras nacionalidades são citadas a todo momento, o mundo está tão próximo pela internet (matrix) e pelas viagens super rápidas que não se passa três parágrafos sem uma nacionalidade diferente ser citada, seja um barman brasileiro, uma cidade japonesa, um computador russo, uma arma italiana ou um técnico finlandês. Gibson diz ter sido fortemente influenciado pelo filme &#8220;Fuga de Nova York&#8221; de John Carpenter (o mesmo filme que influenciou a criação do personagem principal de Metal Gear), que mostra uma Nova York transformada em prisão no futuro, com tecnologia e brutalidade dividindo diariamente as ruas.</p>
<div id="attachment_7045" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-7045" title="Escape_from_New_York_1920x1080" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Escape_from_New_York_1920x1080-495x278.jpg" alt="" width="495" height="278" />
<p class="wp-caption-text">Todos os livros deviam ser baseados em Fuga de Nova York</p>
</div>
<p>O mundo de Gibson é rico em detalhes, com linguajar próprio (me lembrando um pouco Laranja Mecânica), que teriam se baseado nas gírias dos motoqueiros de Toronto, e termos cunhados pelo autor, principalmente para descrever novos materiais sintéticos, como o Ultracromo, mas normalmente povoando o máximo possível do mundo com o sintetismo, pois nada é natural, crescido ou cultivado como madeira, tudo é de plástico, espuma ou metal, tudo foi moldado. As pessoas carregam &#8220;decks&#8221;(notebooks ou laptops) e a internet está em todo lugar, mas curiosamente telefones continuam presos aos seus cabos, pois não há celulares, assim como o fax ainda é uma coisa super futurista e utilizado em todo lugar, e os vídeos cacetes também.</p>
<p>Outra coisa curiosa é que as empresas japonesas dominam o mundo moderno, pois Gibson viveu em uma época em que o crescimento do Japão em termos de avanços e tecnologias era tão vertiginoso que parecia impossível de parar, mas esta foi outra coisa que mudou drasticamente com a crise econômica japonesa dos anos 90 que se alastra até hoje. Mas imaginem que ao mesmo tempo Gibson preveu o uso generalizado da internet, algo que à seu tempo era exclusivo das forças armadas americanas e era conhecido como Arpanet. Outra  coisa comum é a substituição de membros do corpo por partes biônicas, membros mecânicos superfortes, olhos com displays, armas subdermais e outra modificações são tão comuns como carros, algo que pode não estar tão longe assim. Grandes avanços parecem ser impossíveis em algumas instâncias, mas hoje apesar de não serem concretas, não parecem mais inatingíveis, como é o caso das inteligências artificiais, já uma realidade no Spraw.</p>
<div id="attachment_7046" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-7046" title="585px-neuromancer1988" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/585px-neuromancer1988-495x507.jpg" alt="" width="495" height="507" />
<p class="wp-caption-text">Capa do jogo de computador de 1988&#8230; este ano eu estava ocupado nascendo.</p>
</div>
<p>As modificações físicas dão base à outra coisa, uma característica que achei uma falha no começo mas entendi que fazia parte do contexto: as pessoas não possuem religião, crença ou ideologia, elas vivem pelo consumo, pela atualização de suas partes biônicas e pelo prazer de adquirir e expor novidades, algo nada parecido com o que vivemos hoje em dia.</p>
<p>Neuromancer é um livro que influenciou muito nosso mundo e a cultura moderna, sendo considerado pelo <em>The Guardian</em> como o romance mais influente dos anos 90 e 80. Muitas palavras foram cunhadas à partir do livro ao mesmo tempo que Gibson criou nomes para coisas que nem ao menos existiam, como é o caso do ICE, que é o mesmo que um <em>Firewall</em> de hoje em dia assim como os decks como computadores pessoais móveis e a Matrix como internet. Este livro foi para mim uma experiência única, pois eu o li sabendo toda a importância por trás dele.  É um livro que é uma necessidade de leitura para qualquer fã de ficção, uma previsão genial que deixou uma marca merecida na história da literatura.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mago: A Ascensão</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 10:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
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		<category><![CDATA[Mundo das Trevas]]></category>
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		<description><![CDATA[Continuando os artigos sobre os RPGs do velho Mundo das Trevas, fechamos a &#8220;trifecta&#8221; das três linhas principais com &#8220;Mago: A Ascensão&#8221; (junto com Vampiro e Lobisomem) publicados pela White Wolf Publishing, o mais complexo mas talvez o mais divertido dos três. Mago é um cenário bastante diferente do que se pode imaginar, longe do tradicional mago de fantasia medieval. Dentro do próprio mundo repleto de hematófagos bipolares e lobos antropomórficos hippies, existem os magos. Assim como no caso dos &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/10/mago-a-ascencao/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando os artigos sobre os RPGs do velho Mundo das Trevas, fechamos a &#8220;trifecta&#8221; das três linhas principais com &#8220;Mago: A Ascensão&#8221; (junto com <a href="http://www.grifonosso.com/2011/08/vampiro-a-mascara/" target="_blank">Vampiro</a> e <a href="http://www.grifonosso.com/2011/09/lobisomem-o-apocalipse/" target="_blank">Lobisomem</a>) publicados pela White Wolf Publishing, o mais complexo mas talvez o mais divertido dos três.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-6995" title="magedesktoppc" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/magedesktoppc-495x371.jpg" alt="" width="495" height="371" /></p>
<p><span id="more-6990"></span></p>
<p>Mago é um cenário bastante diferente do que se pode imaginar, longe do tradicional mago de fantasia medieval. Dentro do próprio mundo repleto de hematófagos bipolares e lobos antropomórficos hippies, existem os magos. Assim como no caso dos vampiros, qualquer um pode ser um mago, pois todos têm o potencial de dobrar e alterar a realidade de acordo com sua vontade em algum momento de sua vida, ou seja, &#8220;acordar&#8221; para a magia, por isso os meros mortais são chamados de &#8220;adormecidos&#8221; pelos magos. A magia não passa da simples alteração da própria realidade, feita pelos magos com a utilização de sua força de vontade, fé ou prática hermética(no sentido de magia, ainda não estou falando da Ordem de Hermes).</p>
<p>Um ponto interessante é que não basta apenas &#8220;fazer magia&#8221; para os magos, eles têm de analizar como ele encara a magia em si. Todos os magos possuem um conjunto de crenças e tabus dentro da magia para mostrar como ele à encara, este conjunto é chamado de paradigma, por exemplo: Imagine que três magos diferentes têm o poder de ler a mente das pessoas, um deles é um cientista, um deles é um cristalomante da nova era, e o último é um religioso fervoroso. O primeiro acredita que sua magia de ler mentes funciona enviando pulsos elétricos com seu cérebro e decifrando o que recebe de volta, como um sonar de morcego com eletricidade no lugar de ondas sonoras, compreendendo as atividades cerebrais do alvo e assim decifrando seus pensamentos, ele ativa sua magia com um bracelete que lhe dá pequenos choques. O segundo acredita que seus cristais captam as energias emanadas da mente das pessoas e deixam fluir para ele, desta forma sabendo o que estas mentes pensam, ele ativa sua magia manipulando seus cristais. O terceiro acredita que seu deus envia todos os segredos das pessoas diretamente para sua cabeça, como um verdadeiro milagre, ele ativa sua magia orando fervorosamente. Três magos, três paradigmas, três métodos e a mesma magia.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-6996" title="8104304" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/8104304-495x640.png" alt="" width="396" height="512" /></p>
<p>A idéia do paradigma torna seu personagem totalmente único, pois mesmo suas habilidades mais individuais são explicadas pelo escopo de seu paradigma, é uma lente que muda o mundo completamente, assim como muda a forma como o mundo reage ao mago. Os magos alteram a realidade, mas como todos os seres pensantes podem chegar ao poder de moldá-la como um mago, a realidade é ditada pelo pensamento coletivo destes seres (meio Junguiano não?), ou seja, a realidade não passa de um consenso do que todos nós acreditamos. Quando um mago altera a realidade, ela tenta compensar este &#8220;erro&#8221; que não está na consciência da coletividade, criando um paradoxo, ou seja, uma forma de punir o mago. Então quanto mais absurda for a magia realizada e mais testemunhas incrédulas houverem no momento, maior será a força com que a realidade revidará. Então no mundo de mago não há pessoas voando por aí, &#8220;aparantando&#8221;, lançando feitiços de morte e luz, pois estas magias se voltariam contra o usuário, então a maioria das magias sempre é realizada para parecer algo ocasional ou um coincidência, de uma forma que na maioria das vezes não há paradoxo.</p>
<p>Em Mago, o jogadores jogam com as Tradições, as nove linhagens de magos com pensamentos tradicionais, remetendo à práticas xamânicas e medievais. Seus maiores inimigos são a Tecnocracia, uma linhagem de magos que acreditam na magia como um fenômeno científico. É isso mesmo, em Mago os maiores oponentes são Magos, divididos apenas pela forma como vêem suas práticas magicas, assim como é mundo das religiões em nossa realidade.</p>
<div id="attachment_6997" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-6997" title="ascension_circle__mage_by_rungok" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/ascension_circle__mage_by_rungok-495x495.jpg" alt="" width="495" height="495" />
<p class="wp-caption-text">Círculo da Ascensão. Não me pergunte, eu também não sei como funciona.</p>
</div>
<p>Mago é um jogo permeado por suposições e metafísica, mas ainda imensamente divertido, pois você é capaz de alterar a própria realidade, apesar de ser apenas um mortal. O grande atrativo do jogo é o desenvolvimento da personalidade de seu personagem, sua evolução em face das coisas que ele vê e vivencia diariamente, muitos personagens acabam alterando radicalmente suas crenças ao longo de vidas tão complicadas, mas é isto que me atrai, não só uma evolução de poder, mas um verdadeiro amadurecimento de alguém solto em um mundo tão hostil que a própria realidade o rejeita.</p>
<p>Gustavo Domingues, Mago da Ordem de Hermes.</p>
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		<title>Guerra Civil, de que lado você está?</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 11:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mangás e Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão América]]></category>
		<category><![CDATA[Civil War]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra Civil]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje não vou falar sobre uma guerra civil real, não que não me interessem, mas sim de um evento, uma série em quadrinhos do universo Marvel conhecida como Guerra Civil, um dos melhores eventos ocorridos no universo Marvel nos últimos anos. O nome foi dado pelo conflito aberto que se deu entre dois imensos grupos de heróis, um liderado pelo Capitão América e outro pelo Homem de Ferro. A Guerra Civil se dá quando é aprovado um registro obrigatório de &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/10/guerra-civil-de-que-lado-voce-esta/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje não vou falar sobre uma guerra civil real, não que não me interessem, mas sim de um evento, uma série em quadrinhos do universo Marvel conhecida como Guerra Civil, um dos melhores eventos ocorridos no universo Marvel nos últimos anos.</p>
<div id="attachment_6917" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-6917" title="CIVWAR_CVRS.indd" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/marvel-civil-war-732882-495x760.jpg" alt="" width="495" height="760" />
<p class="wp-caption-text">Capitão América protege sempre o ponto fraco, pois quando se luta com vilões deve se esperar alguns chutes no saco.</p>
</div>
<p>O nome foi dado pelo conflito aberto que se deu entre dois imensos grupos de heróis, um liderado pelo Capitão América e outro pelo Homem de Ferro. A Guerra Civil se dá quando é aprovado um registro obrigatório de todos os heróis sob o argumento de eles serem &#8220;Armas Vivas de Destruição em Massa&#8221; (curiosamente, mesmo os que não têm poderes especiais são obrigados), fornecendo suas identidades e todas as informações pertinentes ao governo dos EUA e sendo treinados por heróis experientes enquanto recebem salários do governo, efetivamente tornando todos os seres super-poderosos agentes governamentais.</p>
<p><span id="more-6915"></span></p>
<p>O governo já teria planos para este registro desde o rompante do Hulk em Las Vegas (com 26 mortos) e ao confronto em Nova York  em represália à &#8220;Guerra Secreta&#8221; empreendida por Nick Fury contra a Latvéria com um grupo de heróis recrutados sem o consentimento do governo, mas o governo nunca pôs estes planos em prática pois nunca encontraram um momento oportuno, mas este momento se apresenta com o acontecimento que é o verdadeiro estopim da Guerra Civil, o grupo de heróis conhecido como Novos Guerreiros (um grupo de adolescentes super-poderosos) está realizando um Reality Show em que mostram a rotina de combate ao crime de heróis quando cercam o super vilão Nitro em Stamford próximos à uma escola e Nitro explode todo o grupo assim como a escola e muitos quarteirões de residências e fica conhecido como o massacre de Stamford, com mais de 600 mortos, entre eles dezenas de crianças.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-6921" title="Marvel_Civil_War_vol_6_P_23_24_by_Me2fly4u2c4life" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Marvel_Civil_War_vol_6_P_23_24_by_Me2fly4u2c4life-495x374.jpg" alt="" width="495" height="374" /></p>
<p>Após Stamford, o registro é aprovado por aclamação pública (um fenômeno bastante parecido com o que ocorre com as leis reais) e o mundo dos heróis fica dividido. Tony Stark  ( Homem de Ferro) tentou ativamente evitar que o registro fosse aprovado, chegando até mesmo à simular um ataque contra sua pessoa para  mostrar o que pode ocorrer quando se sabe a identidade dos heróis, mas uma vez que é aprovado (e após Stamford) ele passa à defender incondicionalmente o registro e recruta todos os heróis que compartilham este ideal com ele, entre eles Reed Richards do Quarteto Fantástico e Hank Pym, o Jaqueta Amarela(ou Homem Formiga).</p>
<p>O Capitão América é imediatamente contra tamanho intervencionismo do governo na vida pessoal dos heróis (que ele acredita  não estarem fazendo nada de errado) comparando o comportamento do governo com atos fascistas e tiranos, formando uma resistência de heróis que continuarão combatendo o crime à partir da clandestinidade. Junto com o Capitão estão os chamados &#8220;heróis de rua&#8221; como o Demolidor e Luke Cage, assim como muitos outros, dos mais variados níveis de poderes.</p>
<p>Um dos trunfos de Tony Stark é o Homem Aranha, que decide apoiar o registro dos heróis (incentivado por Mary Jane e sua tia May), revelando sua identidade ao público, mesmo sendo um doa maiores ícones mascarados do universo Marvel. Mas o Capitão América ainda é o maior herói do país, desde os tempos da segunda Guerra, portanto seu apoio ainda é grande, assim como o numero de heróis que cada vez mais enchem suas fileiras.</p>
<div id="attachment_6919" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-6919" title="cwfl212807bd" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/cwfl212807bd-495x371.jpg" alt="" width="495" height="371" />
<p class="wp-caption-text">Preste atenção na expressão de J.J. Jameson</p>
</div>
<p>Com o tempo as prioridades do Homem de Ferro e da SHIELD(organização que seria uma super-CIA) acabam se voltando unicamente à perseguir e prender os heróis que recusam à registrar-se, chegando à garantir perdão aos vilões presos que aceitam tornar-se caçadores de heróis renegados, em uma clara inversão de papéis.</p>
<p>A Guerra Civil termina (por incrível que pareça) com o Homem de Ferro vencendo, pois o Capitão viu que seus esforços só estavam criando mais vítimas e destruição, mas quando o Capitão é levado algemado e derrotado para seu julgamento, um atirador o mata, criando mais uma comoção pública que acaba por colocar o registro obrigatório em cheque.</p>
<p>A Guerra Civil é um evento apresentado em sua completude ao longo de 105 revistas(que eu li pacientemente), mas sua base pode ser lida nas sete revistas principais que saíram como o título de Guerra Civil, embora não contenha histórias paralelas tão divertidas como a de Deadpool se tornando um agente do governo ou da She-Hulk, que apoia o registro mas desconfia do que foi feito com seu primo Bruce Banner( que neste momento está exilado em outro planeta por conta dos Iluminati, mas retornará para a Guerra Mundial Hulk). O início da guerra civil também mostra a tentativa do Homem de Ferro criar os Iluminati (vitoriosa até certo ponto) composta das maiores mentes heróicas do mundo, contando com Professor X, Namor, Reed Richards, Raio Negro e Dr. Estranho.</p>
<div id="attachment_6918" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-6918" title="civil-war-comics-marvel-3A-civil-war-301794_1280_800" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/civil-war-comics-marvel-3A-civil-war-301794_1280_800-495x309.jpg" alt="" width="495" height="309" />
<p class="wp-caption-text">105 revistas, mas as melhores são do Justiceiro.</p>
</div>
<p>Guerra Civil é o epicentro para muitos acontecimentos importantes do universo Marvel assim como uma convocação para uma reflexão sobre preconceito, opinião pública manipulável e leis criadas apenas para satisfação da patuléia, mas que criam mais problemas do que soluções. Aprovo e recomendo 100% da leitura contida em todo o evento.</p>
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		<title>Review: A Escolha dos Três</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 11:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review: Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[A Escolha dos Três]]></category>
		<category><![CDATA[O Pistoleiro]]></category>
		<category><![CDATA[Roland]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen King]]></category>

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		<description><![CDATA[A Escolha dos Três, de Stephen King, continua a saga &#8220;A Torre Negra&#8221;, iniciada em O Pistoleiro, A Escolha dos Três foi escrita em 1986, muito tempo depois de O Pistoleiro, e assim continuamos a acompanhar Roland em sua viagem excruciante.   Depois de Roland encontrar o Homem de Preto no último livro e ter sua sorte lida ele sabe que terá de encontrar três pessoas importantes (entre outros, mas só três neste livro), o três que ele encontrará neste &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/09/review-a-escolha-dos-tres/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Escolha dos Três, de Stephen King, continua a saga &#8220;A Torre Negra&#8221;, iniciada em <a href="http://www.grifonosso.com/2011/08/review-o-pistoleiro/" target="_blank">O Pistoleiro</a>, A Escolha dos Três foi escrita em 1986, muito tempo depois de O Pistoleiro, e assim continuamos a acompanhar Roland em sua viagem excruciante.</p>
<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter size-large wp-image-6762" title="escolha" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/escolha-495x712.jpg" alt="" width="347" height="498" /></p>
<p>Depois de Roland encontrar o Homem de Preto no último livro e ter sua sorte lida ele sabe que terá de encontrar três pessoas importantes (entre outros, mas só três neste livro), o três que ele encontrará neste livro são o Prisioneiro, a Dama das Sombras e o terceiro será a Morte.<span id="more-6757"></span></p>
<p>Depois de mostrar que completo desapego à integridade física de seu personagem principal, Stephen King chuta o balde e começa à nos mostrar porque suas histórias são repletas de realidades alternativas: Roland é ferido em uma batalha que é o antônimo de épica, seja lá qual for, contra lagostas gigantes com bicos de papagaio. Ele fica doente e sangrando, mas mesmo neste estado encontra uma porta na praia em que caminha. Fisicamente esta porta não leva à lugar nenhum, é apenas uma porta sem paredes ou construção em volta, mas Roland descobre que pode atravessar a porta e &#8220;possuir&#8221; uma pessoa em nosso mundo, e esta pessoa é o Prisioneiro, Eddie Dean, que é um prisioneiro de seu próprio vício por heroína.</p>
<div id="attachment_6820" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-6820" title="Eddie" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Eddie.jpg" alt="" width="400" height="320" />
<p class="wp-caption-text">Eddie Dean</p>
</div>
<p>Roland ajuda Eddie, de seu jeito, e descobre que pode transportar Eddie fisicamente até seu mundo. Quando estão juntos e decidem serem companheiros na busca de Roland eles andam até encontrar mais uma porta assim como a de Eddie, mas esta é a porta da Dama das Sombras. Depois de descobrirem quem é a Dama das Sombras, Roland também à trás para seu mundo, sendo que ela é uma bela mulher negra com ambas as pernas amputadas e duas personalidades, chamadas Odetta e Detta.</p>
<div id="attachment_6814" class="wp-caption aligncenter" style="width: 406px"><img class="size-large wp-image-6814 " title="susannah-dean" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/susannah-dean-495x621.jpg" alt="" width="396" height="497" />
<p class="wp-caption-text">Odetta/Detta/Susannah</p>
</div>
<p>Quando viajam até a terceira porta Roland descobre que ela leva até um homem chamado Jack Mort, ele é a morte, mas Roland não o trás para seu mundo, ao invés disso matando-o por ele ser um assassino psicopata, e no processo fazendo a Dama das Sombras desenvolver uma terceira personalidade; Susanah.</p>
<p>Vou analisar estilo podcast: A trama deste livro é bastante fraca, ele é apenas uma super previsão dos livros seguintes, ou seja, Roland juntando seus companheiros para sua missão épica, portanto são basicamente três arcos de histórias representando os três que ele procura, assim como o arco de história que une todos enquanto Roland tenta sobreviver em seu mundo, os arcos se relacionam mas não possuem muito roteiro, servem apenas como apresentação de quem são os personagens.</p>
<p>Anteriormente eu resumi muito bem a história, sem a complexidade desnecessária que King deposita em seus personagens. Eu me pergunto porque ele descreve tantos pequenos detalhes dos personagens secundários e terciários, ele chega à uma profundidade de personagem principal só para falar de um garçom que serviu alguém. Gosto do nível de descrição dos personagens principais, difícil maior profundidade psicológica do que a que King exprime em seus personagens principais, mas realmente me entedio quando ela se estende à figurantes, parece que ele está querendo preencher páginas.</p>
<div id="attachment_6815" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-6815" title="o pistoleiro" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/o-pistoleiro-495x497.jpg" alt="" width="495" height="497" />
<p class="wp-caption-text">Não vou deixar de por uma do Roland, meu personagem favorito</p>
</div>
<p>A escrita de King é cansativa em muitos pontos, pontuando muitas partes com descrições pesadas, delírios e sonhos, assim como devaneios malucos. Nunca achei a escrita de King muito boa, mas ele está em uma de suas piores formas neste livro. As partes da vida de Detta/Odetta são parágrafos e mais parágrafos de baboseira sem objetivo. Ao mesmo tempo King tenta inserir tantos detalhes e descrições de Jack Mort tentando criar uma atmosfera negativa em volta do personagem que comecei a simpatizar com o personagem só de teimosia e desgosto com a atitude de King.</p>
<p>A leitura é fluída em alguns pontos e travada em outros, as vezes eu lia dezenas de páginas em alguns minutos e cheguei à ficar emperrado por dias em um punhado de páginas, tamanho cansaço sentia em lê-las. King é um escritor muito irregular, nunca consegue escrever livros iguais aos próprios, e as vezes muda de estilo dentro de um mesmo livro, e foi isso que senti um pouco em A Escolha dos Três.</p>
<p>Achei o Pistoleiro melhor do que a Escolha dos Três, vamos ver como As Terras Devastadas continua esta saga.</p>
<p>Curiosidades: Roland fala que em sua infância viu o Homem de Preto transformar um homem em um animal, isto é uma referência ao livro &#8220;Os Olhos do Dragão&#8221;, que se passa no mesmo mundo da Torre Negra. As lagostrosidades são similares à monstros de &#8220;A Névoa&#8221;, e Eddie faz referência ao filme do &#8220;Iluminado&#8221;. Foram as que consegui achar, mas parecem haver outras referências à livros do Stephen King.</p>
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		<title>Lobisomem: O Apocalipse</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 11:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[Apocalypse]]></category>
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		<category><![CDATA[Lobisomem]]></category>
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		<category><![CDATA[White Wolf]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Lobisomen: O Apocalipse&#8221; é um consagrado RPG escrito  por Mark Rein-Hagen, publicado originalmente pela White Wolf Publishing e no Brasil pela Devir. Lobisomem situa os jogadores um mundo sombrio (o mesmo de Vampiro: A Máscara) no qual eles assumem o controle dos lobisomens titulares, conhecidos como Garous (do termo francês para lobisomem: Loup Garou), e lutam uma batalha de duas frentes: Uma contra a urbanização que destrói os espíritos da natureza e uma contra forças sobrenaturais da corrupção que pretendem &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/09/lobisomem-o-apocalipse/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Lobisomen: O Apocalipse&#8221; é um consagrado RPG escrito  por Mark Rein-Hagen, publicado originalmente pela White Wolf Publishing e no Brasil pela Devir.</p>
<div id="attachment_6642" class="wp-caption aligncenter" style="width: 308px"><img class="size-full wp-image-6642" title="Werewolf_-_The_Apocalypse_cover" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Werewolf_-_The_Apocalypse_cover.jpg" alt="" width="298" height="400" />
<p class="wp-caption-text">Na edição que tenho a capa é vazada nos locais em que as &quot;garras&quot; atingiram, é um efeito único.</p>
</div>
<p>Lobisomem situa os jogadores um mundo sombrio (o mesmo de <a href="http://www.grifonosso.com/2011/08/vampiro-a-mascara/" target="_blank">Vampiro: A Máscara</a>) no qual eles assumem o controle dos lobisomens titulares, conhecidos como Garous (do termo francês para lobisomem: Loup Garou), e lutam uma batalha de duas frentes: Uma contra a urbanização que destrói os espíritos da natureza e uma contra forças sobrenaturais da corrupção que pretendem trazer o &#8220;Apocalipse&#8221;.</p>
<p><span id="more-6638"></span></p>
<p>Os Garous são seres de natureza tanto física quanto espiritual, criados por uma entidade conhecida como &#8220;Gaia&#8221; que representa o mundo selvagem e espiritual, enquanto a &#8220;Weaver&#8221; representa a urbanização e a &#8220;Wyrm&#8221; a corrupção.Nas histórias dos Garous a corrupção é a grande inimiga, seduzindo tribos inteiras para seu serviço, exterminando outras, sempre suportados pela megacorporação Pentex, uma empresa inteiramente dedicada à Wyrm e à sua propagação.  Os Garous protegem a santidade do mundo espiritual, conhecido como &#8220;Umbra&#8221;, das dessacrações da Wyrm e da desolação da Weaver, mas seus números definham e eles parecem lutar uma guerra perdida.</p>
<div id="attachment_6646" class="wp-caption aligncenter" style="width: 406px"><img class="size-large wp-image-6646 " title="rpgfichalobisomembranco" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/rpgfichalobisomembranco-495x637.jpg" alt="" width="396" height="510" />
<p class="wp-caption-text">Quando a a Gnose tá baixa é que o bicho pega.</p>
</div>
<p>O tom de &#8220;guerra perdida&#8221; é o que eu acredito ser a grande sacada deste RPG, assim como a apresentação dos lobisomens como guerreiros iluminados e não bestas irracionais, o que levam à seriedade do cenário e à satisfação dos jogadores com coisas simples. Alguém talvez me pergunte &#8220;Qual a graça de jogar com um personagem condenado/em um mundo condenado?&#8221; e eu lhes respondo: Me diga você. Ou será que a graça está simplesmente em saber que de alguma forma tudo vai dar certo? O que importa é o caminho e não o destino.</p>
<p>Os Garous são divididos em tribos, à maioria têm origens europeias, mas há muitos nativos de outros continentes, principalmente das Américas, pois o novo mundo continuou selvagem por muito mais tempo. Os Garous são regidos pela lua também, sendo que a fase da lua em que um Garou nasce é o que determina sua vocação dentro de sua sociedade. Entre os filhos de Gaia não estão apenas os Lobisomens, mas toda sorte de licantropos representando inúmeros animais, sejam tubarões, leões, corvos ou ursos. A licantropia, neste universo, não é uma doença como confabula o mito genérico, mas uma característica hereditária, que é algo que não gosto particularmente no cenário, pois ou você nasce Garou ou não, ninguém é escolhido para isto, como é o caso dos vampiros, o que faz dos Garous um grupo muito menos seleto embora menos relutante, pois seus deveres são inerentes à quem são, obrigações familiares e consaguíneas.</p>
<div id="attachment_6648" class="wp-caption aligncenter" style="width: 291px"><img class="size-full wp-image-6648" title="wolfman" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/wolfman.jpg" alt="" width="281" height="369" />
<p class="wp-caption-text">&quot;Obrigado por comparecer senhor Wolfman, a saída é pela direita.&quot;</p>
</div>
<p>Um dos aspectos mais estranhos do jogo era o fato de o seu personagem poder ser um humano (nascido de uma humana, vocês vão entender esta observação estranhamente óbvia) que se torna um lobo e híbridos de ambos (conhecidos como Crinos, Hispo e Glabro) ou você pode ser um lobo (nascido de uma loba) que se torna um humano e híbridos. Confie em mim, é a coisa mais estranha ver um jogador interpretar um personagem nascido lobo, você estará com sorte se ele não uivar.</p>
<div id="attachment_6649" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-6649" title="werewolf" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/werewolf-495x299.jpg" alt="" width="495" height="299" />
<p class="wp-caption-text">A formas dos Garous: Homenídeo, Glabro, Crinos, Hispo e Lupus.</p>
</div>
<p>Lobisomem é um conto sombrio de uma crusada perdida de muito impacto, e se bem utilizado, pode ser um sistema que gera uma experiência única para quem joga e para quem mestra.</p>
<p>Gustavo Domingues, Cria de Fenris Theurge de posto 3.</p>
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		<title>Superman &#8211; Entre a Foice e o Martelo</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 11:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mangás e Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Batman]]></category>
		<category><![CDATA[Entre a Foice e o Martelo]]></category>
		<category><![CDATA[Lanterna Verde]]></category>
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		<category><![CDATA[Liga da Justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulher Maravilha]]></category>
		<category><![CDATA[Red Son]]></category>
		<category><![CDATA[Red Sun]]></category>
		<category><![CDATA[Russo]]></category>
		<category><![CDATA[Stalin]]></category>
		<category><![CDATA[Super Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Superman]]></category>
		<category><![CDATA[União Soviética]]></category>

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		<description><![CDATA[Superman &#8211; Entre a Foice e o Martelo é uma HQ publicada em 2003 em três edições, trazendo uma das populares histórias &#8220;E se&#8221;: E se a nave contendo Superman tivesse caído na antiga União Soviética? Na história, originalmente intitulada de Red Son (filho vermelho, que soa como &#8220;red sun&#8221;, ou sol vermelho), a nave de Superman escapando da explosão de Krypton aterrissa em algum lugar da Ucrânia, e desta forma Superman é criado em uma fazenda coletiva e quando seus &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/09/superman-entre-a-foice-e-o-martelo/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Superman &#8211; Entre a Foice e o Martelo é uma HQ publicada em 2003 em três edições, trazendo uma das populares histórias &#8220;E se&#8221;: E se a nave contendo Superman tivesse caído na antiga União Soviética?</p>
<div id="attachment_6500" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-6500" title="Red Son" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Red-Son-495x371.jpg" alt="" width="495" height="371" />
<p class="wp-caption-text">Lançado no Brasil pela Panini</p>
</div>
<p><span id="more-6493"></span></p>
<p>Na história, originalmente intitulada de Red Son (filho vermelho, que soa como &#8220;red sun&#8221;, ou sol vermelho), a nave de Superman escapando da explosão de Krypton aterrissa em algum lugar da Ucrânia, e desta forma Superman é criado em uma fazenda coletiva e quando seus poderes são descobertos pelo Kremlin, ele é usado como uma arma de intimidação por Stalin para ampliar a influência comunista no mundo.</p>
<p>À partir desta premissa, o autor Mark Millar cria um cenário em que os EUA não vivem apenas com medo de uma guerra nuclear no período da guerra fria, mas medo de um ser alienígena superpoderoso com idéias Bolcheviques. E assim, com a morte de Stalin, Superman assume o manto de líder da nação soviética e do bloco comunista mundial que se forma naturalmente ao redor de sua figura onipotente.</p>
<p>Superman continua uma figura extremamente benevolente, mas sua natureza absolutista é amplificada pela criação soviética, tanto que ele não têm pudores para usar seus superpoderes para vigiar o mundo inteiro constantemente, seja ouvindo conversas sussurradas ou vendo a vida alheia através de paredes com sua visão de raio-x.</p>
<div id="attachment_6502" class="wp-caption aligncenter" style="width: 338px"><img class="size-full wp-image-6502" title="He is" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/He-is1.jpg" alt="" width="328" height="500" />
<p class="wp-caption-text">Digno de George Orwell</p>
</div>
<p>Mas não é só Superman que é transportado para esta realidade alternativa, quase toda a Liga da Justiça faz uma aparição especial em suas versões alternativas: Mulher Maravilha têm a mesma origem e se torna uma embaixadora do comunismo, seduzida por Superman, Lanterna Verde é um soldado treinado pelo governo americano para enfrentar a super ameaça comunista, enquanto Batman é russo, filho de dissidentes executados em sua infância.</p>
<div id="attachment_6501" class="wp-caption aligncenter" style="width: 549px"><img class="size-full wp-image-6501" title="Red Son - Crazy Batman" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Red-Son-Crazy-Batman.jpg" alt="" width="539" height="550" />
<p class="wp-caption-text">O Batman russo é ainda mais louco do que o Batman.</p>
</div>
<p>Mas o contraponto de Superman ainda é Lex Luthor, revisto neste universo como marido de Lois Lane e um cientista genial cujo propósito maior é extirpar a interferência alien de Superman na Terra, e não apenas lutar pelos EUA. Luthor faz da missão de sua vida tentar resolver o &#8220;problema&#8221; que é Superman, as vezes de modo insano, as vezes perverso, mas sempre com um propósito bem claro e bem explicado.</p>
<p>A história não contém um tom maniqueísta onde o comunismo é bom e o capitalismo é mal, mas sim uma análise de o quê faria um governo intervencionista  que contasse com um &#8220;Deus Ex Machina&#8221;.</p>
<p>Além de tudo, o fim em especial é surpreendente e o traço de Dave Johnson não deixa à desejar. Vale à pena conferir.</p>
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		<title>Mutantes e Malfeitores</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 11:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mangás e Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Green Ronin]]></category>
		<category><![CDATA[GURPS]]></category>
		<category><![CDATA[Jambô]]></category>
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		<category><![CDATA[Mutantes]]></category>
		<category><![CDATA[mutants]]></category>
		<category><![CDATA[Steve kenson]]></category>
		<category><![CDATA[Super]]></category>

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		<description><![CDATA[Mutantes e Malfeitores (Mutants and Masterminds, Green Ronin Publishing) é a fusão de duas paixões minhas: Um RPG de super heróis. Mutantes e Malfeitores foi idealizado por Steve Kenson como um sistema próprio, mas quando procurou quem publicasse o título a única interessada foi a Green Ronin, que condicionou o lançamento do material à ligação com a OGL (Open Game Licencing) do material de D20. Uma grande sacada da Green Ronin foi publicar o título com a licença aberta, sendo &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/09/mutantes-e-malfeitores/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mutantes e Malfeitores (Mutants and Masterminds, Green Ronin Publishing) é a fusão de duas paixões minhas: Um RPG de super heróis.</p>
<div id="attachment_6391" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-6391" title="mm-basico_g" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/mm-basico_g-495x643.jpg" alt="" width="495" height="643" />
<p class="wp-caption-text">Edição brasileira lançada pela Jambô Editora.</p>
</div>
<p><span id="more-6389"></span></p>
<p>Mutantes e Malfeitores foi idealizado por Steve Kenson como um sistema próprio, mas quando procurou quem publicasse o título a única interessada foi a Green Ronin, que condicionou o lançamento do material à ligação com a OGL (Open Game Licencing) do material de <a href="http://www.grifonosso.com/2011/06/dungeons-and-dragons-3%C2%AA-edicao/" target="_blank">D20</a>. Uma grande sacada da Green Ronin foi publicar o título com a licença aberta, sendo que qualquer um pode requisitar uma mera autorização para publicar material relativo à M&amp;M, criando assim uma onda de publicações que só beneficiaram o título.</p>
<p>Então Mutantes e Malfeitores foi lançado com um sistema similar ao D20, mas abolindo as classes e instituindo pontos de poder que poderiam ser distribuídos livremente: Você quer que seu vigilante mascarado estilo Batman dispare raios congelantes dos olhos? Ponha este poder nele. Quer um mostro estilo Hulk que luta artes marciais? Ele lutará então. Quer um Lanterna Verde que seja um esquilo? Você está indo longe demais&#8230; e ele já existe.</p>
<div id="attachment_6393" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-large wp-image-6393" title="jla_avengers3-76628" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/jla_avengers3-76628-495x380.jpg" alt="" width="495" height="380" />
<p class="wp-caption-text">Infinitas possibilidades</p>
</div>
<p>M&amp;M trouxe uma dinâmica diferente de GURPS Super, o outro ponto de referência para RPGs de super heróis, e por isso ganhou múltiplos Ennie Awards (O prêmio de referência para RPG&#8217;s). No sistema, a mecânica de &#8220;dano&#8221; foi abolida, trocada por jogadas de salvamento, trazendo um gosto diferente e um realismo alternativo para a mesa de jogo.</p>
<p>Vou mestrar minha primeira aventura de <a href="http://www.jamboeditora.com.br/produtos/mm.htm" target="_blank">M&amp;M</a> dia 07 de setembro e quem sabe eu descreva aqui minha história um outro dia, e também poderei dar uma opinião da mecânica do jogo na prática, pois só ler o livro não basta.</p>
<p>Vejo vocês por aí super leitores.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Os Livros e a Liberdade de Expressão</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 11:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Apologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Todos os livros deveriam ser liberados? Nos EUA não existem restrições à nenhum tipo de publicação. Nossa irrestrição para publicações deveria ser semelhante à americana? Nossa justiça aborda de maneira correta as sanções para escritores e editoras? Vou tentar não ser &#8220;jurídico&#8221; demais, então digamos apenas que:  a Constituição Brasileira de 1988 estipula que é livre a manifestação de pensamento, mas é vedado o anonimato. Isto significa que você pode divulgar qualquer coisa, mas não que não será punido por isso (daí o &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/08/os-livros-e-a-liberdade-de-expressao/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os livros deveriam ser liberados? Nos EUA não existem restrições à nenhum tipo de publicação. Nossa irrestrição para publicações deveria ser semelhante à americana? Nossa justiça aborda de maneira correta as sanções para escritores e editoras?</p>
<div id="attachment_6260" class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px"><img class="size-full wp-image-6260" title="justiça-2" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/justiça-2.jpg" alt="" width="375" height="500" />
<p class="wp-caption-text">A última pessoa para quem eu daria uma espada seria para uma senhora cega.</p>
</div>
<p>Vou tentar não ser &#8220;jurídico&#8221; demais, então digamos apenas que:  a Constituição Brasileira de 1988 estipula que é livre a manifestação de pensamento, mas é vedado o anonimato. Isto significa que você pode divulgar qualquer coisa, mas não que não será punido por isso (daí o veto ao anonimato).<span id="more-6256"></span></p>
<p>Nossa mesma &#8220;Constituição Cidadã&#8221; determina que é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença. Portanto temos um trecho mais voltado para publicações e etc, e é isto que nos interessa.</p>
<p>Temos uma liberdade de expressão para escrever e publicar, então podemos divulgar o que quisermos, por mais criminosa que seja nossa divulgação,  mas haverá tanto consequências (pode ser que você incorra em apologia ao crime ou discriminação ou outros crimes semelhantes) punitivas diretas ao autor quanto ações judiciais que podem vir à <a href="http://www.conjur.com.br/2006-jan-18/livros_anti-semitas_sao_apreendidos_editora_sp" target="_blank">recolher o material</a>  publicado.</p>
<div id="attachment_6261" class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><img class="size-full wp-image-6261" title="minha luta" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/minha-luta.jpg" alt="" width="360" height="500" />
<p class="wp-caption-text">O manual para bigodes estigmatizados.</p>
</div>
<p>Falemos de livros especificamente: Livros possuem muitos benefícios pelas nossas leis, eles próprios e a matéria prima para sua fabricação são isentos de impostos, não possuem classificação indicativa como filmes ou jogos, por mais eróticos ou violentos que sejam (com exceção dos livros de RPG, mas isso é um disparate tão grande que merece outro artigo só para tratar do tema). A própria falta de classificação deixa subtendido  que a informação é livre para todos que queiram adquiri-la, seja ela mentirosa ou criminosa.</p>
<p>Seria a existência de crimes que preveem sanções para material à ser publicado uma forma de censura? Não quero tratar de natureza da pena, mas se ela é repressiva, eu acredito que sim, a pena seria uma forma de censura, censura à uma divulgação criminosa, mas ainda censura. O engraçado é o fato de haver uma pena para publicações nazistas (Lei 7.716) e a polícia queimar o material apreendido (doce ironia).</p>
<p>Nos afastando do material de origem racista e entrando na esfera criminosa, o que me impeliu à publicar este artigo foi a coleção <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ragnar_Benson" target="_blank">Ragnar Benson</a>. Ragnar é o pseudônimo de um escritor americano extremamente controverso, pois ele escreve manuais de explosivos caseiros, armadilhas mortais, armas improvisadas, métodos de guerrilha e luta contra governos e muito mais. Eu li alguns livros deste indivíduo (principalmente os de sobrevivência) e tenho experiência militar o bastante para dizer que: este cara está longe de ser um charlatão. Como isto é legalizado? Você deve estar se perguntando. Hora meu caro(a), os livros são publicados no EUA e suas interpretações da 1ª Emenda (que protege a liberdade de expressão) são bastante firmes e literais, e podem ser encontrados na <a href="http://www.paladin-press.com/category/Ragnar_Benson" target="_blank">Paladin Press</a>, junto com um livro que te ensina à traficar drogas. Todos estes livros certamente seriam banidos oficialmente do Brasil se fossem publicados aqui.</p>
<div id="attachment_6259" class="wp-caption aligncenter" style="width: 328px"><img class="size-full wp-image-6259" title="benson2" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/benson2.jpg" alt="" width="318" height="319" />
<p class="wp-caption-text">Um guia de recreação para o Pega-pega mais inesquecível que seus amigos participarão.</p>
</div>
<p>Meu ponto é: Eu confio em mim e sei que não serei imbecil para por qualquer coisa destes livros em prática, mas não confio em todas as pessoas e não quero ser atingido por uma bomba caseira que um idiota aprendeu à fazer com estes livros enquanto ando na rua. Mas quando nosso governo dará o próximo passo para criar mais um crime e imputar mais ilegalidades às publicações? Afinal vivemos em um governo intervencionista que se preocupa até mesmo com o conteúdo da TV a cabo que eu assino, querendo escolher o que eu já pago para escolher&#8230; acho que vou reler um certo livro do Sr. Benson.</p>
<p>Existe um equilíbrio?</p>
<p>Uma sociedade equilibrada saberia ver a obviedade de livros com material ideologicamente ou praticamente impróprio, então livros com valores históricos poderiam ser lidos sem serem considerados guias de vida. Claro que tudo o que digo é superficial, afinal, você encontra o que quiser na internet.</p>
<p>Eu acredito que toda forma de publicação deve ser liberada para uma sociedade esclarecida, mas como estamos longe de tal condição, devemos nos contentar com o que temos&#8230;</p>
<p>É claro que não! Devemos esclarecer a sociedade!</p>
<p>Grifo Nosso, ativar!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Review: O Pistoleiro</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 08:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review: Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Dark Tower]]></category>
		<category><![CDATA[Gunslinger]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel]]></category>
		<category><![CDATA[Roland Deschain]]></category>
		<category><![CDATA[Senhor dos Anéis]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen King]]></category>
		<category><![CDATA[Tolkien]]></category>
		<category><![CDATA[Torre Negra]]></category>

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		<description><![CDATA[O Pistoleiro de Stephen King é como começa sua saga épica chamada &#8220;A Torre Negra&#8221;, composta de oito livros que levaram trinta e três anos para serem concluídos. O Pistoleiro se trata do personagem principal da série, Roland Deschain, o último dos &#8220;pistoleiros&#8221;, uma ordem cavalheiresca que defendia e dominava grupos parecidos com feudos neste mundo. Roland vaga em um mundo fictício que parece uma distopia com tecnologia típica do velho oeste, sendo um mundo ligeiramente pós-apocalíptico, que mostra traços &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/08/review-o-pistoleiro/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Pistoleiro de Stephen King é como começa sua saga épica chamada &#8220;A Torre Negra&#8221;, composta de oito livros que levaram trinta e três anos para serem concluídos.</p>
<div id="attachment_6071" class="wp-caption aligncenter" style="width: 276px"><img class="size-full wp-image-6071" title="the-gunslinger" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/08/the-gunslinger.jpg" alt="" width="266" height="407" />
<p class="wp-caption-text">Capa da edição americana atualizada em 2003.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O Pistoleiro se trata do personagem principal da série, Roland Deschain, o último dos &#8220;pistoleiros&#8221;, uma ordem cavalheiresca que defendia e dominava grupos parecidos com feudos neste mundo. Roland vaga em um mundo fictício que parece uma distopia com tecnologia típica do velho oeste, sendo um mundo ligeiramente pós-apocalíptico, que mostra traços de uma civilização antiga com tecnologia muito mais avançada, como energia nuclear. Além de tudo isso o mundo também está impregnado com magia, apesar de ela ser muito menos presente do que um dia já foi. Outra curiosidade é que o mundo conserva alguns paralelos com o nosso, como o fato de existir a música&#8221;Hey Jude&#8221; dos Beatles.<span id="more-6041"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Roland vaga por este mundo atrás do Homem de Preto, um mago poderoso e malicioso, que trás miséria e loucura por onde passa. No caminho Roland encontra mutantes, demônios e mortos-vivos, sem contar outro humanos. As terras por onde o Pistoleiro passa são devastadas e desérticas, com cidades minguantes de pessoas torturadas por uma existência miserável. Nada é bom e nada é bonito no caminho de Roland, mas sua força de vontade colossal, e por vezes sua brutalidade descontrolada, o faz superar os limites de seu corpo e de sua esperança, levando-o à confrontar e superar todos os obstáculos que se interpõe entre ele e o Homem de Preto, que é apenas seu primeiro objetivo no longo caminho que o levará até a mítica Torre Negra</p>
<div id="attachment_6072" class="wp-caption aligncenter" style="width: 456px"><img class="size-large wp-image-6072 " title="roland2-560x427" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/08/roland2-560x427-495x377.jpg" alt="" width="446" height="339" />
<p class="wp-caption-text">Roland merece um lugar no panteão dos grandes personagens.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O Pistoleiro foi escrito quando King ainda estava na na Universidade, durante os anos 70. Era uma época de Hippies e culturas alternativas, Senhor dos Anéis havia sofrido sua explosão de popularidade, e tudo isso influenciou muito King, como ele mesmo fala na introdução à série, querendo, assim, criar seu próprio épico e ícone de contra-cultura. O mundo trás inúmeras referências à cultura popular, sem falar nos inúmeros paralelos com outros romances de Stephen King que acabam convergindo na série, considerada a Obra Prima de King.</p>
<div id="attachment_6074" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-6074" title="90074-151771-roland-deschain_large" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/08/90074-151771-roland-deschain_large.jpg" alt="" width="300" height="411" />
<p class="wp-caption-text">Ready to kill!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A narrativa é truncada, com interrupções para revelar mais à respeito do passado dos personagens e do mundo. Isto ocorre de uma maneira mais agradável do que eu achei que ocorreria quando percebi a tendência da interrupção cronológica, sendo que a história contém tanto para ser contado que não é um problema, mas um ponto positivo.</p>
<div id="attachment_6073" class="wp-caption aligncenter" style="width: 406px"><img class="size-large wp-image-6073 " title="darktower2variant" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/08/darktower2variant-495x742.jpg" alt="" width="396" height="594" />
<p class="wp-caption-text">A Marvel está adaptando o primeiro livro em uma bela série em quadrinhos.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O nome do livro foi tirado do poema &#8220;<em>Childe Roland to the Dark Tower Came</em>&#8221; publicado na coletânea <em>Men and Women(1855)</em> de Robert Browning.</p>
<p style="text-align: justify;">Recomendo a leitura deste livro, mas saiba que você estará embarcando em uma viagem longa e difícil de ser interrompida, pois o enredo geral acabará o interessando, aí você terá que ler mais sete livros bem grandes depois deste. Mas é uma leitura recompensadora adentrar a maior obra de um dos mais populares escritores modernos.</p>
<p style="text-align: justify;">Resumindo: &#8220;É épico demais para deixar de ser lido&#8221;</p>
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		<title>Vampiro: A Máscara</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 13:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
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		<description><![CDATA[Comemorando a infame escolha do próximo podcast (Crepúsculo para quem não sabe) vou falar sobre o RPG que me introduziu ao mundo dos vampiros, ou melhor, dos verdadeiros vampiros, mas não de forma técnica, pois hoje vou abordar o cenário e a história dos vampiros deste mundo: Vampiro: A Máscara é um RPG de horror gótico contemporâneo publicado nos EUA pela primeira vez em 1991 pela White Wolf Publishing, sendo que em 2004 a linha foi interrompida e substituida por &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/08/vampiro-a-mascara/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comemorando a infame escolha do próximo podcast (Crepúsculo para quem não sabe) vou falar sobre o RPG que me introduziu ao mundo dos vampiros, ou melhor, dos verdadeiros vampiros, mas não de forma técnica, pois hoje vou abordar o cenário e a história dos vampiros deste mundo:<br />
<center>
<div id="attachment_5988" class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-5988" title="vamp mascara" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/08/vamp-mascara.jpg" alt="" width="320" height="400" />
<p class="wp-caption-text">Capa da edição brasileira feita pela Devir.</p>
</div>
<p></center></p>
<p>Vampiro: A Máscara é um RPG de horror gótico contemporâneo publicado nos EUA pela primeira vez em 1991 pela White Wolf Publishing, sendo que em 2004 a linha foi interrompida e substituida por Vampiro: O Requiem. Vampiro: A Máscara deu inicio ao chamado Mundo das Trevas, um mega cenário baseado em nosso mundo atual e povoado com lobisomens, magos, fadas, fantasmas e outras criaturas fantásticas, mas tudo de uma forma bastante sombria e violenta. A idéia geral do cenário veio dos livros de Anne Rice, a renomada escritora vampírica.<span id="more-5983"></span><br />
<center>
<div id="attachment_5989" class="wp-caption aligncenter" style="width: 406px"><img class="size-large wp-image-5989 " title="vampire-louis-brad-pitt" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/08/vampire-louis-brad-pitt-495x345.jpg" alt="" width="396" height="276" />
<p class="wp-caption-text">Sabe aquela mulher que escreveu Entrevista com Vampiro, cuja adaptação cinematográfica têm o Tom Cruise e o Brad Pitt?</p>
</div>
<p></center></p>
<p>&#8220;A Máscara&#8221; se refere tanto ao costume dos vampiros deste mundo de &#8220;mascarar&#8221; suas ações, fazendo as pessoas acreditarem que eles são apenas uma lenda, como ao fato de eles usarem uma &#8220;máscara&#8221; de humanidade para esconder a besta sanguinária que existe por dentro deles. VaM estruturou os sistema de regras conhecido como Storyteller, com fichas de personagens compostas de &#8220;bolinhas&#8221; para se preencher e determinar suas características.<br />
<center>
<div id="attachment_5990" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-5990" title="fichavampiroamascara" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/08/fichavampiroamascara.jpg" alt="" width="400" height="561" />
<p class="wp-caption-text">Eu preencho meu currículo assim até hoje.</p>
</div>
<p></center></p>
<p>O <em>Mythos </em>dos vampiros começa com ninguém menos do que Caim, que segundo a bíblia teria sido o primeiro assassino da história da humanidade. Quando Caim matou Abel, Deus o amaldiçoou à vagar pelo mundo eternamente, sem estar vivo nem morto, com uma sede que nunca acaba e sem poder ver a luz do sol. Caim se tornou um imortal e aprendeu à manipular as características de sua maldição, mas os mortais entre os quais ele caminhava só serviam de comida e nunca de companhia. Milhares de anos depois de se tornar o primeiro dos vampiros, ou a &#8220;primeira geração&#8221;, Caim criou mais três vampiros ao sugar completamente o sangue de três mortais que ele considerava talentosos e alimentá-los com o seu, criando a &#8220;segunda geração&#8221;. Logo que puderam estes três criaram mais treze vampiros, que se tornariam a terceira geração, ou os Antediluvianos, aqueles que vieram antes do dilúvio que destruiu o mundo e no qual só Noé e sua família se salvaram.</p>
<p>Os treze vampiros deram origem à treze clãs que se espalharam pelo mundo, cada um com as características próprias de seus criadores, sendo que cada geração que se afastava deles, mais fraca se tornava. Neste mito, você escolhe um destes clãs quando é criado e é inserido na complexa sociedade vampírica, composta de imortais poderosos quem vêm influenciando o mundo desde os tempos antigos, com um dedo em cada grande acontecimento da humanidade. Os vampiros manipulam suas maldições através das &#8220;disciplinas&#8221; linhagens de conhecimento que fazem seus corpos mortos-vivos mais fortes ou rápidos e lhes dá ligações com animais e poderes extraordinários sobre a mente humana.<br />
<center>
<div id="attachment_5992" class="wp-caption aligncenter" style="width: 406px"><img class="size-large wp-image-5992 " title="clans" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/08/clans-495x331.jpg" alt="" width="396" height="265" />
<p class="wp-caption-text">Como eles se vestem mal para imortais.</p>
</div>
<p></center></p>
<p>Alguns clãs se agruparam em duas coligações distintas, a Camarilla e o Sabá, sendo que os que não escolheram nenhuma das coligações são conhecidos como os clãs &#8220;Independentes&#8221;. A Camarilla defende a manutenção da docilidade humana e da condição humana ainda existente dos vampiros assim como a supressão da &#8220;besta&#8221; que existe dentro dos vampiros (sendo que a besta representa a fome irracional e o instinto assassino inerente à condição vampírica), ela é a criadora da &#8220;Máscara&#8221; e que defende que os humanos são perigosos e melhor deixados na ignorância quanto aos vampiros, chamados de &#8220;Membros&#8221; entre eles, assim como a criação responsável de novos vampiros. O Sabá acredita que os vampiros devem assumir seu lugar natural como superiores da humanidade, expandindo sua raça e dominando o &#8220;rebanho&#8221; humano, sem vergonha de mostrarem sua verdadeira natureza e abraçando a besta sanguinária que existe dentro deles. A maioria dos clãs, assim como das cidades do mundo, pertence à Camarilla.<br />
<center>
<div id="attachment_5991" class="wp-caption aligncenter" style="width: 406px"><img class="size-large wp-image-5991 " title="Kindred" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/08/Kindred-495x371.jpg" alt="" width="396" height="297" />
<p class="wp-caption-text"> A Camarilla de &quot;Kindred the Embraced&quot; adaptação para série de Vampiro: A Máscara feita pela Fox em 1996.</p>
</div>
<p></center></p>
<p>A sociedade vampírica dentro da Camarilla se divide em territórios controlados por &#8220;Príncipes&#8221;, que são líderes máximos em suas circunscrições. Dentro destes domínios existe um &#8220;Elísio&#8221;, ou seja, um território neutro, com o objetivo de ser ponto de encontro e reuniões entre membros da Camarilla local. Dentro dos territórios podem existir muitas posições sociais e atribuições diferentes: Xerifes são os policiais dos vampiros, harpias são os informantes dos vampiros, neófitos, ancillas e  primigênie são níveis de status em ordem crescente. Carniçais são humanos escravizados pelas propriedades místicas do sangue vampírico para serem lacaios eternamente.</p>
<p>Há muito o que se falar sobre Vampiro: A Máscara, mas este básico cobre muita coisa. Um dia volto para falar dos clãs se causar interesse. E não esqueçam, Vampiro: A Máscara é recomendado apenas para maiores de 18 anos, ou seja, é muito divertido.</p>
<p>Gustavo Domingues, Ventrue de 7ª geração membro da Primigênie do Grande ABC.</p>
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		<title>Review: Guerra Mundial Z</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 05:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review: Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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		<category><![CDATA[Livro]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de ter lido o Guia de Sobrevivência à Zumbis, fiquei ansioso para ler o próximo livro de Max Brooks, o Guerra Mundial Z, lançado no Brasil pela Rocco. Posso afirmar que com certeza não me decepcionei agora que o li. O livro têm um formato de transcrições de entrevistas, sendo que quase nada é revelado sobre o entrevistador que compilou as entrevistas sobre os &#8220;fatos reais&#8221;. Cada capítulo é parte de uma das muitas entrevistas feitas pelo mundo com os &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/08/review-guerra-mundial-z/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ter lido o <a href="http://www.grifonosso.com/2010/08/review-boazinha-guia-de-sobrevivencia-a-zumbis/" target="_blank">Guia de Sobrevivência à Zumbis</a>, fiquei ansioso para ler o próximo livro de Max Brooks, o Guerra Mundial Z, lançado no Brasil pela Rocco. Posso afirmar que com certeza não me decepcionei agora que o li.</p>
<p><center></p>
<div id="attachment_5912" class="wp-caption aligncenter" style="width: 336px"><img class="size-full wp-image-5912" title="GuerraMundialZ" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/08/GuerraMundialZ.png" alt="" width="326" height="237" />
<p class="wp-caption-text">Capa brasileira e capa original. Gostei mais da capa nacional.</p>
</div>
<p></center>O livro têm um formato de transcrições de entrevistas, sendo que quase nada é revelado sobre o entrevistador que compilou as entrevistas sobre os &#8220;fatos reais&#8221;. Cada capítulo é parte de uma das muitas entrevistas feitas pelo mundo com os sobreviventes da guerra contra os zumbis, de médicos à soldados, passando por pessoas simples e suburbanas.<span id="more-5911"></span></p>
<p>O livro evolui muito em relação ao anterior, que tentava explicar o inexplicável, algo que eu abomino. Eu aceito de mente aberta a premissa de que houve uma infestação em escala mundial de zumbis, enquanto o livro anterior tentava explicar com pseudo-ciência e pseudo-lógica como vencer os zumbis.</p>
<p>O formato de relatórios do livro dá uma impressão militarizada do livro, algo que muito me agradou, com detalhes da história que poderiam ser considerados irrelevantes para a narrativa, mas relevantes para um relato real, sem muito apego à emoção da época, e mais à prática.</p>
<p><center></p>
<div id="attachment_5915" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-5915" title="zumbi (1)" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/08/zumbi-1.jpg" alt="" width="450" height="400" />
<p class="wp-caption-text">Porque todo mundo usa esta imagem de zumbi?</p>
</div>
<p></center>A narrativa muda muito de pontos de vista, para mostrar os vários estágios da devastação criada pelos zumbis e das muitas ocasiões em que a natureza humana mais visceral é revelada para o bem ou para o mal.</p>
<p>As história começa com o surgimento da infestação na China e termina com a vitória em Nova York. O livro tenta puxar o saco de nações não americanas mostrando suas ações heróicas e espertas, mas como todo livro americano ele acaba caindo em um ufanismo bobo sobre os EUA e sobre como a individualidade daquele povo o fez prevalecer, apesar de as nações comunistas estarem melhores preparadas para um confronto tão maciço9com exceção de Cuba, como eu falo adiante).</p>
<p>Pontos positivos: O livro têm muitos, sendo que o melhor é o humor negro disfarçado, provindo de um autor que escrevia para o Saturday Night Live. Os relatos carregam um grande peso de informações relevantes, mostrando uma preocupação do transcritor fictício dos relatos com a utilidade das informações que ele colhia. A narrativa trás pontos cruciais da história, que não deixa o leitor desinformado e faz com que ele sinta o sufoco e o desespero das pessoas que narram. O livro traz histórias muito variadas, que cobrem tópicos de frentes de batalha e sobrevivência que eu nunca imaginaria, mas que são muito plausíveis.</p>
<p>Pontos negativos: O livro ainda está impregnado com pseudo-lógica, assim como considerações contraditórias, como o fato de que todas as ilhas do mundo ficaram infestadas de zumbis pelo fato de os refugiados procurarem abrigo nelas e muitos deles estarem infectados à época, mas Cuba fica livre de zumbis por motivos ignóbeis e sem lógica, se tornando a nação mais desenvolvida do mundo. Todos os personagens entrevistados mantém o mesmo palavreado e expressões, mesmo sendo chineses, finlandeses, americanos ou indianos, o que fez eu chegar à uma conclusão: Max Brooks não consegue se colocar no lugar de ninguém, todos os seus personagens são apenas ele fantasiado e falando com o espelho. Um fato que me incomoda um pouco é que as gerações mais antigas e os povos milenares sempre têm alguma sabedoria sobre zumbis e estratégia para partilhar, como se os zumbis fossem os inimigos ancestrais dos humanos. Será que meu avô não está escondendo nada de mim?</p>
<p><center></p>
<div id="attachment_5916" class="wp-caption aligncenter" style="width: 456px"><img class="size-large wp-image-5916 " title="zombies800" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/08/zombies800-495x260.jpg" alt="" width="446" height="234" />
<p class="wp-caption-text">Teria ele enfrentado as hordas mortas-vivas no passado?</p>
</div>
<p></center>Conclusão: Ótimo livro, mas mais pela temática do que pela conteúdo geral. A ideia inicial é muito boa, e se desenvolve bem, mas nunca é explorada em todo seu potencial, sendo que o livro poderia muito bem ter mais umas 300 páginas. Mas apesar de tudo eu fiquei triste quando o livro acabou, então ele ganha muitos ponto por isso.</p>
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		<title>Horror em Amityville, cópia ou copiado?</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 05:38:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando li Horror em Amityville, de Jay Anson, logo percebi as similaridades com outro livro que já foi assunto de um de nossos podcasts, O Iluminado de Stephen King. Mas ao mesmo tempo o livro se diz baseado em eventos reais que parecem inspirados pelo fenômeno cultural O Exorcista. O livro foi escrito em 1977(assim como O Iluminado) e é uma versão romanceada dos eventos ocorridos com a família Lutz no ano de 1975. A família Lutz compra no fim &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/08/horror-em-amityville-copia-ou-copiado/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando li Horror em Amityville, de Jay Anson, logo percebi as similaridades com outro livro que já foi assunto de um de nossos podcasts,<a href="http://www.grifonosso.com/2010/12/capitulo-13-o-iluminado/" target="_blank"> O Iluminado</a> de Stephen King. Mas ao mesmo tempo o livro se diz baseado em eventos reais que parecem inspirados pelo fenômeno cultural O Exorcista.</p>
<p><center>
<div id="attachment_5818" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a rel="attachment wp-att-5818" href="http://www.grifonosso.com/2011/08/horror-em-amityville-copia-ou-copiado/amitivylle/"><img class="size-full wp-image-5818" title="amitivylle" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/08/amitivylle.jpg" alt="" width="400" height="268" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ocean 112. Você passaria uma noite lá?</p>
</div>
<p></center></p>
<p><span id="more-5815"></span></p>
<p>O livro foi escrito em 1977(assim como O Iluminado) e é uma versão romanceada dos eventos ocorridos com a família Lutz no ano de 1975. A família Lutz compra no fim deste ano uma casa estilo colonial holandês em Long Island, estado de Nova York, na região de Amityville. A casa em estilo holandês é imensa, com seis quartos, uma piscina e docas, mas apesar de seu tamanho ela é comprada por um valor considerado pífio, em vista de ter sido a pouco mais de um ano, palco para um horrível assassinato múltiplo de uma família nas mãos de seu filho mais velho (estes acontecimentos são absolutamente reais, sendo que Ronald DeFeo Jr matou sua família e alegou ter sido influenciado por espíritos malignos da casa antes mesmo da família Lutz visitar a casa pela primeira vez). Nesta parte eu encontrei o primeiro paralelo com O Iluminado: A enorme construção isolada com um passado macabro envolvendo assassinatos em família.</p>
<p><center>
<div id="attachment_5820" class="wp-caption aligncenter" style="width: 406px"><a rel="attachment wp-att-5820" href="http://www.grifonosso.com/2011/08/horror-em-amityville-copia-ou-copiado/amytiville5/"><img class="size-large wp-image-5820 " title="amytiville5" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/08/amytiville5-495x371.jpg" alt="" width="396" height="297" /></a>
<p class="wp-caption-text">&quot;DeFeo diz que estava possuído, e que o espírito não o deixava fazer a barba.&quot;</p>
</div>
<p></center></p>
<p>A família se muda para a casa e acha por bem chamar o padre local para &#8220;benzer&#8221; a casa, no livro chamado Padre Mancuso, mas na realidade seu nome era Padre Pecoraro. Pecoraro disse ter ouvido uma voz masculina gritar com ele e exigir que ele fosse embora enquanto benzia os cômodos (sendo que os móveis dos DeFeo continuavam lá, sendo comprados junto com a casa, alguns inclusive com manchas de sangue), mas à época ele não falou nada para a família.</p>
<p>Com o tempo algumas coisas começam à acontecer. George Lutz, o pai da família, começa à acordar todas as noites no mesmo horário, às 3h15 da madrugada, ouvindo barulhos nas docas, sendo que mais tarde ele vem à descobrir ser este o horário estimado da morte da família. A casa vive infestada de moscas, mesmo durante o inverno. Uma sala secreta é descoberta atrás de uma prateleira no porão, que não aparecia na planta da casa. A sala é toda pintada de vermelho e o cão da família Lutz se recusa à entrar na sala sob qualquer forma. A sala é chamada de &#8220;Red Room&#8221; (outra coincidência com O Iluminado &#8220;Redrum&#8221;). George passa à ficar mais violento, cada vez mais se parecendo com o assassino que habitava a casa anteriormente, assim como Jack Torrance.</p>
<p><center>
<div id="attachment_5819" class="wp-caption aligncenter" style="width: 364px"><a rel="attachment wp-att-5819" href="http://www.grifonosso.com/2011/08/horror-em-amityville-copia-ou-copiado/xmen_wolverine_deadpool_ryanreynolds/"><img class="size-full wp-image-5819" title="xmen_wolverine_deadpool_ryanreynolds" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/08/xmen_wolverine_deadpool_ryanreynolds.jpg" alt="" width="354" height="446" /></a>
<p class="wp-caption-text">George fica tão enlouquecido que muda seu nome para Deadpool e passa a andar com duas Katanas amarradas nas costas.</p>
</div>
<p></center></p>
<p>Muitos outros fenômenos ocorrem antes de a família decidir que deixará a casa de vez. Mas entre eles estão pessoas flutuando e possessões. Aqui existe outro paralelo interessante: O Exorcista é um filme de 1973 que causou muita comoção na época, principalmente pelas histórias mórbidas por trás das gravações e das pessoas que foram assistir o filme nos cinemas. Muitos eventos narrados pelos Lutz se parecem com diversas cenas do filme, o que leva alguns críticos à duvidarem da credibilidade da história. O livro também alega que a casa foi construída em cima de um cemitério indígena, sendo o marco literário deste tipo de alegação, sendo que &#8220;O Cemitério&#8221; de Stephen King veio em 1983.</p>
<p>Será o livro uma invenção? Será verdade? Stephen King se inspirou largamente para seus livros nas histórias dos Lutz? Não sabemos nada com certeza. Mas é um livro que assusta com seu &#8220;fundo&#8221; de genuinidade, e não é do tipo para se ler nas madrugadas escuras e silenciosas.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Era dos Quadrinhos: Era de Ferro</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 06:41:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mangás e Quadrinhos]]></category>
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		<description><![CDATA[Também conhecida como a Era de Cobre, Era Moderna ou Idade da Trevas, foi a época que seguiu a Era de Bronze e é compreendida entre o meio dos anos 80  até a segunda metade dos anos 90, apesar de ter decaído após a virada do século ainda possui forte presença em algumas linhas editoriais. Assim como seu nome tenta implicar, a Era de Ferro deu inicio à uma releitura crua e escurecida dos quadrinhos. Os heróis se tornaram mais &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/07/era-dos-quadrinhos-era-de-ferro/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Também conhecida como a Era de Cobre, Era Moderna ou Idade da Trevas, foi a época que seguiu a <a href="http://www.grifonosso.com/2011/07/era-dos-quadrinhos-a-era-de-bronze/" target="_blank">Era de Bronze</a> e é compreendida entre o meio dos anos 80  até a segunda metade dos anos 90, apesar de ter decaído após a virada do século ainda possui forte presença em algumas linhas editoriais.<br />
<center>
<div id="attachment_5697" class="wp-caption aligncenter" style="width: 388px"><img class="size-full wp-image-5697" title="watchmen20ad_giant" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/watchmen20ad_giant.jpg" alt="" width="378" height="533" />
<p class="wp-caption-text">Watchmen, considerada a publicação que deu início à Era de Ferro.</p>
</div>
<p></center></p>
<p>Assim como seu nome tenta implicar, a Era de Ferro deu inicio à uma releitura crua e escurecida dos quadrinhos. Os heróis se tornaram mais soturnos, as histórias violentas e cínicas. Os aspecto psicológico dos quadrinhos floresceu e se fez conhecer através de mentes criativas que alimentam e influenciam a indústria até hoje, como é o caso de Alan Moore, Frank Miller e Neil Gailman.<br />
<span id="more-5690"></span><br />
Os quadrinhos passaram a se apegar mais à argumentos do que visuais. O próprio Watchmen foi concebido por Dave Gibbons de acordo com os preceitos de Alan Moore de heróis que eram pessoas reais por baixo das fantasias anormalmente ridículas.</p>
<p>Frank Miller também escreveu sua jóia durante esta época, o que talvez não seja o seu melhor, mas com certeza é seu trabalho mais conhecido: O Cavaleiro das Trevas, que assim como Watchmen, explora heróis perturbados, com batalhas mais internas do que externas.<br />
<center>
<div id="attachment_5705" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-5705" title="dark-knight-posters" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/dark-knight-posters.jpg" alt="" width="450" height="300" />
<p class="wp-caption-text">Toda noite antes de dormir eu dou graças ao Frank Miller.</p>
</div>
<p></center></p>
<p>Enquanto a DC se esbaldava como sucesso de Watchmen e Cavaleiro das Trevas, a Marvel também via a ascensão de seus anti-heróis como grandes favoritos do público: Wolverine, Justiceiro e o Demolidor de Frank Miller. Heróis que matavam ao invés de prender se tornaram populares, trazendo uma leva de heróis &#8220;vigilantes&#8221;, que muitas vezes, como é o caso de Frank Castle(um herói sem poderes ou habilidades excepcionais, mas com malícia, crueldade amoralidade ímpares), são considerados criminosos pelo estado, mas não pela sociedade.<br />
<center>
<div id="attachment_5704" class="wp-caption aligncenter" style="width: 456px"><img class="size-large wp-image-5704 " title="punisherwp2" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/punisherwp2-495x371.jpg" alt="" width="446" height="334" />
<p class="wp-caption-text">&quot;Frank Castle gonna break your neck&quot;</p>
</div>
<p></center></p>
<p>Os vilões também passaram à ser ambíguos, cito como exemplos Galactus, que explica sua fome estelar como um estado de necessidade e não maldade, assim como Magneto passa à ser um protetor violento de uma minoria perseguida, com meios que poderiam ser considerados &#8220;terroristas&#8221; para fins benéficos.</p>
<p>A Era de Ferro se fortaleceu muito com a industria do cinema, cada vez mais gráfica em sua violência, assim como os jogos eletrônicos. Mas o excesso de banho de sangue trouxe uma certa nostalgia à certos escritores, e é o que veremos em nosso ultimo &#8220;Era dos Quadrinhos&#8221;.</p>
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		<title>Dungeons and Dragons 4ª Edição</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 14:55:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[4ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[D&D]]></category>
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		<description><![CDATA[Continuando a história do mais popular RPG de todos os tempos, passamos para a evolução de Dungeons &#38; Dragons 3.5: O Dungeons &#38; Dragons 4. Em Junho de 2008 a Wizards of The Coast realizou um lançamento ousado. Ao invés de lançar uma nova edição de Dungeons &#38; Dragons atualizando seus livros pouco à pouco, ela lançou todos os livros básicos da nova edição em uma única data, chegando com o Livro do Jogador, o Livro do Mestre e o &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/07/dungeons-and-dragons-4%c2%aa-edicao/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando a história do mais popular RPG de todos os tempos, passamos para a evolução de <a href="http://www.grifonosso.com/2011/07/dungeons-dragons-3-5/" target="_blank">Dungeons &amp; Dragons 3.5</a>: O Dungeons &amp; Dragons 4.<br />
<center>
<div id="attachment_5536" class="wp-caption aligncenter" style="width: 456px"><img class="size-large wp-image-5536 " title="4e_DnD__DMG_Chap_11__Fallcrest_by_RalphHorsley" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/4e_DnD__DMG_Chap_11__Fallcrest_by_RalphHorsley-495x409.jpg" alt="" width="446" height="368" />
<p class="wp-caption-text">4ª Edição, deixando alguns fãs ultrajados com a qualidade excedente de suas gravuras</p>
</div>
<p></center></p>
<p>Em Junho de 2008 a<em> Wizards of The Coas</em>t realizou um lançamento ousado. Ao invés de lançar <span id="more-5530"></span>uma nova edição de <em>Dungeons &amp; Dragons</em> atualizando seus livros pouco à pouco, ela lançou todos os livros básicos da nova edição em uma única data, chegando com o Livro do Jogador, o Livro do Mestre e o Livro dos Monstros de uma só vez.</p>
<p>A primeira impressão esgotou apenas com as &#8220;Pre-orders&#8221; , obrigando a <em>Wizards of The Coast</em> a fazer uma reimpressão antes mesmo do lançamento.</p>
<p>Ao contrário das edições anteriores, que contavam com cerca de três livros básicos, a quarta edição conta com diversos livros do Jogador, do Mestre e dos Monstros, que são lançados anualmente e incorporados aos livros básicos oficiais, e devo dizer que tenho sentimentos conflituosos quanto à estes lançamentos, que por um lado parecem uma forma apelativa de arrancar dinheiro dos fãs, mas são um material muito bom de fácil apreciação.</p>
<p>Em relação às diferenças das edições em si, a quarta edição trouxe inúmeras modificações. Modificações estas muito controversas, mudando a aparência e mecânica do jogo radicalmente.</p>
<p>No que concerne à regras sejamos breves: O nível máximo dos personagens passou a ser 30, incorporando à última dezena a categoria &#8220;épico&#8221;, antes definido apenas como os personagens que passavam do nível 20(não importando o quanto passassem), encarado como o limite nas edições anteriores. Perícias passaram à ser conhecimentos únicos, sem graduação, ou você sabe algo ou não. As situações de combate foram completamente adaptadas para o uso de mapas quadriculados e miniaturas, fazendo do movimento tático parte ainda mais fundamental para o jogo. Mas a principal mudança foi revisão de construção dos personagens, que passaram à possuir poderes por nível, sejam à vontade, diários ou por encontro, não importando sua classe. Magias fazem parte integral dos poderes de personagens capazes de realizarem magias, e personagens que não realizam magias têm poderes baseados em suas proezas físicas ou intelectuais. Para as magias  mais demoradas ou utilitárias foram reservados os rituais, apresentando regras parecidas com as magias das edições anteriores, sendo guardados em um livro de rituais e aprendidos pelos personagens de acordo com seu nível e conhecimento.</p>
<p>As opções de raças foram ampliadas, trazendo inúmeras raças novas assim com muitas revisadas. As classes também trouxeram muitas alterações, criando categorias para diferenciar seus papéis em batalha de uma forma similar aos populares jogos de RPG on-line: Defensores, líderes, controladores e agressores.<br />
<center>
<div id="attachment_5539" class="wp-caption aligncenter" style="width: 456px"><img class="size-large wp-image-5539 " title="Born_to_Lead_by_DavidRapozaArt" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/Born_to_Lead_by_DavidRapozaArt-495x373.jpg" alt="" width="446" height="336" />
<p class="wp-caption-text">Mas todo mundo adora as raças tradicionais.</p>
</div>
<p></center></p>
<p>Esta edição também trouxe maior possibilidade de flexibilização dos monstros, fazendo com que o mestre tivesse mais facilidade para adequar os desafios que seus jogadores irão enfrentar.</p>
<p>As modificações são tão numerosas que é difícil cobrir tudo, mas acredito que o principal foi citado. Mas ao invés de apenas falar das modificações vou falar minha opinião sobre a tão controversa Quarta Edição:</p>
<p>O &#8220;gosto&#8221; dela é diferente. Eu quero dizer que o sentimento quando se vê o livro e se joga o jogo desta versão é diferente. Ela trás regras mais equilibradas e enxutas, métodos mais matemáticos(não que envolvam mais contas, porque é exatamente o contrário, mas existe harmonia numérica durante todo o jogo e entre todos os jogadores), e jogos mais ágeis. Novas gerações que se acostumaram com velocidade de jogos eletrônicos certamente tem maior facilidade para  apreciar o potencial da quarta edição. Esta edição trás potencial para uma gama mais variada de jogos e narrativas, trazendo a possibilidade de desenvolver um &#8220;wargame&#8221; bastante personalizado na mesa de jogo (lembrando que D&amp;D<a href="http://www.grifonosso.com/2011/06/dungeons-and-dragons-1%C2%AA-edicao/" target="_blank"> nasceu de um Wargame</a>, do pó veio e ao pó retornará).<br />
<center>
<div id="attachment_5535" class="wp-caption aligncenter" style="width: 456px"><img class="size-large wp-image-5535 " title="181" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/181-495x444.jpg" alt="" width="446" height="400" />
<p class="wp-caption-text">Eberron 4ª Edição. Estou tendo arrepios.</p>
</div>
<p></center></p>
<p>Jogadores mais antigos que (assim como eu) que vieram da segunda edição de D&amp;D por exemplo, leram Senhor dos Anéis antes de ser &#8220;Hype&#8221;, conhecem Michael Moorcock e Robert Jordan, podem ter maior dificuldade em assimilar as possibilidades desta edição, acusando-a de ter sido extirpada de narrativa e contexto. Minha opinião é que isso se trata de pura nostalgia misturada com  tradicionalismo tolo. Ainda gosto e valorizo muito as edições anteriores (nunca irei me desfazer de meus seis livros de AD&amp;D, e meus vinte e seis de 3.0/3.5, que ainda jogo), mas a quarta edição é uma modernização pertinente com sua época, e acusá-la de infantilidade ou falta de conteúdo mostra apenas o que o acusador pensa secretamente de si mesmo.</p>
<p>Quer saber tudo sobre D&amp;D 4ª Edição? Então vire escritor da Wizards of The Coast. Quer saber o que dá para saber? Então vá ver aqui no <a href="http://www.rolando20.com.br/" target="_blank">Rolando 20</a>, recomendo o podcast fortemente.</p>
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		<title>Era dos Quadrinhos: A Era de Bronze</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 14:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois que findou a Era de Prata dos Quadrinhos se inicia a chamada Era de Bronze. A Era de Bronze é um período da história dos quadrinhos compreendido entre o fim dos anos 60 e a segunda metade dos anos 80. Esta foi uma época ainda conturbada para o mundo, mas a Guerra Fria não era a ameaça central, então os quadrinhos continuam com a tendência de insinuar seu momento histórico. A Era de Bronze foi conhecida por inserir elementos &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/07/era-dos-quadrinhos-a-era-de-bronze/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois que findou a <a href="http://www.grifonosso.com/2011/06/era-dos-quadrinhos-era-de-prata/" target="_blank">Era de Prata</a> dos Quadrinhos se inicia a chamada Era de Bronze.</p>
<p>A Era de Bronze é um período da história dos quadrinhos compreendido entre o fim dos anos 60 e a segunda metade dos anos 80. Esta foi uma época ainda conturbada para o mundo, mas a Guerra Fria não era a ameaça central, então os quadrinhos continuam com a tendência de insinuar seu momento histórico.<br />
<center>
<div id="attachment_5305" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-5305 " title="x-men-first-class-original-team[1]" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/x-men-first-class-original-team1.jpg" alt="" width="400" height="274" />
<p class="wp-caption-text">Time original dos X-Men, explorando a segregação desde 1963</p>
</div>
<p></center></p>
<p>A Era de Bronze foi conhecida por inserir elementos mais sérios e sofisticados dentro do mundo dos quadrinhos, principalmente em termos de caracterização e história.<span id="more-5303"></span> O público alvo dos quadrinhos mudou, e ao invés de se direcionar para crianças em geral e ser um produto barato, ele passa a ter um valor alto de comercialização e ser direcionado para grupos de fãs, com lojas especializadas que sobrevirem até hoje.</p>
<p>Esta época dos quadrinhos tentava se libertar aos poucos do código de ética que amarrou a Era de Prata. Momentos sérios foram colocados dentro das histórias, com heróis enfrentando problemas pessoais realistas, como alcoolismo, uso de drogas e racismo. Mas isso tudo sempre sendo apresentado de forma que houvesse uma conclusão moral, um exemplo para o leitor seguir.<br />
<center>
<div id="attachment_5310" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-5310" title="GreenLanternGreenArrow85" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/GreenLanternGreenArrow85.jpg" alt="" width="400" height="605" />
<p class="wp-caption-text">Calma gente, ele pode ser apenas diabético.</p>
</div>
<p></center></p>
<p>Enfrentamentos com o feminismo vieram à trazer versões femininas de muitos heróis, como é o caso de She-Hulk, Mulher Aranha, Ms. Marvel. Super Heróis que vinham de minorias também foram introduzidos, como é o caso de Luke Cage (de onde vem o sobrenome fictício de Nicolas Cage), Blade, Tempestade e Cyborg.<br />
<center>
<div id="attachment_5309" class="wp-caption aligncenter" style="width: 456px"><img class="size-full wp-image-5309" title="black-superheroes" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/black-superheroes.jpg" alt="" width="446" height="204" />
<p class="wp-caption-text">Black Power em sua melhor forma.</p>
</div>
<p></center></p>
<p>Muitos acreditam que os X-Men foram criados nesta época, mas na realidade eles apareceram em 1963, mas sua popularidade foi baixa em seu surgimento. Mas durante a Era de Bronze, eles sofreram uma releitura, transformando a história dos mutantes em uma história de racismo e de perseguição de minorias.</p>
<p>Esta época também viu nascer muitos quadrinhos de gêneros diferentes, como o de &#8220;Espada e Magia&#8221;, trazendo grandes sucessos até os dias de hoje como os quadrinhos de &#8220;Conan o Bárbaro&#8221;.</p>
<p>A Era de Bronze pode ter sido iniciada quando Jack Kirby saiu da Marvel e foi para a DC, mas ela terminou quando alguns grandes nomes entraram em cena, como Frank Miller e Alan Moore, e isto nós veremos no próximo &#8220;Era dos Quadrinhos&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>Outras Mídias: Game of Thrones Episódio 10: Fire and Blood</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 04:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outras Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[A Game of Thrones]]></category>
		<category><![CDATA[A Guerra dos Tronos]]></category>
		<category><![CDATA[A Song of Ice and Fire]]></category>
		<category><![CDATA[Blood]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Gelo e Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Dragões]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>
		<category><![CDATA[série]]></category>
		<category><![CDATA[Season Finale]]></category>

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		<description><![CDATA[No décimo, e último, episódio da série da HBO que adapta o primeiro livro das Crônicas de Gelo e Fogo: Bom&#8230; todos ficaram surpresos não? A morte de Ned traz os grandes momentos que vão levar ao nome do próximo livro (Fúria dos Reis). Joffrey mostra seu lado mais negro ao fazer Sansa encarar a cabeça decapitada de seu pai e dizer que tem espaço para a cabeça de Robb e do resto da família. O momento que todos torcem &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/07/outras-midias-game-of-thrones-episodio-10-fire-and-blood/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No décimo, e último, episódio da série da HBO que adapta o primeiro livro das Crônicas de Gelo e Fogo: Bom&#8230; todos ficaram surpresos não?<br />
<center>
<div id="attachment_5235" class="wp-caption aligncenter" style="width: 475px"><img class="size-full wp-image-5235" title="joffrey" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/joffrey.jpg" alt="" width="465" height="256" />
<p class="wp-caption-text">Menos com você Joffrey. Todos esperam que você seja um babaca.</p>
</div>
<p></center><br />
A morte de Ned traz os grandes momentos que vão levar ao nome do próximo livro (Fúria dos Reis). <span id="more-5192"></span>Joffrey mostra seu lado mais negro ao fazer Sansa encarar a cabeça decapitada de seu pai e dizer que tem espaço para a cabeça de Robb e do resto da família. O momento que todos torcem no livro para que Sansa jogue Joffrey no fosso é traduzido na série em uma cena ainda mais óbvia.</p>
<p>Tyrion é reconhecido por Tywin como um filho melhor do que sempre foi tratado, mas esta cena é estranha na série, pois nosso querido anão  parece satisfeito com isso, o que ele fica longe de estar no livro, pois reconhece na ação de Tywin uma desistência da possibilidade de Jaime continuar vivo, coisa que não podemos culpá-lo, uma vez que a atabalhoada ação de Joffrey indica que o Regicida será morto em breve, e a única coisa que evita isso é a posse de Sansa. Finalmente Tyrion é enviado em sua conclusão à Porto Real, onde exercerá o cargo de seu pai como Mão do Rei enquanto Lorde Lannister guerreia.<br />
<center>
<div id="attachment_5237" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-5237" title="450px-Tywin_Lannister3" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/450px-Tywin_Lannister3.png" alt="" width="450" height="322" />
<p class="wp-caption-text">Tywin, o Darth Vader de Westeros</p>
</div>
<p></center><br />
Em um momento digno da narrativa, Robb é declarado Rei do Norte por seus súditos e Westeros mergulha no separatismo puro, um enredo que atiça os interesses dos espectadores mais frios.</p>
<p>Enquanto isso no norte, Jon tenta escapar da Patrulha para se juntar ao seu irmão na guerra, mas é detido por seus amigos em uma cena bastante constrangedora em que eles o cercam e recitam o juramento da Patrulha da Noite. Jon volta para a Muralha e Mormont revela que sabia que ele tinha saído e o tinha observado o tempo todo. O Comandante da Patrulha diz que estão organizando uma expedição para encontrar Benjen Stark e sua patrulha e saber o que raios está acontecendo acima da muralha.<br />
<center>
<div id="attachment_5238" class="wp-caption aligncenter" style="width: 406px"><img class="size-large wp-image-5238 " title="Game_of_Thrones_Cover_by_kerembeyit" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/Game_of_Thrones_Cover_by_kerembeyit-495x770.jpg" alt="" width="396" height="616" />
<p class="wp-caption-text">Jon, a Mary Sue de Martin</p>
</div>
<p></center></p>
<p>E para concluirmos, em uma das cenas mais fiéis ao livro (com exceção de um certo cabelo queimado) Daenerys queima o corpo de Drogo (e de quebra a feiticeira), e coloca os ovos de dragão  na pira antes de ela mesma entrar no inferno de chamas. Mas ela não se queima, e sai das chamas com uma surpresa:</p>
<p><center>
<div id="attachment_5236" class="wp-caption aligncenter" style="width: 475px"><img class="size-full wp-image-5236" title="dany" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/dany.jpg" alt="" width="465" height="264" />
<p class="wp-caption-text">Dragões!!! </p>
</div>
<p></center></p>
<p>É uma pena que tenham havido apenas dez episódios desta série maravilhosa ao invés dos tradicionais treze das séries da HBO, mas o tempo foi primorosamente utilizado e mais uma vez a HBO mostrou porque é a senhora de todas as séries, fazendo um filme maravilhoso de dez horas e uma adaptação inspiradora que mostra como a linguagem da televisão pode ser usada perfeitamente para traduzir a linguagem de livros intraduzíveis como é o caso dos livros de fantasia.  Foram dez semanas épicas!</p>
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		<title>Dungeons &amp; Dragons 3.5</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 13:52:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[D&D 3.5]]></category>
		<category><![CDATA[D&D 3ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[D20]]></category>
		<category><![CDATA[Dungeons & Dragons]]></category>
		<category><![CDATA[Eberron]]></category>
		<category><![CDATA[Wizards of The Coast]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando a história do mais popular RPG de todos os tempos, passamos para a evolução de Dungeons &#38; Dragons 3ªEdição: O Dungeons &#38; Dragons 3.5. No meio de 2003 a Wizards of the Coast lançou uma edição tão revisada e carregada de erratas da 3ª edição, que resolveu chamá-la de 3.5. Além das modificações das erratas, a &#8220;nova&#8221; edição expandia os livros do Mestre e dos Monstros, com conteúdo extra e muitas modificações, apesar de haver muito material não modificado &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/07/dungeons-dragons-3-5/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando a história do mais popular RPG de todos os tempos, passamos para a evolução de Dungeons &amp; Dragons 3ªEdição: O Dungeons &amp; Dragons 3.5.<br />
<center>
<div id="attachment_5049" class="wp-caption aligncenter" style="width: 483px"><img class="size-large wp-image-5049   " title="wallpaper_dragonshard_04_1600" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/wallpaper_dragonshard_04_1600-1024x768.jpg" alt="" width="473" height="355" />
<p class="wp-caption-text">Qual é o sopro deste dragão?! Atômico?</p>
</div>
<p></center><br />
No meio de 2003 a Wizards of the Coast lançou uma edição tão revisada e carregada de erratas da 3ª edição, <span id="more-5048"></span>que resolveu chamá-la de 3.5. Além das modificações das erratas, a &#8220;nova&#8221; edição expandia os livros do Mestre e dos Monstros, com conteúdo extra e muitas modificações, apesar de haver muito material não modificado reeditado. Todas as modificações ainda eram compatíveis com a 3ª edição, agindo como uma errata colossal.</p>
<p>Agora paladinos invocavam suas montarias do nada e podiam envia-las de volta para o nada quando não precisassem mais, evitando dores de cabeças com jogadores que esquecem de desmontar para entrar na taverna ou na masmorra. Monges, bardos, bárbaros e rangers tiveram grandes modificações para tornar estas classes mais atraentes.<br />
<center>
<div id="attachment_5060" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-5060" title="eberron_adventure_party" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/eberron_adventure_party.jpg" alt="" width="400" height="476" />
<p class="wp-caption-text">Nesta época também chegou Eberron, adicionando bazilhões de raças jogáveis.</p>
</div>
<p></center></p>
<p>Magias e talentos tiveram muitas modificações, criando novos e alterando os efeitos dos antigos. Perícias visivelmente menos úteis ou menos utilizadas foram unidas com outras ou renomeadas. Monstros passaram à ganhar talentos e perícias como jogadores, tornando-os muito mais personalizáveis mas complicando a vida dos mestres. A parte de combate é ainda mais focada na utilização de miniaturas e mapas.</p>
<p>Curiosamente muitas modificações feitas não se tornaram populares, o que fez muitos jogadores adotarem regras caseiras para alterar o que não lhes aprazia.</p>
<p>A edição 3.5 trouxe consigo as tendências que cresciam dentro do jogo, mas o futuro reservava surpresas muito maiores.<br />
<center>
<div id="attachment_5061" class="wp-caption aligncenter" style="width: 452px"><img class="size-large wp-image-5061   " title="wallpaper_dragonshard_02_1600" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/wallpaper_dragonshard_02_1600-1024x768.jpg" alt="" width="442" height="332" />
<p class="wp-caption-text">Surpresas do tipo que pulam na sua frente e estapeiam a sua cara.</p>
</div>
<p></center></p>
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		<title>Outras Mídias: Game of Thrones Episódio 9: Baelor</title>
		<link>http://www.grifonosso.com/2011/07/outras-midias-game-of-thrones-episodio-9-baelor/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 14:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outras Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[Argus Filtch]]></category>
		<category><![CDATA[Assassin's Creed]]></category>
		<category><![CDATA[David Bradley]]></category>
		<category><![CDATA[Game of Thrones]]></category>
		<category><![CDATA[Garra Longa]]></category>
		<category><![CDATA[George R. R. Martin]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra dos Tronos]]></category>
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		<description><![CDATA[No nono episódio da série da HBO que adapta o primeiro livro das Crônicas de Gelo e Fogo: Acredito que todos que não leram o livro ficaram bastante surpresos com o fim deste episódio. Westeros caminha para a guerra total. Ned em breve será levado à público para ser julgado e continua sendo visitado na masmorra por quem parece ser seu único amigo, Varys. O eunuco tenta convencê-lo à confessar falsamente seu crime e pedir perdão, para que seja enviado &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/07/outras-midias-game-of-thrones-episodio-9-baelor/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No nono episódio da série da HBO que adapta o primeiro livro das Crônicas de Gelo e Fogo: Acredito que todos que não leram o livro ficaram bastante surpresos com o fim deste episódio.<br />
<center>
<div id="attachment_5007" class="wp-caption aligncenter" style="width: 475px"><img class="size-full wp-image-5007" title="Arya" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/Arya.jpg" alt="" width="465" height="234" />
<p class="wp-caption-text">&quot;O que c****s estão fazendo com meu pai?!&quot;</p>
</div>
<p></center><br />
Westeros caminha para a guerra total. Ned em breve será levado à público para <span id="more-4971"></span>ser julgado e continua sendo visitado na masmorra por quem parece ser seu único amigo, Varys. O eunuco tenta convencê-lo à confessar falsamente seu crime e pedir perdão, para que seja enviado para a Patrulha da Noite, mas Ned não quer dobrar sua honra, Varys então o lembra que não é apenas a vida dele que está em jogo, mas a das suas filhas.</p>
<p>Robb põe em execução seu plano para vencer os Lannisters em batalha, mas ainda têm um problema, é preciso atravessar a ponte das gêmeas, controlada pela família Frey. Walder Frey (interpretado por David Bradley, o Argus Filtch de Harry Potter), um velho pervertido e cheio de filhos, concorda em deixá-los passar em troca de arrumar o destino de vários de seus filhos com os Stark, incluindo um prometido de casamento para Arya (acho que ela não vai gostar) e uma prometida para Robb, que concorda em nome de sua guerra.<br />
<center>
<div id="attachment_5008" class="wp-caption aligncenter" style="width: 384px"><img class="size-full wp-image-5008" title="Frey" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/Frey.jpg" alt="" width="374" height="460" />
<p class="wp-caption-text">&quot;O que está fazendo fora do seu dormitório à esta hora senhor Robb?&quot;</p>
</div>
<p></center><br />
Jon está as voltas com sua vitória contra o zumbi cético, ganhando inclusive uma espada de aço valiriano do comandante Mormont chamada Garra Longa, mas tudo se torna irrelevante quando ele sabe que seu irmão marcha para guerra. Desconfiando das intenções de Jon deixar a Muralha, Meistre Aemon o chama para uma conversa de homem para homem, revelando que ele é um Targaryen e chegou à desistir do trono, tendo vontade de fugir da Muralha quando sua família foi deposta e exterminada, mas se manteve firme em seu posto.</p>
<p><center>
<div id="attachment_5014" class="wp-caption aligncenter" style="width: 440px"> <img class="size-large wp-image-5014   " src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/aemon-targaryen-1024.jpg" alt="" width="430" height="242" />
<p class="wp-caption-text">&#8230;e foi assim que minha família foi morta. Jon? Você está aqui? Jon?</p>
</div>
<p></center><br />
Do outro lado do mar, Daenerys continua sua sucessão de cagadas quando Drogo cai de seu cavalo pelo ferimento infeccionado. O Khalasar abandona ela e Drogo, Jorah mata um dos comandantes de Drogo defendendo  Dany. Ela chama a bruxa gangbandeada para cuidar dele novamente (dica: não confie em uma bruxa estuprada por seus subordinados). Mirri diz que pode salvar Drogo, mas haverá sacrifícios, então ela mata o cavalo dele e faz um ritual sombrio que envolve gritos e projetar sombras com as mãos na barraca. Para não ficar em segundo plano com toda a comoção causada pela feitiçaria, Dany entra em parto.</p>
<p>Tyrion está no acampamento do exército de seu pai e arranja uma prostituta chamada Shae, esperta demais na minha opinião, contraditório aos livros. O nosso querido anão acaba liderando seus selvagens na vanguarda do exército Lannister contra os nortenhos comandados por Rose Bolton(que não foi mostrado nesta temporada, mas é um personagem fundamental mais para a frente). Tyrion se sai vitorioso mas ferido, e volta para os braços da prostituta.Enquanto isso, Robb dá um golpe de mestre e extermina o exército liderado por Jaime Lannister, capturando  o Kingslayer no processo.</p>
<p>O episódio termina com o tão esperado julgamento de Ned, assistido por Arya da multidão. Ned pede perdão em público por um crime que não cometeu e dobra sua honra em nome de suas filhas. Joffrey não decepciona em ser um palhaço e vai contra os conselh0s da mãe e os apelos de Sansa, mandando decapitar Ned. Arya é encontrada por Yorem, da Patrulha da Noite, que não a deixa ver a cabeça do pai cair, a última cena do episódio.</p>
<p>Meu episódio favorito até agora. Ótimas cenas de Tyrion e Arya, os personagens que eu mais gosto. Dany foi mostrada mais burra que no livro, uma injustiça, mas não totalmente sem fundamento. A cena final foi muito bem feita e deve ter arrancado o coração de quem não esperava aquilo. Joffrey vai ficar marcado como um dos personagens mais odiados de todos os tempos.<br />
<center>
<div id="attachment_5014" class="wp-caption aligncenter" style="width: 440px"><img class="size-large wp-image-5014  " title="AssassinsCreedIIExecution" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/07/AssassinsCreedIIExecution-1024x578.jpg" alt="" width="430" height="243" />
<p class="wp-caption-text">E eu não pude deixar de pensar nesta cena em que Ezio  (de Assassin&#39;s Creed II) vê seu pai sendo executado em público&#8230; esperemos que a Arya tenha o mesmo destino de Ezio.</p>
</div>
<p></center></p>
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		<title>Dungeons and Dragons 3ª Edição</title>
		<link>http://www.grifonosso.com/2011/06/dungeons-and-dragons-3%c2%aa-edicao/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 06:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[AD&D]]></category>
		<category><![CDATA[Alderac]]></category>
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		<category><![CDATA[Jonathan Tweet]]></category>
		<category><![CDATA[Legend of Five Rings]]></category>
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		<category><![CDATA[Wizards of The Coast]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando a história do mais popular RPG de todos os tempos, passamos para a evolução de Advanced Dungeons &#38; Dragons: O Dungeons &#38; Dragons 3ª Edição. Com a compra da TSR pela Wizards of The Coast, um escritor experiente da antiga editora foi promovido à desenvolvedor chefe, este homem é Monte Cook (na minha opinião é o terceiro homem mais importante para D&#38;D). Monte Cook, junto com Skip Williams e Jonathan Tweet, liderou um time de desenvolvedores que revisou e &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/06/dungeons-and-dragons-3%c2%aa-edicao/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando a história do mais popular RPG de todos os tempos, passamos para a evolução de Advanced Dungeons &amp; Dragons: O Dungeons &amp; Dragons 3ª Edição.<br />
<center>
<div id="attachment_4878" class="wp-caption aligncenter" style="width: 452px"><img class="size-large wp-image-4878   " title="taverns-brawl" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/taverns-brawl-1024x768.jpg" alt="" width="442" height="332" />
<p class="wp-caption-text">Típica taverna</p>
</div>
<p></center><br />
Com a compra da TSR pela Wizards of The Coast, um escritor experiente da antiga editora foi promovido à desenvolvedor chefe, este homem é <span id="more-4775"></span>Monte Cook (na minha opinião é o terceiro homem mais importante para D&amp;D). Monte Cook, junto com Skip Williams e Jonathan Tweet, liderou um time de desenvolvedores que revisou e reformulou muitas partes do Dungeons &amp; Dragons, agora não haveria mais Dungeons &amp; Dragons e Advanced Dugeons &amp; Dragons, apenas Dungeons &amp; Dragons, a terceira edição.</p>
<p>Todo o jogo foi centrado mecanicamente em um conjunto de regras conhecido como <em>D20 System</em>, um conjunto que unificava os outros D&amp;Ds e simplificava os aspectos complexos enquanto ampliava outros para serem mais abrangentes e verossímeis. O novo sistema de regras tentava reduzir o máximo de testes à jogadas do dado de vinte lados(d20).</p>
<p>O infame &#8220;Thac0&#8243; foi esquecido e substituído. Muitas classes tiveram seus nomes alterados assim como funcionamento de suas habilidades. Os meio-orcs, monges e bárbaros voltaram à ser opções para jogadores. Foi introduzido também o conceito de &#8220;classes de prestígio&#8221;, isto é, classes que só podiam ser adquiridas com o cumprimento de algumas condições, e o assassino voltou como uma destas classes.<br />
<center>
<div id="attachment_4879" class="wp-caption aligncenter" style="width: 452px"><img class="size-large wp-image-4879  " title="TavernBrawl" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/TavernBrawl-1024x688.jpg" alt="" width="442" height="298" />
<p class="wp-caption-text">Alterações sempre são feitas de uma edição para outra, mas as tavernas continuam as mesmas.</p>
</div>
<p></center><br />
O jogo também foi desenvolvido de maneira à favorecer o uso de miniaturas para representar o combate, de forma que todas as medidas de movimentação, alcance e etc, já eram projetadas para uso em um mapa quadriculado.</p>
<p>Mas o que foi mais impactante foi a decisão da Wizard de levar à cabo definitivo o costume de relevar as publicações de outra editoras que se relacionavam com Dungeons &amp; Dragons. Então o<em> D20 System</em> foi declarado sob a &#8220;Open Gaming License&#8221;(mais conhecido pelo acrônimo OGL) que tornava o sistema de regras de domínio praticamente público, fazendo com que qualquer autor pudesse desenvolver uma aventura, cenário ou até sistema de regras complementares, usando o <em>D20 System </em>e sem precisar da aprovação da Wizards of The Coast.</p>
<p>Muitas editoras publicaram conteúdo para D&amp;D, incluindo a White Wolf com seu selo de Sword &amp; Sorcery, a Malhavoc press, a Privateer Press, que publicou os Reinos de Ferro e a Alderac Enterteinment Group, que publicou Legend of The Five Rings.</p>
<p>A OGL foi uma idéia brilhante e revolucionária, que traz frutos até hoje com as publicações de editoras antigas e novas.</p>
<p>Mas o D&amp;D 3ed ainda seria renovado em um curto espaço de tempo: Em 2003 surge o D&amp;D 3.5. A edição três e meio será o tema de nosso próximo artigo de RPG.<br />
<center>
<div id="attachment_4880" class="wp-caption aligncenter" style="width: 452px"><img class="size-medium wp-image-4880   " title="FRposterLarge_72" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/FRposterLarge_72-1024x684.jpg" alt="" width="442" height="295" />
<p class="wp-caption-text">Forgotten Realms 3ª Edição. Muitas aventuras eu tive aqui.</p>
</div>
<p></center></p>
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		<title>Outras Mídias: Game of Thrones Episódio 8: The Pointy End</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 15:24:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outras Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[A Guerra dos Tronos]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Gelo e Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Game of Thrones]]></category>
		<category><![CDATA[George R. R. Martin]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>

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		<description><![CDATA[No oitavo episódio da série da HBO que adapta o primeiro livro das Crônicas de Gelo e Fogo: Apesar de o título fazer referência à Arya, ela só aparece brevemente neste episódio, mas os outros personagens estiveram ocupados. A própria Arya começa fugindo de Sor Meryn e outros guardas que são detidos por Syrio Forel que cobre a fuga da jovem Stark, mas seu destino é incerto. Arya recupera sua espada nos estábulos e mata um garoto que queria lhe entregar. &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/06/outras-midias-game-of-thrones-episodio-8-the-pointy-end/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No oitavo episódio da série da HBO que adapta o primeiro livro das Crônicas de Gelo e Fogo: Apesar de o título fazer referência à Arya, ela só aparece brevemente neste episódio, mas os outros personagens estiveram ocupados.<br />
<center>
<div id="attachment_4835" class="wp-caption aligncenter" style="width: 475px"><img class="size-full wp-image-4835" title="pointy syrio" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/pointy-syrio.jpg" alt="" width="465" height="233" />
<p class="wp-caption-text">&quot;Fuja daqui Arya. Vou mostrar à esses homens a dança do ventr&#8230; da água.&quot;</p>
</div>
<p></center><br />
A própria Arya começa fugindo de Sor Meryn e outros guardas que são detidos por <span id="more-4828"></span>Syrio Forel que cobre a fuga da jovem Stark, mas seu destino é incerto. Arya  recupera sua espada nos estábulos e mata um garoto que queria lhe entregar.</p>
<p>Ned só aparece brevemente neste episódio, aprisionado por sua &#8220;traição&#8221;, ele passa este episódio suando e bufando no escuro da masmorra. Corvos são enviados com mensagens para todos os lugares contando sobre os acontecimentos envolvendo Ned.</p>
<p>Jon fica sabendo do destino de seu pai e demonstra intenções de fugir da muralha, mas quando quase mata  Alliser Thorn por conta de uma provocação, ele recebe uma prisão domiciliar em seu quarto. Quando fantasma fica inquieto e corre para o quarto do comandante Mormont, Jon se vê enfrentando um dos homens mortos  que encontrou na floresta e trouxe para a Muralha.<br />
<center>
<div id="attachment_4846" class="wp-caption aligncenter" style="width: 475px"><img class="size-full wp-image-4846" title="Zombie" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/Zombie.jpg" alt="" width="465" height="239" />
<p class="wp-caption-text">E Jon acaba enfrentando um morto-vivo muito cético.</p>
</div>
<p></center><br />
Dany acompanha Khal Drogo enquanto ele arrasa algumas aldeias para capturar escravos e vendê-los visando a compra dos barcos que transportarão o Khalasar para Westeros. Dany salva algumas mulheres dos estupros Dothraki mas ganha a inimizade dos homens de Drogo em troca. Drogo acaba enfrentando um dos seus homens em combate para punir um  insulto e fica ferido. Dany pede para que uma das mulheres recém-estupradas cuide do ferimento do Khal.<br />
<center>
<div id="attachment_4842" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-4842" title="game_of_thrones_episode_8_khal_drogo" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/game_of_thrones_episode_8_khal_drogo.jpg" alt="" width="480" height="319" />
<p class="wp-caption-text">Ambidestria + Combater com duas armas.</p>
</div>
<p></center><br />
Robb marcha para a guerra com os homens do norte. Um espião dos Lannister é capturado contando as tropas de Robb e o jovem Stark deixa-o ir com informações falsas.</p>
<p>Tyrion Lannister continua levando todo mundo na conversa e desta vez convence tribos de bárbaros à acompanhá-lo na guerra em troca de armas e armaduras. Ele leva seus selvagens até o acampamento dos Lannisters e encontra com seu pai.</p>
<p>Barristan, o líder da guarda real, é demitido de seu cargo vitalício por Joffrey e não fica nada feliz com isso. E o episódio acaba logo depois, com Sansa pedindo para o rei piedade para seu pai.<br />
<center>
<div id="attachment_4847" class="wp-caption aligncenter" style="width: 501px"><img class="size-large wp-image-4847  " title="CS 71 1st November 2010" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/barristan-the-bold-1024x682.jpg" alt="" width="491" height="327" />
<p class="wp-caption-text">Barristan, o Desempregado.</p>
</div>
<p></center><br />
Gostei bastante deste episódio, ele acompanhou todos os enredos sem perder o passo, sem correr e sem enrolar com a narrativa. Achei algumas modificações estranhas, como a história do espião que não tem no livro, mas vamos ver como ela vai ser concluída. Minha maior reclamação foi a falta de tempo para a história da Arya, uma das mais angustiantes e interessantes.</p>
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		<title>Era dos Quadrinhos: Era de Prata</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 13:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mangás e Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Atômico]]></category>
		<category><![CDATA[Batman]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois do fim da Era de Ouro começou a Era de Prata dos Quadrinhos. A Era de Prata pode ser compreendida entre a segunda metade dos anos 50 e a primeira metade dos anos 60. Foram apenas dez anos, mas eles definiram os quadrinhos de hoje. Um dos motivos da lacuna de tempo sem quadrinhos compreendidos pela primeira metade dos anos 50 foi uma publicação do livro Seduction of the Innocent do psiquiatra Frederic Wertham, que culpava os quadrinhos pela &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/06/era-dos-quadrinhos-era-de-prata/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do fim da <a href="http://www.grifonosso.com/2011/06/eras-dos-quadrinhos-era-de-ouro/" target="_blank">Era de Ouro</a> começou a Era de Prata dos Quadrinhos.</p>
<p>A Era de Prata pode ser compreendida entre a segunda metade dos anos 50 e a primeira metade dos anos 60. Foram apenas dez anos, mas eles definiram os quadrinhos de hoje.<br />
<center>
<div id="attachment_4673" class="wp-caption aligncenter" style="width: 447px"><img class="size-full wp-image-4673  " title="jla_avengers" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/jla_avengers.jpg" alt="" width="437" height="434" />
<p class="wp-caption-text">Esta era também definiu os &quot;times&quot; de super heróis.</p>
</div>
<p></center><br />
Um dos motivos da lacuna de tempo sem quadrinhos compreendidos pela primeira metade dos anos 50 foi uma <span id="more-4339"></span>publicação do livro <em>Seduction of the Innocent</em> do psiquiatra Frederic Wertham, que culpava os quadrinhos pela delinquência juvenil da época. Isto culminou no <em>Comic Code Authority</em>, um código de ética que determinava que quadrinhos não deveriam conter violência, sexo ou qualquer outro conteúdo considerado maduro, isto criou a imagem dos heróis que não matam, conhecidos até hoje. Muitas editoras foram à falência, mas muitas que publicavam histórias de terror, piratas e etc, se voltaram para as revistas de super heróis, pois estas eram mais fáceis de adaptar para os padrões do código.<br />
<center>
<div id="attachment_4670" class="wp-caption aligncenter" style="width: 338px"><img class="size-full wp-image-4670" title="Gay Batman" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/Gay-Batman.jpg" alt="" width="328" height="302" />
<p class="wp-caption-text">As vezes era melhor deixar o herói &quot;Gay&quot; do que violar o código.</p>
</div>
<p></center><br />
Editoras como a DC e a Marvel abraçaram o conceito e criaram novos heróis dentro dos padrões ou adaptaram pesadamente os antigos. Batman perdeu sua arma nesta época, o Super Homem parou de esmagar seus inimigos com sua força.  Surgiram inúmeros heróis famosos de hoje, entre eles: Homem Aranha, Hulk, Quarteto Fantástico, Thor, os X-Men e o Homem de Ferro.</p>
<p>Esta época compreendeu a Guerra Fria em seu ápice, e isto é refletido em muitos aspectos. Inumeros vilões são comunistas, vestidos com a estrela vermelha, a foice e o martelo ou a estrela amarela sob fundo vermelho (da China). A corrida espacial gerou interesse nas super tecnologias que os homens podiam criar e em vida alienigena, e isto fez com que os quadrinhos tivessem a mágica varrida e tudo fora substituído por tecnologia e seres extra-terrestres.</p>
<p>O medo nuclear tambem foi muito influente na época. O Hulk e o Homem Aranha são apenas alguns dos heróis que ganharam seus poderes com radiação nuclear, sendo que deveriam ter ganho câncer.<br />
<center>
<div id="attachment_4671" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><img class="size-full wp-image-4671 " title="hulk" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/hulk.jpg" alt="" width="420" height="328" />
<p class="wp-caption-text">Parecem músculos mas são tumores malignos.</p>
</div>
<p></center><br />
O enredo dos quadrinhos não se preocupava em nada com realismo ou verossimilhança. Não pelo fato dos super poderes, mas por não haver nenhuma consequência por eles existirem. A maioria dos heróis era muito mais poderosa do que na Era anterior, e seus poderes semi-divinos (ou divinos no caso de alguns) eram apenas uma alavanca para os enredos, não parte dos enredos em si.</p>
<p>Apesar dos X-Men serem desta época eles pertencem ao fim dela, e foram eles que em grande parte contribuíram para a nova era que chegaria, a Era de Bronze, pois suas histórias se concentravam no fato de eles serem criaturas poderosas em meio à pessoas normais, uma história sobre minorias perseguidas. Mas vamos deixar isto para o próximo Era dos Quadrinhos.<br />
<center>
<div id="attachment_4672" class="wp-caption aligncenter" style="width: 404px"><img class="size-full wp-image-4672 " title="x-men-first-class1" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/x-men-first-class1.jpg" alt="" width="394" height="454" />
<p class="wp-caption-text">Estes são a verdadeira primeira classe.</p>
</div>
<p></center></p>
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		<title>Outras Mídias: Game of Thrones Episódio 7: You Win or You Die</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 17:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outras Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[A Guerra dos Tronos]]></category>
		<category><![CDATA[A Song of Ice and Fire]]></category>
		<category><![CDATA[Coringa]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Gelo e Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Game of Thrones]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>

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		<description><![CDATA[No sétimo episódio da série da HBO que adapta o primeiro livro das Crônicas de Gelo e Fogo: o enredo move-se rapidamente para conter o livro dentro dos dez episódios. Jon Snow é feito intendente da Muralha ao invés de patrulheiro e precisa de seu amigo Sam para entender que Mormont pretende o transformar em seu sucessor como comandante da Patrulha da Noite. Do outro lado do mar, Daenerys já esqueceu da morte de seu irmão chato e quase é &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/06/outras-midias-game-of-thrones-episodio-7-you-win-or-you-die/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No sétimo episódio da série da HBO que adapta o primeiro livro das  Crônicas de Gelo e Fogo: o enredo move-se rapidamente para conter o livro dentro dos dez episódios.<br />
<center>
<div id="attachment_4658" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-full wp-image-4658" title="Jon Snow" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/Jon-Snow.jpg" alt="" width="350" height="329" />
<p class="wp-caption-text">Eu vou me tornar um personagem interessante, eu prometo.</p>
</div>
<p></center><br />
Jon Snow é feito intendente da Muralha ao invés de patrulheiro e precisa de seu amigo Sam para <span id="more-4650"></span>entender que Mormont pretende o transformar em seu sucessor como comandante da Patrulha da Noite.</p>
<p>Do outro lado do mar, Daenerys já esqueceu da morte de seu irmão chato e quase é envenenada por um assassino enviado por Varys, o eunuco. Jorah Mormont à salva e continua à crescer nas graças dos Dothraki. Khal Drogo decide fazer um juramento de guerra de que irá tomar o trono de ferro para Dan.<br />
<center>
<div id="attachment_4655" class="wp-caption aligncenter" style="width: 475px"><img class="size-full wp-image-4655" title="drogo" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/drogo.jpg" alt="" width="465" height="270" />
<p class="wp-caption-text">&quot;Vou esmagar meus inimigos. Vê-los caídos diante de mim. E ouvirei o choro de suas mulheres.&quot; </p>
</div>
<p></center><br />
Voltando à Westeros, Ned chama Cersei para um encontro no bosque sagrado e conta à ela que sabe tudo e dirá à Robert, sugestionando-a à fugir. Uma escolha bizarra de ações. Mas logo em seguida Robert chega ferido de sua caçada, um javali lhe abriu da virilha ao peito com suas presas. Vendo sua morte iminente, o Rei entrega um documento à Ned que lhe nomeia regente até a maioridade de Joffrey.<br />
<center>
<div id="attachment_4660" class="wp-caption aligncenter" style="width: 466px"><img class="size-full wp-image-4660  " title="Robin Hood Friar Tuck" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/Robin-Hood-Friar-Tuck.jpg" alt="" width="456" height="303" />
<p class="wp-caption-text">É tudo uma maquinação de Robert para ajudar seu amigo Robin Hood e vencer o Xerife de Notthingham.</p>
</div>
<p></center><br />
Ned vê a morte vindoura do rei e se sente encurralado por sua honra, mas decide que irá depor Joffrey quando de sua coroação e nomeará Stannis Baratheon como o rei legítimo, sendo ele o próximo na linha de sucessão do trono. Para isso ele recusa a ajuda de Renly que oferece uma invasão violenta e convoca mindinho para que ele garanta a lealdade da patrulha da cidade.</p>
<p>Quando Robert morre, Ned é convocado para prestar jurameto à Joffrey, mas quando tenta o depor, é traído pela patrulha e por Mindinho, sendo que agora é um prisioneiro acusado de traição.</p>
<p>Muitos acontecimentos interessantes e a morte súbita do rei tornaram este episódio corrido, mas abrangente. Vamos aguardar e ver o que nos reservam os próximos.<br />
<center>
<div id="attachment_4661" class="wp-caption aligncenter" style="width: 386px"><img class="size-full wp-image-4661 " title="Escudeiro do Coringa" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/Escudeiro-do-Coringa.jpg" alt="" width="376" height="210" />
<p class="wp-caption-text">Tão corrido que nem coube a história de quando o Rei foi escudeiro do Coringa.</p>
</div>
<p></center></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Advanced Dungeons And Dragons</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 16:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Continuando a história do mais popular RPG de todos os tempos, passamos para a evolução de Dungeons &#38; Dragons: O Advanced Dungeons &#38; Dragons. Entre 1977 e 1979 as regras do Dungeons &#38; Dragons original foram implementadas e evoluídas pela editora TSR, sendo publicadas em três livros básicos de capa dura ao longo destes anos e criando o AD&#38;D (resultados do Google podem trazer Accidental Death and Dismemberment mas não foi isso que as novas regras trouxeram). Suplementos de regras &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/06/advanced-dungeons-and-dragons/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando a história do mais popular RPG de todos os tempos, passamos para a evolução de <a href="http://www.grifonosso.com/2011/06/dungeons-and-dragons-1%C2%AA-edicao/" target="_blank">Dungeons &amp; Dragons</a>: O  <em>Advanced Dungeons &amp; Dragons</em>.<br />
<center>
<div id="attachment_4313" class="wp-caption aligncenter" style="width: 440px"><img class="size-full wp-image-4313  " title="heroes-from-forgotten-realms" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/heroes-from-forgotten-realms.jpg" alt="" width="430" height="323" />
<p class="wp-caption-text">Wulfgar, Drizzt e Bruenor. Personagens marcantes do início dos romances de D&amp;D.</p>
</div>
<p></center><br />
Entre 1977 e 1979 as regras do <em>Dungeons &amp; Dragons</em> original foram <span id="more-4308"></span>implementadas e evoluídas pela editora TSR, sendo publicadas em três livros básicos de capa dura ao longo destes anos e criando o AD&amp;D (resultados do Google podem trazer Accidental Death and Dismemberment mas não foi isso que as novas regras trouxeram). Suplementos de regras foram lançados pelos dez anos seguintes mas os três principais livros continuaram sendo o Livro dos Monstros, o Livro do Jogador e o Livro do Mestre, publicados no Brasil pela Editora Abril em 1994 e mais tarde pela Devir em 1999.</p>
<p>O que separava o D&amp;D original do AD&amp;D alem de dezenas de pequenas regras? Há uma lista: As regras dependentes do jogo de miniaturas  <em>Chainmail</em> foram reformuladas para que fossem independentes, as tendências foram definitivamente aceitas como a combinação de éticas(ordem e caos) e morais(bem, mal) que juntas com a tendência da neutralidade em qualquer eixo formava nove possibilidades de tendência. Raças foram separadas de classes e novas classes foram adicionadas, entre elas: Paladino, ladrão, bardo, druida, ranger, ilusionista, assassino e monge. Tudo para deixar seu mundo medieval imaginário o mais completo possível.<br />
<center>
<div id="attachment_4312" class="wp-caption aligncenter" style="width: 261px"><img class="size-full wp-image-4312" title="xp" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/xp.jpg" alt="" width="251" height="201" />
<p class="wp-caption-text">Mas na verdade os jogadores só se importam com isto.</p>
</div>
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Em 1987 um time de designers da TSR fizeram uma revisão de AD&amp;D e lançaram a segunda edição do jogo que contou com algumas alterações bastante relevantes: Para jogadas de ataque foi criado o infame THAC0(To Hit Armor Class zero) uma característica numeral do personagem que era subtraída de uma jogada de dados para se chegar abaixo do numero da classe de armadura do inimigo. Parece complicado? Na realidade é simples depois de dez anos usando isso.</p>
<p>Muitas outras mudanças foram feitas para mudar a imagem do jogo, que sofreu uma certa perseguição religiosa, retirando os demônios, diabos e anjos (que mais tarde voltariam como os Tanar&#8217;ri, Baatezu e Celestiais), os meio-orcs deixaram de ser uma opção de raça inicial de personagem, assim como o assassino e monge deixaram de ser classes disponíveis. Foram feitas alterações na abordagem e arte do jogo para que se tornasse mais apelativo ao público feminino também.<br />
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<div id="attachment_4311" class="wp-caption aligncenter" style="width: 251px"><img class="size-full wp-image-4311" title="add2phb" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/add2phb.jpg" alt="" width="241" height="317" />
<p class="wp-caption-text">Capa da segunda edição de AD&amp;D</p>
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Mas mudanças mais radicais estariam por vir, pois a TSR esteve à beira da falência em 1997, mas foi comprada pela adversária Wizards of The Coast, a dona de <em>Magic The Gathering</em>, que passou três anos planejando uma reformulação e em 2000 mudou todo o mundo de Dungeons &amp; Dragons novamente, mas isto virá no próximo artigo de D&amp;D.</p>
<p>Para terminar este artigo vou revelar que minha primeira experiência foi com AD&amp;D: Quando eu tinha onze anos tive um clérigo humano adorador de Tempus no mundo de Forgotten Realms, um dos cenários prontos lançados para AD&amp;D, que ficou marcado entre os que jogaram comigo. Farrem era o seu nome e &#8220;Por Tempus&#8221; o seu mote. Tirei o nome &#8220;Farrem&#8221; de um personagem chamado &#8220;Farren&#8221;, o chefe da guarda da rainha, do livro <em>O Talismã</em> de Stephen King.<br />
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<div id="attachment_4316" class="wp-caption aligncenter" style="width: 452px"><img class="size-large wp-image-4316   " title="forgotten-realms-mapa-2c2aa-edicao" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/forgotten-realms-mapa-2c2aa-edicao-1024x775.jpg" alt="" width="442" height="335" />
<p class="wp-caption-text">Só para reforçar: Forgotten Realms é o que há de melhor! É o meu padrão de comparação para todos os outros mundos fantasiosos.</p>
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