<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
xmlns:rawvoice="http://www.rawvoice.com/rawvoiceRssModule/"
>

<channel>
	<title>Grifo Nosso &#187; Adaptação</title>
	<atom:link href="http://www.grifonosso.com/tag/adaptacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.grifonosso.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 01 Feb 2012 14:39:37 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator>
<!-- podcast_generator="Blubrry PowerPress/2.0.4" -->
	<itunes:summary>Danielle Toste, Eric Torres, Gustavo Domingues e Juliana Morais leem o mesmo livro e falam sobre ele. Quatro aspectos do livro sÃ£o avaliados: trama, personagens, escrita e leitura.</itunes:summary>
	<itunes:author>Grifo Nosso</itunes:author>
	<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
	<itunes:image href="http://www.grifonosso.com/imagens/LogoPodcast300x300Grd.jpg" />
	<itunes:subtitle>Um clube do livro em formato de podcast</itunes:subtitle>
	<image>
		<title>Grifo Nosso &#187; Adaptação</title>
		<url>http://www.grifonosso.com/imagens/LogoPodcast200x200Grd.jpg</url>
		<link>http://www.grifonosso.com</link>
	</image>
		<item>
		<title>Eras dos Quadrinhos: Revistas Pulp</title>
		<link>http://www.grifonosso.com/2011/06/eras-dos-quadrinhos-revistas-pulp/</link>
		<comments>http://www.grifonosso.com/2011/06/eras-dos-quadrinhos-revistas-pulp/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 06:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão América]]></category>
		<category><![CDATA[Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Conan]]></category>
		<category><![CDATA[Dark Knight]]></category>
		<category><![CDATA[Era de Ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gladiador]]></category>
		<category><![CDATA[Gladiator]]></category>
		<category><![CDATA[HQ]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Danner]]></category>
		<category><![CDATA[Lanterna Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Magazine]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher Maravilha]]></category>
		<category><![CDATA[Philip Wylie]]></category>
		<category><![CDATA[Pulp]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Robert E. Howard]]></category>
		<category><![CDATA[Shadow]]></category>
		<category><![CDATA[Sombra]]></category>
		<category><![CDATA[Thor]]></category>
		<category><![CDATA[X-Men]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.grifonosso.com/?p=3898</guid>
		<description><![CDATA[Atualmente estamos sendo dominados por Super Heróis. Na indústria cinematográfica as produtoras só querem saber de sequências, reboots e estréias de Super Heróis. Esta é a grande Hype, se você não assistiu Dark Knight você está por fora, onde mais um ator ganharia um Oscar por se maquiar como uma velha lunática? Este anos tivemos Thor e X-men: First Class, teremos ainda Capitão América e Lanterna Verde, tivémos até uma série abortada da Mulher Maravilha. Isso começou agora? A humanidade &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2011/06/eras-dos-quadrinhos-revistas-pulp/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente estamos sendo dominados por Super Heróis. Na indústria cinematográfica as produtoras só querem saber de sequências, reboots e estréias de Super Heróis. Esta é a grande Hype, se você não assistiu Dark Knight você está por fora, onde mais um ator ganharia um Oscar por se maquiar como uma velha lunática? Este anos tivemos Thor e X-men: First Class, teremos ainda Capitão América e Lanterna Verde, tivémos até uma série abortada da Mulher Maravilha.<br />
<center>
<div id="attachment_3907" class="wp-caption aligncenter" style="width: 327px"><img class="size-full wp-image-3907" title="20090708-ComicBookMovies" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/20090708-ComicBookMovies.jpg" alt="" width="317" height="320" />
<p class="wp-caption-text">Eu também só pegaria a pipoca do Hulk se tivesse fator de cura</p>
</div>
<p></center><br />
Isso começou agora? A humanidade sempre adorou as histórias de heróis, e quanto <span id="more-3898"></span>mais poderosos e incríveis melhor (vide Hércules por exemplo). À partir de certo momento nossas próprias conquistas passaram à nos fascinar, de forma que heróis deviam refletir isso, com avanços científicos e inteligência engenhosa e extraordinária permeando nosso imaginário, ou ainda baseados na mágica e na ficção que ainda não revelamos, mas que a humanidade, mesmerizada com suas próprias conquistas, acreditava que aconteceria à qualquer momento.</p>
<p>Antes dos Quadrinhos, que criaram a onda de filmes de Super Heróis, temos as revistas Pulp, denominadas assim pela baixa qualidade do papel da edição, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Polpa_de_celulose" target="_blank">polpa de celulose</a>. As revistas Pulp traziam contos dos mais variados, de terror, aventura, ficção científica e suspenses policiais.  Mas o que fazia sucesso eram os primeiros heróis com identidades secretas, e apesar de não serem em quadrinhos estes contos, eles introduziram o formato narrativo que viria à ser usado nas histórias em quadrinhos que viriam. E o que me interesso em expor são exatamente os heróis.<br />
<center>
<div id="attachment_3906" class="wp-caption aligncenter" style="width: 411px"><img class="size-full wp-image-3906" title="pulp_magazine_198903_n1" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/pulp_magazine_198903_n1.jpg" alt="" width="401" height="612" />
<p class="wp-caption-text">Meus joelhos tremem só de ler o nome do primeiro escritor.</p>
</div>
<p></center></p>
<p>Entre os primeiros heróis Pulp estava o Sombra (de onde Batman foi baseado), um milionário que veste sua capa à noite e mostra suas habilidades de detetive. Treinado em artes marciais , o Sombra também era conhecido como o Cavaleiro da Escuridão (Knight of Darkness). O Sombra foi publicado originalmente em 1930, tendo uma adaptação cinematográfica em 1933 e uma série por rádio que ficou famosa pelo narrador: Orson Welles.<br />
<center>
<div id="attachment_3902" class="wp-caption aligncenter" style="width: 260px"><img class="size-full wp-image-3902" title="Shadow_Death_From_Nowhere" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/Shadow_Death_From_Nowhere.jpg" alt="" width="250" height="350" />
<p class="wp-caption-text">O Sombra possuia poderes sobrenaturais e duas Colts 1911. O Batman podia ter copiado mais coisas&#8230;</p>
</div>
<p></center></p>
<p>O Gladiador (de onde o Super Homem foi baseado) veio no mesmo ano que o Sombra. Um jovem de uma cidade do interior com poderes de força, resistência e velocidade quase ilimitadas, mas que fingia fraqueza para esconder sua identidade, mudada apenas por um óculos. O Gladiador também possuía uma fortaleza solitária na parte glacial do Canadá assim como a Fortaleza da Solidão de Kal-El. Muita gente acredita que Superman foi Baseado em Doc Savage, mas este foi publicado três anos após a aparição de Hugo Danner, o Gladiador, que inclusive se apresentava como o super homem.<br />
<center>
<div id="attachment_3905" class="wp-caption aligncenter" style="width: 296px"><img class="size-full wp-image-3905" title="Hugo Danner" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/Hugo-Danner.jpg" alt="" width="286" height="420" />
<p class="wp-caption-text">Acho que prefiro o uniforme do Galdiador também, pode ter mais corpo exposto, mas ainda é mais digno de se usar em público do que a cueca vermelha.</p>
</div>
<p></center></p>
<p>Nesta época também surgiu o Conan, o personagem que é o ícone máximo da &#8220;Espada &amp; Magia&#8221;, criado por Robert E. Howard e vivendo até agora como um dos personagens mais duradouros do mundo dos quadrinhos e da literatura, sendo que até Robert Jordan, autor de Roda do Tempo, já escreveu livros do Conan. Mas talvez a maior parte das pessoas conheça Conan por conta de seu famoso intérprete no cinema:</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;">
<dl id="attachment_3909" class="wp-caption aligncenter" style="width: 472px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-3909        " title="conan-1" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/2011/06/conan-11.jpg" alt="" width="462" height="295" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">O terror das domésticas</dd>
</dl>
</div>
<p>As revistas Pulp tentavam trazer tudo que poderia ser apelativo para jovens leitores, e foi assim que elas acabavam pendendo para a criação do modelo  de heróis incríveis e quase invencíveis que viriam à continuar na origem da Era de Ouro, que vou explorar na próxima Eras dos Quadrinhos.</p>
<p style="text-align: left;">Mas fiquem com uma reminiscência moderna da Era Pulp:</p>
<p><object width="560" height="349"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QZq7ZY9VUqs?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/v/QZq7ZY9VUqs?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.grifonosso.com/2011/06/eras-dos-quadrinhos-revistas-pulp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>First Blood: Você não conhecia o livro do Rambo.</title>
		<link>http://www.grifonosso.com/2010/09/first-blood-voce-nao-conhecia-o-livro-do-rambo/</link>
		<comments>http://www.grifonosso.com/2010/09/first-blood-voce-nao-conhecia-o-livro-do-rambo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 19:31:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[A Fúria do Herói]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Autor]]></category>
		<category><![CDATA[David Morrel]]></category>
		<category><![CDATA[Escritor]]></category>
		<category><![CDATA[First Blood]]></category>
		<category><![CDATA[Programado Para Matar]]></category>
		<category><![CDATA[Rambo]]></category>
		<category><![CDATA[Sly Stallone]]></category>
		<category><![CDATA[spoilers]]></category>
		<category><![CDATA[Sylvester Stallone]]></category>
		<category><![CDATA[Vietnam]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.grifonosso.com/?p=1388</guid>
		<description><![CDATA[Se você é jovem demais e só conhece Rambo como um personagem idoso que Sylvester Stallone ressuscita para acumular alguns milhões em bilheteria, você não deve saber que ele é um personagem com status divino no panteão dos filmes de ação e um dos únicos que se tornaram um adjetivo (meu deus! Aquele cara é um Rambo!) durante os anos 80. Mas o que poucas pessoas sabem é que o filme Rambo: Programado para Matar (ou Rambo: A Fúria do &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2010/09/first-blood-voce-nao-conhecia-o-livro-do-rambo/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é jovem demais e só conhece Rambo como um personagem idoso que Sylvester Stallone ressuscita para acumular alguns milhões em bilheteria, você não deve saber que ele é um personagem com status divino no panteão dos filmes de ação e um dos únicos que se tornaram um adjetivo (meu deus! Aquele cara é um Rambo!) durante os anos 80.</p>
<p><center>
<div id="attachment_1420" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/rambo_17_04_2006.jpg"><img class="size-medium wp-image-1420" title="rambo_17_04_2006" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/rambo_17_04_2006-300x238.jpg" alt="" width="300" height="238" /></a>
<p class="wp-caption-text">E também criou a moda de bandanas vermelhas</p>
</div>
<p></center></p>
<p>Mas o que poucas pessoas sabem é que o filme Rambo: Programado para Matar (ou Rambo: A Fúria do Herói em Portugal) na realidade foi baseado no livro <span id="more-1388"></span><a href="http://www.amazon.com/First-Blood-David-Morrell/dp/0446364401/ref=pd_bbs_sr_1/002-4198324-9087269?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1194976412&amp;sr=1-1" target="_blank">First Blood</a> do escritor David Morrel. É sério. Existem livros do Rambo. De verdade. E eles não são só um monte de onomatopéias representando as explosões. Sério.</p>
<p><center>
<div id="attachment_1421" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/explosion.jpg"><img class="size-medium wp-image-1421" title="explosion" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/explosion-300x175.jpg" alt="" width="300" height="175" /></a>
<p class="wp-caption-text">Que não deixaria de ser uma idéia espirituosa, apesar de imbecil.</p>
</div>
<p></center></p>
<p>O filme é uma adaptação razoavelmente fiel do primeiro livro, mas o enfoque é mudado.  No filme nós vemos o soldado americano que volta à sua terra depois de sofrer por anos no Vietnam vendo seus amigos morrerem e sendo preso e abusado por seus captores Vietcongues (talvez eu tenha inventado a parte do abusado, mas eu gosto de pensar que só uma pessoa abusada tem tanta sede de sangue quanto Rambo).</p>
<p><center>
<div id="attachment_1422" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/pulp_fiction_20080725.jpg"><img class="size-medium wp-image-1422" title="pulp_fiction_20080725" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/pulp_fiction_20080725-300x166.jpg" alt="" width="300" height="166" /></a>
<p class="wp-caption-text">É o que todos nós aprendemos com Marsellus.</p>
</div>
<p></center></p>
<p>E ao invés de receberem o herói John Rambo com chá e bolachas,  as pessoas da cidade em que Rambo procura um velho amigo seu o vêem com desconfiança e o Xerife da cidade o prende injustamente, levando à sua fuga e consequentemente ao banho de sangue mais violento da América desde a conquista do Oeste.</p>
<p>No livro Rambo não é tratado como um herói injustamente perseguido, mas sim como um homem problemático que causa a morte de inúmeros inocentes, sendo que ele é perseguido e morto ao fim (ops, spoiler). E no livro também está a cena em que Rambo derruba um helicóptero com uma pedra.</p>
<p><center>
<div id="attachment_1423" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/explosion-he.jpg"><img class="size-medium wp-image-1423" title="explosion he" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/explosion-he-300x210.jpg" alt="Veja e aprenda Davi. Veja e aprenda..." width="300" height="210" /></a>
<p class="wp-caption-text">Veja e aprenda Davi. Veja e aprenda&#8230;</p>
</div>
<p></center></p>
<p>O filme têm um final alternativo em que Rambo se suicida (no livro seu amigo Coronel Trautman mata ele), mas Sly Stallone se recusou a aceitar o fim trágico vendo o potencial da franquia. O engraçado é que o autor gostou do final em que Rambo sobrevive, e até escreveu <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0515083992/ref=cm_cr_dp_orig_subj/002-4198324-9087269" target="_blank">os livros que correspondem aos demais filmes da franquia</a>, todos sem explicar como Rambo sobrevive à um tiro no rosto sem sequelas (também me pergunto como 50 Cent sobreviveu e porque não usaram uma calibre 12 nele já que era pra estragar o velório). E o segundo livro não começa com um necromante invocando Rambo do Valhalla.</p>
<p>O que é realmente uma pena é o fato de o livro nunca ter sido traduzido para português, uma vergonha para um país  que se diz conhecedor do Rambo. E olha que até a Xuxa já fez uma música para o Rambo em seu <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Xegundo_Xou_da_Xuxa" target="_blank">Xegundo Xou da Xuxa</a>.</p>
<p><center>
<div id="attachment_1424" class="wp-caption aligncenter" style="width: 269px"><a href="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Adrian.jpg"><img class="size-full wp-image-1424" title="Adrian" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/Adrian.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a>
<p class="wp-caption-text">&quot;Adriaaaaaaaaaaaaaan&quot;</p>
</div>
<p></center></p>
<p>Pois é&#8230; Xuxa.</p>
<p>Leiam com vontade.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.grifonosso.com/2010/09/first-blood-voce-nao-conhecia-o-livro-do-rambo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Hobbit, Quadrinhos: Martins Fontes, 2009</title>
		<link>http://www.grifonosso.com/2010/08/o-hobbit-wmf-martins-fontes-2009/</link>
		<comments>http://www.grifonosso.com/2010/08/o-hobbit-wmf-martins-fontes-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 08:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Toste</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review: Edições]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustrações]]></category>
		<category><![CDATA[JRR Tolkien]]></category>
		<category><![CDATA[Martins Fontes]]></category>
		<category><![CDATA[O Hobbit]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.grifonosso.com/?p=1331</guid>
		<description><![CDATA[Eu fiquei um bom tempo me perguntando se a review de edição de hoje não era uma trapaça. Isso porque, a intenção original dessa coluna é ajudar os leitores na escolha de uma edição (especialmente as mais bonitinhas) de um livro que possui mais de uma. O livro de hoje, no entanto, não é uma edição, mas uma adaptação e, para falar a verdade, nem chega a ser um livro. Ainda assim, não deixa de ser uma versão &#8220;especial&#8221; de &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2010/08/o-hobbit-wmf-martins-fontes-2009/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu fiquei um bom tempo me perguntando se a review de edição de hoje não era uma trapaça. Isso porque, a intenção original dessa coluna é ajudar os leitores na escolha de uma edição (especialmente as mais bonitinhas) de um livro que possui mais de uma.</p>
<p>O livro de hoje, no entanto, não é uma edição, mas uma adaptação e, para falar a verdade, nem chega a ser um livro. Ainda assim, não deixa de ser uma versão &#8220;especial&#8221; de um clássico que até <a title="Capítulo 02 - O Hobbit" href="http://www.grifonosso.com/2009/10/22/capitulo-02-o-hobbit/" target="_blank">já teve um capítulo de podcast aqui no Grifo Nosso</a> (um dos meus favoritos).</p>
<p><strong>Título:</strong> <a title="Comprar &quot;O Hobbit&quot; em quadrinhos no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21652119/hobbit,+o+%28+quadrinhos+%29/?franq=283844" target="_blank">O Hobbit</a><br />
<strong>Autor:</strong> J.R.R. Tolkien<br />
<strong>Adaptação:</strong> Charles Dixon com Sean Deming<br />
<strong>Tradução:</strong> Luzia Aparecida dos Santos e Ronald Eduard Kyrmse<br />
<strong>Ilustrações: </strong>David Wenzel<br />
<strong>Edição: </strong>São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009<br />
<strong>ISBN:</strong> 978-85-7827-195-4</p>
<div id="attachment_1332" class="wp-caption alignnone" style="width: 444px"><a title="Comprar &quot;O Hobbit&quot; em quadrinhos no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21652119/hobbit,+o+%28+quadrinhos+%29/?franq=283844" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1332 " title="Capa de &quot;O Hobbit&quot; em quadrinhos" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/H-Capa.jpg" alt="" width="434" height="293" /></a>
<p class="wp-caption-text">Capa de &quot;O Hobbit&quot; em quadrinhos</p>
</div>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Descrição</strong>:</span></p>
<p>A minha primeira impressão da edição, julgando pela capa, foi<span id="more-1331"></span> muito boa e um dos motivos para isso foi o colorido da imagem. Eu tenho um sério problema com quadrinhos escuros: eles me desmotivam MUITO, nesse ponto acho que sou que nem criança, desenhos coloridos e bonitinhos chamam a minha atenção.</p>
<p>Pode até ser uma coisa meio boba de se apontar, mas eu considero importante (e as cores vivas da capa continuam ao longo de toda a edição).</p>
<div id="attachment_1333" class="wp-caption alignnone" style="width: 444px"><img class="size-full wp-image-1333 " title="Página dos Créditos de &quot;O Hobbit&quot; em quadrinhos" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/H-Creditos.jpg" alt="" width="434" height="293" />
<p class="wp-caption-text">Página dos Créditos de &quot;O Hobbit&quot; em quadrinhos</p>
</div>
<p>Bom, diferente das outras edições que eu comentei, nem cabe falar sobre a quantidade de ilustrações aqui, mas só para não restar dúvidas: elas estão em absolutamente todas as páginas, incluindo a página de créditos e última página. Todas as ilustrações são coloridas, bem detalhadas e claramente trabalhadas com carinho.</p>
<p>Nada de caprichar apenas nas ilustrações maiores, &#8220;O Hobbit&#8221; está bem ilustrado do começo ao fim.</p>
<div id="attachment_1334" class="wp-caption alignnone" style="width: 444px"><img class="size-full wp-image-1334 " title="Interior de &quot;O Hobbit&quot; em quadrinhos" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/H-Interior02.jpg" alt="" width="434" height="293" />
<p class="wp-caption-text">Interior de &quot;O Hobbit&quot; em quadrinhos</p>
</div>
<p>Mas como nem tudo pode ser perfeito, a versão em quadrinhos do Hobbit tem um problema um pouco incomodo: não tem capa dura. Isso significa que você tem que dobrar o cuidado para a capa não ficar amassada e/ou comida nos cantos e que se você for o tipo de pessoa que manuseia muito os seus livros, não vai demorar muito para a edição ficar com aquela cara de velha.</p>
<p>Esse sem dúvida é o maior defeito da edição. E vocês podem até dizer que isso iria aumentar o preço do produto, mas considerando que o preço de tabela é R$ 50,00 não acho que adicionar mais um pouco pela qualidade seria uma crime mortal.</p>
<div id="attachment_1336" class="wp-caption alignnone" style="width: 444px"><img class="size-full wp-image-1336 " title="Interior de &quot;O Hobbit&quot; em quadrinhos" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/H-Interior03.jpg" alt="" width="434" height="293" />
<p class="wp-caption-text">Interior com o Smaug de &quot;O Hobbit&quot; em quadrinhos </p>
</div>
<p>Apesar de ser quase obvio, vale a pena reforçar: justamente por ser em quadrinhos a história é adaptada e não integral. O que significa dizer que se você não leu o Hoobit e quer ter uma experiência completa essa edição certamente não substitui o livro.</p>
<p>Sobre a qualidade da adaptação, fico devendo, mas quem sabe o <a title="Posts do Gustavo no Grifo Nosso" href="http://www.grifonosso.com/author/gustavo/" target="_blank">Gustavo</a> ou <a title="Posts da Thais no Grifo Nosso" href="http://www.grifonosso.com/author/thais/" target="_blank">Thaís</a>, que leram e me emprestaram a edição, possam dizer alguma coisa sobre o assunto.</p>
<div id="attachment_1335" class="wp-caption alignnone" style="width: 444px"><img class="size-full wp-image-1335 " title="O Gollum e o Bilbo em &quot;O Hobbit&quot; em quadrinhos" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/H-Ultima-Pagina.jpg" alt="" width="434" height="293" />
<p class="wp-caption-text">O Gollum e o Bilbo em &quot;O Hobbit&quot; em quadrinhos</p>
</div>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Avaliação:</span></strong></p>
<p>Eu pensei com muito carinho na nota que devia dar para essa edição e resolvi atribuir 3 grifos.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-323" title="3 grifos" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/3-grifos.png" alt="" width="213" height="37" /></p>
<p>Descontei um grifo pela falta da capa dura e o outro porque, na comparação, não posso dizer que seja melhor que o livro (que tem o texto integral) nem melhor do que a média dos &#8220;quadrinhos de luxo&#8221; (como a linda edição do 1602, por exemplo).</p>
<p>Para falar a verdade, embora eu tenha dito que é meio obvio, acho que eu teria dado 5 grifos se edição tivesse capa dura e o texto integral. Sei que talvez seja pedir demais, adaptar um texto integral para quadrinhos, mas o <a title="O Genesis de Robert Crumb" href="http://www.fnac.com.br/genesis-9788576163398-FNAC,,livro-535554-2160.html" target="_blank">Robert Crumb fez isso com o Genesis da Biblia</a> (que imagino ser uma tarefa muito mais difícil).</p>
<p>Enfim, o que quero dizer é: não levem o 3 grifos como uma coisa ruim, eu achei a edição realmente bela e tudo feito com bom gosto e qualidade, é só que eu achei que por o texto não ser integral nao da para comparar com o livro e para a média desse tipo de quadrinhos ele não é nada excepcional.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.grifonosso.com/2010/08/o-hobbit-wmf-martins-fontes-2009/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Outras Mídias: Garota Interrompida</title>
		<link>http://www.grifonosso.com/2010/01/outras-midias-garota-interrompida/</link>
		<comments>http://www.grifonosso.com/2010/01/outras-midias-garota-interrompida/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 01:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Toste</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outras Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Garota Interrompida]]></category>
		<category><![CDATA[Susanna Kaysen]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.grifonosso.com/?p=654</guid>
		<description><![CDATA[Adaptações cinematograficas de livros são sempre controvérsas, não tem jeito. É muito difícil agradar os fãs de ambas as mídias, e no fim das contas cada obra acaba ganhando seu próprio público e uma parcela menor de público comum. Nesse caso em particular tenho a impressão que o filme acabou fazendo mais sucesso que o livro, até pelas estrelas envolvidas na produção, então embora a proposta seja comparar a mídia secundária ao livro que lhe deu origem, vou tentar também &#8230; <a href="http://www.grifonosso.com/2010/01/outras-midias-garota-interrompida/" >&#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adaptações cinematograficas de livros são sempre controvérsas, não tem jeito. É muito difícil agradar os fãs de ambas as mídias, e no fim das contas cada obra acaba ganhando seu próprio público e uma parcela menor de público comum.</p>
<p>Nesse caso em particular tenho a impressão que o filme acabou fazendo mais sucesso que o livro, até pelas estrelas envolvidas na produção, então embora a proposta seja comparar a mídia secundária ao livro que lhe deu origem, vou tentar também fazer o inverso, para quem aqueles que viram apenas o filme pensem se vale a pena ler o livro.</p>
<table border="0" rules="none" cellpadding="5" align="center">
<tbody>
<tr>
<th bgcolor="#EDE7E7"></th>
<th style="text-align: center;" bgcolor="#EDE7E7"><span style="color: #800000;">OBRA ORIGINAL</span></th>
<th style="text-align: center;" bgcolor="#EDE7E7"><span style="color: #800000;">OBRA DERIVADA</span></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;" bgcolor="#EDEDED"><span style="color: #535353;"><strong>Capa</strong></span></td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#EDEDED"><img class="aligncenter size-full wp-image-655" title="Capa do Livro &quot;Moça, Interrompida&quot;" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/girlinterrupted-book.jpg" alt="" width="119" height="182" /></td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#EDEDED"><img class="aligncenter size-full wp-image-656" title="Capa do Filme &quot;Garota, Interrompida&quot;" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/girlinterrupted-movie.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;" bgcolor="#F1ECEC"><span style="color: #535353;"><strong>Título</strong></span></td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#F1ECEC"><span style="color: #535353;">Moça, Interrompida<br />
(Girl, Interruppted)<br />
</span></td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#F1ECEC"><span style="color: #535353;">Garota, Interrompida<br />
(Girl, Interrupted)<br />
</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;" bgcolor="#EDEDED"><span style="color: #535353;"><strong>Autor ou Diretor</strong></span></td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#EDEDED"><span style="color: #535353;">Susanna Kaysen<br />
</span></td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#EDEDED"><span style="color: #535353;">James Mangold<br />
Lisa Loomer<br />
Ana Hamilton Phelan</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;" bgcolor="#F1ECEC"><span style="color: #535353;"><strong>Editora ou Estúdio</strong></span></td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#F1ECEC"><span style="color: #535353;">N/A<br />
</span></td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#F1ECEC"><span style="color: #535353;">Douglas Wick<br />
Winona Ryder</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;" bgcolor="#EDEDED"><span style="color: #535353;"><strong>Tipo</strong></span></td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#EDEDED"><span style="color: #535353;">Livro</span></td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#EDEDED"><span style="color: #535353;">Filme</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&#8211;<br />
A primeira coisa que você tem que saber: o livro é <span id="more-654"></span>baseado numa história real, a história da autora.</p>
<p>Isso deve influenciar um pouco a forma como a adapção é vista: uma coisa é adptar a ficção outra coisa é adaptar a realidade. Por mais importante que seja a liberdade artistica, aplicá-la a fatos que efetivamente aconteceram pode fazer uma grande diferença.</p>
<p>Se você não faz a menor idéia de sobre o que eu estou falando, vale a pena dizer: o livro conta a experiência da autora num hospital psiquiátrico, nos anos 60, descrevendo as pessoas que ela conheceu e as coisas que viveu no local.</p>
<p><strong>A primeira grande diferença, para mim, entre o livro e o filme é o foco. </strong></p>
<p>Embora a Susanna Kaysen (Winona Ryder no filme) seja a protagonista em ambas as versões, o filme da um enfoque ENORME na personagem Lisa (Angelina Jolie) enquanto  no livro ela é apenas uma entre as diversas internas que foram e vieram ao longo da estada da autora no hospital.</p>
<p>Outra coisa que muda no enfoque é que enquanto o livro todo é uma reflexão sobre a loucura e sobre os sentimentos e a perspectiva da autora em relação à sua própria &#8220;doença&#8221; e a das meninas que a cercam no hospital, o filme parece um pouco mais preocupado em mostrar garotas modernas presas nos anos 60 fazendo coisas &#8220;loucas&#8221;.</p>
<p>Não que essas coisas não aconteçam no livro, é só que o ritmo do filme mostra as atitudes da Lisa e da Susana de forma vazia, como meras demonstrações de comportamento caotico ou antisocial, o livro, até por ter ser auto-biografico, se preocupa em descrever que tipo de idéia, neura ou pensamento estava por tras disso.</p>
<p>De certa forma, para mim, isso tudo que eu disse muda o objetivo de cada uma dessas obras: o livro me conta uma história real, me faz pensar a loucura e a sanidade; o filme é entretenimento, me mostra pessoas em situações além do cotidiano.</p>
<p><strong>O que eu prefiro?</strong> Talvez já tenha dado para perceber a essa altura, mas definitivamente o livro.</p>
<p>Entendam: o filme não é ruim, na verdade é bem legal, mas a falha dele, para mim, enquanto adaptação é que ele corrompe totalmente a imagem da protagonista, ele muda a biografia da autora.</p>
<p>Digo isso porque a Susanna do livro tem lá os seus problemas, suas loucuras que muitas vezes parecem com as loucuras de qualquer pessoa nos anos 90, mas ela é o que é. No filme ela parece alguém altamente influenciável, que fica de certa forma encantada pelo &#8220;universo da loucura&#8221; e depois acaba meio que &#8220;se vendendo&#8221; para sair dali. É claro que a versão do filme faz muito mais sentido se você quer vender aquela mídia, mas em termos de conteúdo a história acabou perdendo muita substância.</p>
<p>Em síntese: se a Susanna do filme quer parecer &#8220;descolada&#8221; porque tentou se matar, a Susanna do livro te explica como e porque ela tentou se matar, e como ela não queria se matar se verdade, e te faz pensar na sua própria visão do suicídio.</p>
<p><strong>Meu trecho favorito do livro:</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><span style="color: #008000;">&#8220;O que pesou definitivamente na balança foi um outro pré-requisito: o meu estado de contrariedade. Minha ambição era negar. Fosse o mundo denso ou oco, ele só provocava minha negação. Quando era para estar acordada, eu dormia; se devia falar, me calava; quando um prazer se oferecia a mim, eu o evitava. Minha fome, minha sede, minha solidão, o tédio e o medo, tudo isso era, sempre, uma arma apontada para o meu inimigo, o mundo. É claro que o mundo não estava nem ai para esses sentimentos, e eles me atormentavam, mas eu extraia uma satisfação morbida do meu sofrimento. Ele confirmava a minha existência. Toda a minha integridade parecia residir em dizer Não. Portanto, a oportunidade de ser encarcerada era simplesmente atraente demais para que eu resistisse a ela. Era um Não descomunal &#8211; o maior Não do lado de cá do suicídio. Um raciocínio perverso. Por trás dessa perversidade, porém, eu sabia que não estava louca e que eles não poderiam me manter trancafiada num hospício&#8221;</span></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: right;">(Kaysen, Susanna. Moça Interrompida. Tradução: Marcia Serra)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Meus trechos favoritos do filme:</strong> e de certa forma são os pensamentos que mais me remetem ao livro.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><span style="color: #800000;">&#8220;Você já confundiu um sonho com a vida real? Ou roubou alguma coisa pela qual podia pagar? Você já se sentiu deprimido? Ou pensou que o trem estava andando quando estava parado? Talvez eu simplesmente fosse louca. Talvez fossem os anos 60. Ou talvez eu fosse apenas uma garota&#8230; interrompida&#8221;</span></p>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px;"><span style="color: #800000;">&#8220;Se eu estava louca? talvez. Ou talvez a vida seja&#8230; Ser louco não é estar debilitado ou esconder um segredo sombio. É você, ou eu, amplificado.&#8221;<br />
</span></p>
<p style="text-align: right; padding-left: 30px;">(Frases do filme &#8220;Garota Interrompida&#8221;. Tradução livre por Dani Toste)</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">Conclusão:</span></strong> Se você leu o livro e gostou o filme pode ter um pouco de liberdade artistica demais no que diz respeito à história, mas vale a pena ser visto mesmo assim, desde que você se lembre de não esperar dele uma adaptação fiel. Se você viu o filme o que você gostou ou odiou no filme pode influenciar a sua visão do livro, mas se a reflexão sobre o pensamento e a loucura foram os pontos altos para você, certamente vale a pena ler o livro.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/3-grifos.png"><img class="alignnone size-full wp-image-323" title="3 grifos" src="http://www.grifonosso.com/wp-content/uploads/3-grifos.png" alt="" width="213" height="37" /></a></p>
<p>Minha avaliação do filme é 03, porque acho que no fim, tanto como adaptação como quanto entretenimento, ele é mediano. Algo legal para ver se não estiver passando nada mais interessante da TV, mas nada que vá me fazer sair do meu caminho para assistir de novo.</p>
<p>Minha avaliação do livro eu deixo para um eventual podcast ou review, mas já adianto que está no meu TOP 3 livros favoritos de todos os tempos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.grifonosso.com/2010/01/outras-midias-garota-interrompida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

