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Capítulo 22 – Jogos Vorazes

Escrito por: | em 23/03/2012 | Adicionar Comentário |

O PODCAST:

Capa do Capítulo 22 sobre "Jogos Vorazes"

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Nota: Este podcast contém Spoilers, inclusive dos outros livros da série.

O LIVRO:

Capa do Livro "Jogos Vorazes" de Suzanne Collins

Título: Jogos Vorazes (The Hunger Games)

Autor: Suzanne Collins

“Jogos Vorazes” é narrado pela protagonista Katniss Everdeen, uma adolescente que vive no Distrito 12 de Panem, onde aprendeu a caçar para sobreviver. Katniss é uma das participantes dos “Jogos Vorazes”, um evento anual no qual um grupo de jovens (um casal de cada distrito) é levado a uma arena para lutarem até a morte.

A EQUIPE:

Comentários por: Danielle Toste, Eric Torres, Juliana Morais, Gustavo Domingues.

Edição por: Gustavo Domingues

A AVALIAÇÃO:

AVALIAÇÃO Dani Eric Gustavo Juliana Média
Trama 3,00 2,00 3,00 2,00 2,50
Personagens 2,00 1,00 2,00 2,00 1,75
Escrita 3,00 3,00 3,00 4,00 3,25
Leitura 5,00 3,00 5,00 5,00 4,50
Média 3,25 2,25 3,25 3,25 3,00

AS REFERÊNCIAS:

Trilha Sonora: “le cinquième” de Eau Forte

PROXIMO EPISÓDIO:

O Capítulo 23, de escolha da Juliana, será sobre o livro: “Fúria dos Reis” de George R.R. Martin.

Comentários, dúvidas, sugestões: contato [arroba] grifonosso.com




Categorias: Podcast
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Dani Toste

Advogada, jogadora de RPG, viciada em internet, amante de de livros, séries, música e filmes. Atualmente está redescobrindo a paixão pela dança nas aulas de Lindy Hop. Acha que o Lewis Carrol é um gênio, é obcecada pelos livros da Alice que considera os melhores do mundo.

31 Comentários sobre Capítulo 22 – Jogos Vorazes

  1. Prof. Abrahão Lopes

    Parece que vocês leram minha mente. Estava louco pra conhecer sobre esse livro antes de ver o filme. Parabéns pelo cast. Um abraço!

  2. Lorde Worth

    Ah… não é como o battle royale?
    Me perguntaram há alguns dias do que o livro tratava e falei “até onde eu sei, é uma versão soft do battle royale”. =P

    • Gustavo Domingues

      Lorde, estou com preguiça então copiei e colei um comentário do Cracked.com:

      Ahem.

      No, the Hunger Games are not a battle royale ripoff.

      Yes, they both have the same basic premise – a deathmatch. Yes, there are similar elements – the dystopian government that forces them to fight, people who want to fight and people who don’t, temporary alliances that lead to betrayal, but how does it matter? Time travel stories feature time machines and time paradoxes, future selves and butterfly effects, doesn’t mean they all rip each other off. It’s just when you use a certain setting, some problems avaliable for exploration are immediately obvious to any author.

      They both choose to feature kids (although only the first HG book features kids only), because that’s more horrifying, kids are supposed to be innocent and it’s scary to see them kill and die. Not the first book that uses the “kids in a cage” idea either – there’s the Long Walk, Lord of the Flies, etc.

      And that’s where the similarities end, because the themes are completely, utterly different.

      The Hunger Games is mostly about “war is evil” and “governments are evil”. It also talks about what you want to do vs what you have to do (Kaitniss’s love triangle with Peeta and Gale respectively), how scary it is to be lonely at the top, how important the family is, what can the masses do when pushed too hard and rallied, and so on, and so forth.

      Battle Royale, on the other hand, is a parody, people tend to not notice that. Shinji? A Hollywood action hero, a good kid, innocent, does awesome stuff, everyone hopes he’ll save him. Dies horribly. Mizuho Inada? A (make-believe) mahou shoujo heroine, assumes she’s some sort of a magical warrior. Dies horribly. Mitsuko Souma? A fallen angel, bent-on-revenge girl from exploitation movies like I Spit On Your Grave. Is also a despicable bloodthirsty murderer with nothing human left inside. Dies horribly. Kazuo? The main deconstruction of the book. Hollywood antihero, think Steven Seagal. Absurdly badass, awesome at everything, kicks the s**t out of his enemies, only thing missing are the witty one-liners. Is also a despicable bloodthirsty murderer with nothing human left inside, the only reason such a person even exists is because he has brain damage. Oh, and he also dies horribly.

      Battle Royale makes a huge point out of basically taking protagonists from different types of media, equally western and eastern media, pitting them against each other, and then making a point out of how they all actually suck at being realistic human beings. The main point of the book is that modern fiction sucks.

      Read more: An Apology to the Town That I Turned into ‘The Hunger Games’ | Cracked.com http://www.cracked.com/blog/an-apology-to-town-that-i-turned-into-the-hunger-games/#ixzz1pxuEE7jv

  3. Thiago Martino Silva

    Otimo podcast.

  4. Gustavo Domingues

    Um detalhe interessante, aqui está a review de Jogos Vorazes feita pelo Stephen King: http://www.ew.com/ew/article/0,,20419951_20223443,00.html

  5. Amanda

    Adoro os comentários do Gustavo! E é uma pena que os podcasts demorem tanto para serem lançados, a análise de vocês é muito legal.

  6. Pedro

    Achei muito bom o podcast e a analise tambem achei estranho o foco narrativo.

  7. Renan MacSan

    Gostei do cast, só pude ouvir hoje.
    Vou tentar tirar a dúvida:

    Septicemia é presença de bactérias no sangue, que pode ser causada por várias coisas, incluindo um ferimento, que acho ser o caso do personagem. Geralmente o que termina em “emia” é no sangue. Mas o quadro é geral e não só restrito a uma perna.

    Gangrena é necrose (morte) de qualquer tecido, geralmente pela falta de irrigação sanguínea. É quando a pele fica preta, não tem cura. Pode ser causada por uma infecção como nesse caso, mas também em casos de diabetes por exemplo.

    Uma gangrena se não retirada logo pode levar a uma septicemia que é uma infecção generalizada já que a bactéria ganhou a circulação e agora pode estar em qualquer lugar. A septicemia é mais grave, mas tem cura, já a gangrena só excisando o local.

    • Dani Toste

      EEEE, nada como ter um médico na equipe :)

  8. Thiago Spegiorin

    Muito bacana o podcast, como sempre!
    Como dito anteriormente, eu queria muito saber mais sobre o livro antes de ver o filme.

    Abrcs

  9. Wallison Santos

    Caramba! fui tomar conhecimento desse cast e do grifonosso.com hoje. Mas vou ter que esperar pra ler os livros antes pra depois ouvir. Que pena… Estou na metade do primeiro ainda.

  10. Guilherme Encinas

    Eu ouvi falar muito mal do Filme, se eu tiver algum interesse por esta série vai ser lendo os livros primeiro :P

    Não me chamou muito atenção, mas mesmo assim eu ainda tenho muitas coisas pra ler =D

    Sugestões de Podcasts: Dragões de Éter, Invenção de Hugo Cabret

  11. Isabela Casaca

    Tem uma coisa que deve explicar essa narração estranha: Efeito Twitter!

    Parece a Katniss está ‘twittando’ a vida dela, narrando os acontecimentos em tempo real. Uma prática comum na nova geração.

  12. Renan

    cheguei aqui atravez do masmorracast e gostei muito do podcast de vcs
    no momento estou ouvindo os outros capitulos
    ancioso pelo programa sobre o livro ”a batalha do apocalipse”

  13. “Não estou errada, não estou errada, não estou errada *percebo que estou errada*…..bom, wathever”

  14. Andre V.H

    Estava esperando ler o livro antes de ouvir o cast mas resolvi encarar a realidade: Não vou ler esse livro tão cedo…

    Melhor ouvir o cast, quem sabe me animo a passar ele na frente de outras leituras ^^

  15. Andre V.H

    Então, como vocês citaram, a trama é meio batida…

    Além de Battle Royale dá pra lembrar de “O Concorrente” do Stephen King (com aquele pseudônimo de Richard Bachman) com uma premissa parecida e também um filme horrível do Dennis Stratton, que também envolvia batalhas até a morte, porém em corridas de carro…

    Eu não li o livro, não sei se vou ler porque as maiores críticas que vocês fizeram são sobre pontos que são importantes pra mim, como a forma da narrativa e a falta de “liga” na junção dos plots, e confio bastante na opinião de vocês rs. Se um dia eu ler, com certeza não vai ser com essa tradução hehe.

  16. jan Piertezoon

    Caramba a historia não é uma das minhas prediletas com toda essa forma da narrativa, muito louca, mais a minha esposa nerd esta fissurada pela saga então tive q assistir ao filme, mais na real até eu fiquei com vontade de ler o livro após ouvir o PodCast de vocês, apesar de tido uma nota baixa nas palavras de vocês a historia ganha mais vida. Até++

  17. Pingback: Grifo nosso « TODOS OS CASTS

  18. Edmilson

    Eu realmente me distrai e vinha sempre ver se tinha cast, não reconheci esse como novo -.-”

  19. Edmilson

    Acabei de ouvir, o livro é tão desinteressante quanto me pareceu, não tive a mínima vontade de ver o filme, nem no cinema nem por outras fontes e pretendo continuar assim. obrigado.

  20. Laís

    A coisa que me deixou triste foi a katiniss não ter morrido, eu gostei do filme, e do segundo livro, mas esse é o tipo de história que eu só li porque não tinha absolutamente mais nada para fazer.
    Parabéns pelo trabalho de vocês…
    E quando sai o proximo podcast!!!!!

  21. Dom

    Eu diria que o primeiro elemento especial do livro é a realização de uma DISTOPIA POP.

    O sobrevivente, Battle Royale são obras que pretendem de alguma forma críticas sombrias sobre a realidade presente em cenários futuros. Teoricamente é o que acontece em Jogos Vorazes, mas não é. O texto é superficial, os comentários políticos rasos, é o mundo no qual os personagens interagem que interessa.

    A plot atrai e a realização não se sustenta muito além.

    Não me espantam os comentários sobre a atriz ser negra, ou esmaltes da Capital. Jogos Vorazes é uma versão slim de crítica social, (para uma época slim?)

  22. yasmin

    Eu adoro os seus comentários sobre os livros, todas as vezes que vocês falam sobre finais apelativos eu me lembro de Monster High, nesse livro a autora coloca o clímax sempre no final do livro, é muito irritante.
    Sobre jogos vorazes eu odiei a narração dela no presente porque você acha que o que ela diz é verdade Lá na frente ela diz que era só uma ilusão.

  23. Pablo

    Caras, na minha opinião vocês detonaram com o livro, e ele me pareceu bem legal. Primeiro, é preciso lembrar que é uma trilogia, e apenas lendo a saga inteira se compreende a trama como um todo, e é aí que tudo ganha sentido.
    Pra mim o primeiro livro é uma excelente introdução/ambientação, o segundo é um bom desenvolvimento e preâmbulo interessante pro terceiro, que explora a profundidade dos personagens e o clímax da estória, com muita coerência desde o primeiro.
    Inclusive, porque vocês analisaram apenas o primeiro livro, e não a trilogia completa?
    Da pra sacar que a autora escreveu pro cinema, mas a leitura é muito boa, prendendo a gente entre os capítulos, é difícil parar de ler.
    E, na boa, vocês deviam contar menos a estória, e focar mais nas características do livro, buscar compreender mais o que o autor quis passar, e criticar menos. As narrativas de vocês são muito extensas, e as vezes bem chatinhas…

    • Dani Toste

      Hey Pablo,

      Então, nós lembramos que o livro é uma trilogia, inclusive acho que citei algumas vezes nesse cast que eu tinha lido os três.

      Mas note, nós não “detonamos” o livro, ele ficou com uma média 3, que é um livro razoável. Mas demos nossa opinião, mencionamos o que gostamos e o que não gostamos.

      Quanto a termos analisado só o primeiro livro. A proposta é simples 1 livro = 1 podcast. Pessoalmente acredito que por mais que uma série tenha um “contexto geral” cada livro não deixa de ser uma obra individual e tem que ter seu valor individual. Se cada livro for apenas um “pedaço” solto, então o autor deveria ter escrito um livro só (que no caso inclusive era perfeitamente possível considerando que nenhum dos livros é particularmente grande).

      Quanto ao formato do podcast, entendo sua sugestão, mas esse é o nosso estilo, há pessoas que gostam e outras que não, mas, por enquanto, não temos pretensão de mudar isso.

      Abraços

  24. André

    Tem spoilers, agora estou em dúvida se ouço antes de ver o livro ou ouço primeiro. rsrsrsrs

    Beijos!

    • pablo

      Cara, ouve, que vale a pena. Mas, se puder, deixa pra ver o filme depois de ler o livro…

  25. Viviani SerenityHime

    Oooi pessoal!

    Então, a primeira pessoa é usada para deixar as coisas mais subjetivas, não é tanto o que está acontecendo ao redor, mas sim como a personagem percebe o que está acontecendo e como isso a afeta, o que ela acha disso, e tal. Então, por exemplo, se estivesse na terceira pessoa, poderíamos talvez ver que o Peeta não só não queria enganar a Katniss como realmente gostava dela logo no começo; porém, como estamos na primeira pessoa, meio que ficamos com as mesmas dúvidas da Katniss, se algo é ou não, porque é assim que ela está vendo o mundo, mesmo ela sendo conflitante e irritante, eu admito. A autora pode ter usado esse recurso para deixar os leitores indecisos sobre o que está acontecendo de verdade e o que é só paranoia da Katniss.
    Quanto à primeira pessoa imediata, é estranha sim, porém não é tão incomum entre os autores americanos. =/ Ela meio que serve para dar um certo dinamismo imediato, como se nós mesmos fôssemos uma câmera grudada na Katniss, que de certa forma seria o objetivo da Suzanne Collins porque nós mesmos somos “cidadãos da Capital”, lendo e nos divertindo e distraindo com livros, filmes, reality shows e séries desse gênero.

    Mas enfim, adorei a indignação de vocês. Me divirto demais sempre. xD

    Beeeijos

  26. Viviani SerenityHime

    Ah sim, e eu também comecei a ler a tradução, porém como tradutora, percebi que a narrativa não estava tão fluida desde o começo, então troquei logo para a versão origianl. O pior é que cada vez mais livros estão com traduções ruins ou que não são gostosas de ler por causa das editoras exigirem traduções a toque de caixa. Muito triste uma coisa dessas. :(

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