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Capítulo 07 – Viagem ao Centro da Terra

Escrito por: | em 12/02/2010 | Adicionar Comentário |

O PODCAST:

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Este podcast contém spoilers!

O LIVRO:

Título: Viagem ao Centro da Terra

Autor: Julio Verne

Ilustrador: Édouard Riou (Edição Original)

“Viagem ao centro da Terra” conta a história de Axel e seu tio Lindenbrock procurando o caminho para o Centro do planeta. Acompanhados pelo fiel e quieto Hans os dois ingressam numa aventura promissora, encontrando perigos inesperados e descobrindo mistérios inimagináveis.

Edições utilizadas:

- Verne, Julio. Viagem ao Centro da Terra. Tradução: Cid Knipel Moreira. São Paulo: Ática, 2009.

- Verne, Julio. Viagem ao Centro da Terra. Tradução: Abílio Costa Coelho. São Paulo: Martin Claret, 2003.

OBS: Esse livro é livre de direitos autorais e é possível encontrar o seu texto, gratuitamente, na internet. Você pode encontrar o original, em francês, ilustrado, no projeto Gutenberg Canadá ou mesmo no Wikisource (com direito a comparar página a página com o original impresso).

A EQUIPE:

Comentários por: Danielle Toste, Eric Torres, Juliana Morais, Gustavo Domingues.

Edição por: Gustavo Domingues

A AVALIAÇÃO:


AVALIAÇÃO Dani Eric Gustavo Juliana Média
Trama 3,00 3,00 3,00 3,00 3,00
Personagens 2,00 2,00 2,00 2,00 2,00
Escrita 2,00 4,00 4,00 4,00 3,50
Leitura 2,00 3,00 2,00 3,00 2,50
Média 2,25 3,00 2,75 3,00 3,00

AS REFERÊNCIAS:

Trilha Sonora:

Ferrucio Busoni: Ecossaisses

Felix Medelssohn: Sonata in F Major

Roger Subirana: Point of No Return

Capa:

A imagem utilizada na capa deste podcast faz parte das ilustrações originais de Édouard Riou.

PROXIMO EPISÓDIO:

O Capítulo 08 será sobre o livro: “O Guia do Mochileiro das Galáxias” de Douglas Adams .

Comentários, dúvidas, sugestões: contato [arroba] grifonosso.com

AVALIAÇÃO Dani Eric Gustavo Juliana Média
Trama 3,00 3,00 3,00 3,00 3,00
Personagens 2,00 2,00 2,00 2,00 2,00
Escrita 2,00 4,00 4,00 4,00 3,50
Leitura 2,00 3,00 2,00 3,00 2,50
Média 2,25 3,00 2,75 3,00 3,00




Categorias: Podcast
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Dani Toste

Advogada, jogadora de RPG, viciada em internet, amante de de livros, séries, música e filmes. Atualmente está redescobrindo a paixão pela dança nas aulas de Lindy Hop. Acha que o Lewis Carrol é um gênio, é obcecada pelos livros da Alice que considera os melhores do mundo.

15 Comentários sobre Capítulo 07 – Viagem ao Centro da Terra

  1. Gabriel Lopes

    vcs criticaram bastante o estilo extremamente descritivo do Verne, mas esse estilo fez a fama de um GIGANTE da literatura fantástica, que vcs msm do griffo nosso adoram…Lembram de um certo anel do poder? Pois é…
    Acho que faltou justiça para com Júlio Verne…

    • Dani Toste

      Olá Gabriel,

      Não se deixe enganar, nós gostamos de Senhor dos Aneis, e gostamos de Tolkien, mas é só acompanhar os podcasts que você vai perceber que sempre que nos referimos à obra criticamos o excesso de descrições, que, em algumas vezes, não levam a nada.

      Neste sentido, atente para um detalhe: o que eu mais critiquei no Julio Verne não foram as descrições em sí, mas o fato de não existirem acontecimentos interessantes para contrabalancear essas descrições.

      Mais ou menos assim: um livro que prende a minha atenção deve ser:
      Descrição, Ação, Descrição, Ação, Descrição, Ação;

      Posso até engolir livros que sejam:
      Descrição, Descrição, Ação, Descrição, Descrição, Ação;

      Mas o que foi ruim para mim no Julio Verne foi:
      Descrição, Descrição, Descrição, Nada Acontece, Descrição, Descrição, Acontece uma coisa boba, Descrição, Descrição.

      Não sei se consegui me fazer entender, mas é isso, com autores como Tolkien, a história é dinâmica o bastante para fazer as descrições excessivas valerem a pena, com o Julio Verne, infelizmente, eu achei que não.

  2. Cutia

    Tbm discordo com a opnião mostrada sobre JV.
    Afinal, alem de ser o pai das aventuras atuais, na minha opinião, o livro é de facil leitura sim, afinal, apesar de usar nomes impronunciaveis, esta no enredo. Já pensou colocar o nome do deles de Carlos, Zé e Jão?! os nomes das pedras, que deram os toques realista que tanto fez a estima do JV?

    O interessante é que é um pto de vista descontraido, que qualquer pessoa tem, porem tem medo de criticar, estilo o Michel Jackson, afinal ele era um pedofilo, o cara morreu e virou icone historico!

    A diferença do Grifo é essa, pois se fosse no (extinto) Papo de Estante, seria um comentario respeitoso e analitico da obra e do autor.

    Como diria nosso amigo Ratinho “O GRiFO vai fumar”, rs

  3. Alan Ongaro

    Ainda não ouvi essa edição, mas resolvi postar meu comentário apenas para agradecer e dizer que sou fã desse podcast!

    Abraços.

  4. Andre V.H

    Caramba, a Dani realmente odiou o livro! hahaha

    Na minha opinião, o maior problema desse livro é a expectativa. Parece que vai ser uma história de aventura cheia de ação mas nada disso acontece. Meu pai tem na estante um exemplar de ‘A volta ao mundo em 80 dias’ desde antes de eu nascer e até hoje não tive coragem de ler. Quem sabe um dia eu encaro, mas não será hoje! =P

    Quanto ao próximo livro: Douglas Adams é muuuito f*da! O livro é sensacional. Até os pontos fracos da história servem pra aumentar a carga de humor.

    Se eu não me engano e correndo o risco de bancar o “fã nojento”, é o primeiro episódio pedido por ouvintes que vcs atendem e fui eu quem pediu hehe

  5. Thiago

    Quanto a critica ao excesso de descrição que é um fato, penso que ele queria estudar geologia e assim foi colocando dentro de seu livro com o intuito de fixar a matéria, pois assim ele tornava o estudo em algo divertido já que escrever era sua paixão (apenas uma hipótese). Claro que não podemos nos esquecer da real função da descrição que é tornar real o fictício e imagino que para a época ele deve ter feito isso com maestria, tanto é que nesse ultimo- por assim dizer- metafilme existiam os vernianos que acreditavam na veracidade das obras do ilustre autor. Faltou explorar a questão do conflito mental do Axel com a figura do professor.
    Desculpe não comentar os bons trabalhos como o do Hobbit e o do A Revolução dos Bichos e soh tomar nota agora na hora de criticar. Pareceu que vocês correram com o livro dando vários pulos, é claro que tbm me decepcionei quando percebi que a historia msm seria bem curta, contudo acho que o livro merecia um pouco mais de atenção.
    How ever vocês estão de parabéns pela iniciativa, vou ver se leio O Guia do Mochileiro das Galáxias antes de sair o podcast
    =))

    • Dani Toste

      Cutia,

      Vale lembrar que a nossa opinião não foi em relação ao Julio Verne, mas sim em relação ao livro em específico. Tanto assim que apesar de não ter gostado do “viagem ao centro da Terra” ainda pretendo ler o “20 mil léguas submarinas”.

      Quanto ao fato de ele ser o pai das aventuras atuais, pode até ser e entenda, eu respeito o trabalho dele e como disse no podcast achei a idéia do livro genial, mas nada disso muda o fato de eu ter achado o conteúdo em sí bastante cansativo.

      Quanto a não ter medo de criticar, acho que se não for para fazê-lo com sinceridade é melhor não fazer, afinal de contas, como vocês vão me levar a sério quando eu digo que um livro é bom se eu não tiver coragem de dizer o contrário quando ele é ruim.

      André,

      Esse realmente foi um dos grandes problemas para mim, fiquei muito desapontada porque esperava muita ação e foi totalmente o contrário do que aconteceu no livro.

      Sobre o Guia dos Mochileiros, terminei de ler no carnaval, mas vou guardar os comentários pro podcast ehehe.

      Thiago,

      Acho que a idéia dele era convencer mesmo os leitores tornando a ficção um pouco mais fácil de aceitar. Mas acho que no fim das contas, o problema todo não é apenas o excesso de descrição, é que depois que você “aceita” a ficção, nada acontece.

  6. Aléxis González

    Não concordo com a opinião de vocês…

    Trama: 4,00
    Personagens: 3,00
    Escrita: 4,00
    Leitura: 4,00

  7. Samuel Varela - 31 anos - Crato-CE

    Ainda não li esse livro. Mas já coloquei na minha lista de livros que tenho que ler.
    Dos livros do Julio Verne, eu só li “O raio verde”. E gostei muito.

  8. Flávia Santos

    Oi pessoal!
    Puxa, desculpa não ter comentado no ultimo programa! Não consegui vir no site, embora tenha baixado o episodio. Entrei no site e saí correndo…
    Mas esse episodio eu vou ouvir com certeza! Gosto bastante da criatividade dos autores mais antigos (tipo o de “A Ilha do Tesouro”, o qual eu me esqueci o autor…). Gostei do filme com o cara da Múmia, apesar de muitas pessoas xingarem o tal filme.
    Bom, ouvirei o programa e depois respondo o que achei! Dessa vez prometo!
    Abraço a todos e até mais!

  9. Issue

    O filme foi minha maior decepção.
    Eu gostei do livro e meio que discordei sobre muita coisa que voces disseram ‘-’
    Mas o podcast esta mais um vez de parabéns!
    Pra quem nao sabe esse aqui é a comunidade do podcast:
    http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=96497840
    Bjos

  10. Amilton Brandao

    Olá a todos,
    Entendi o seu ponto de vista Dani sobre os comentários aqui, mas queria apenas adicionar algo que não foi mencionado nem no Podcast e nem aqui nos ‘comments’ que talvez torne mais fácil a compreensão do estilo adotado por Verne no livro.
    Júlio Verne é considerado hoje em dia não exatamente o pai da literatura fantástica, mas sim do que chamamos hoje de Ficção Cinetífica. Que tem como característica básica, explicar os diversos acontecimentos da trama com um ”fundo” científico. Ora, essa explicação não necessariamente precisa estar de acordo com as teorias científicas vigentes na época, mas precisam de pelo menos uma ”roupagem” científica.
    Além disso, outra característica marcante em diversos autores do gênero, é justamente a falta de ação na trama. Se você pegar Asimov, ou Philip K. Dick por exemplo, geralmente (ou nunca no caso de Asimov) não há muita ação, e o foco do autor é muitas vezes partir de uma premissa que pareça absurda (como talvez uma viagem ao centro da terra…) e dar è mesma meios científico ”verossímeis” para ela ser ”plausível”…e daí nos levar a alguns pontos de reflexão. Nao estou dizendo que ‘Viagem ao…’ tem tudo o que citei, mas talvez entendendo o intento original de Verne e do estilo que ele praticamente criou, dá para se ter uma compreensão maior do significado da obra como um todo.

    ”Acho” que me estendi demais…sorry :/

    No mais, gosto muito do Podcast, acho a proposta de vocês muito interessante, pois somos muito carentes de podcasts de literatura por aí. Estou ansioso para o próximo episódio, adoro a obra do nosso querido Douglas Adams.

    Abraço a todos…

  11. Flávio

    Ia divagar sobre o objetivo de Júlio Verne quando escreveu o livro, mas o pessoal acima já fizeram isso por mim.
    Faltou uma visão contextual da época em que foi escrita e um entendimento do ‘porque’ esse livro foi escrito.

    Aguardando o proximo episódio.

    Abs

  12. Pingback: Criadores de Mundos: Júlio Verne | Grifo Nosso

  13. Gismara

    Um livro tão intenso para o público juvenil, pena que vocês “acabam” com o enredo. Se quiser ler um livro que trate de amor, cara locutora, não pegue um de ficção científica. Escolha um gênero. Muito bom o trabalho de vocês, mas não destruam a construção ficcional de Júlio Verne.

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