Review: Jerusalém: As páginas mais sanguinárias da História da Cristandade
“Por que nos limitarmos a libertar Constantinopla das pressões dos muçulmanos? Passando à ofensiva, poderíamos recuperar os territórios mais meridionais, a Síria inteira e a Palestina! E Belém, Nazaré, Jerusalém. E o Santo Sepulcro! E não seria o imperador bizantino a recuperá-los, mas a cristandade em seu conjunto! A essa altura, a Igreja de Roma, a única verdadeira herdeira de Cristo, a promotora da recuperação dos lugares santos, não encontraria dificuldades para obter o controle das igrejas orientais! (…)”
Esta aí um livro que fascinaria todo tipo de psicopata já pela “belíssima” capa. Com 572 páginas esparramando corpos dilacerados para todos os lados, houve muita coerência dos editores em acrescentar logo abaixo do título que essas são “as páginas mais sanguinárias da história da cristandade”.
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