Criadores de Mundos: Arthur Conan Doyle
Se me permitem vou propor um rápido exercício: ao citar o gênero Romance Policial qual o primeiro personagem que vem à sua mente? Aposto que a maioria pensou em Sherlock Holmes, certo? Não há como negar a influência do velho detetive na história da literatura.
Há alguns anos atrás me dei conta de que nunca havia lido nada de Sherlock Holmes. Claro que conhecia o personagem por meio de diversos filmes e referências da cultura popular, mas não conhecia o original. Resolvi remediar isso comprando a coletânea Sherlock Holmes: Edição Completa da editora Agir.
Se você é apenas um curioso talvez não valha a pena obter todas as histórias do detetive, mas sem dúvida alguma é um livro que justifica seu preço. Com capa dura e bom acabamento é uma obra a ser guardada, aqui são reunidos em 936 páginas todos os 4 romances e 56 contos. Seus avós sabiam quem era Holmes e seus netos concerteza o saberão.
O homem por trás do investigador era o escocês Arthur Conan Doyle, que acabou recebendo o título de cavalheiro em 1902, portanto chamem-no de Sir, por favor, ou Doutor se preferirem, pois também era médico. Acontece que ainda no início da carreira, com poucos pacientes o visitando em seu consultório, Doyle tinha tempo suficiente para praticar o hobby da escrita e foi assim que surgiu Holmes. » Continue reading “Criadores de Mundos: Arthur Conan Doyle”











E, para começar essa coluna, resolvi falar de um livro que li ontem, em poucas horas, e que fiquei me perguntando porque ainda não tinha sido recomendada por NENHUM professor da faculdade, que é “O Caso dos Exploradores de Cavernas” de Lon L. Fuller (e que eu li na tradução de Plauto Faraco de Azevedo, publicada por Sergio Antonio Fabris Editor, na 10ª reimpressão de 1999).